quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Charlatões de Plantão (nas igrejas)


charlatoes

Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; Atos 20:29.

Se a Igreja de Cristo conhecesse de fato quem é Deus, as coisas não estariam como está.

Quanta confusão espiritual ultimamente, é muita presepada e pouco evangelho.

Conhecer a Deus é o fundamental para qualquer pessoa prudente, temer a Deus é o começo para ser sábio, desviar-se do mal tem que ser o desejo dos filhos da verdade eterna.

No entanto, a Igreja moderna tem a cada dia se distanciado de Deus, mesmo tendo crescido o numero dos "cristãos".

Há uma inflamação maligna, um distúrbio da fé genuína, uma deturpação  do poder de Deus, em nosso meio.  O certo é que uma erva perigosa chamada engano disseminou entre o povo. Milhões seguem desordenadamente achando que está servindo a Deus, mas que, na verdade estão totalmente escravizados pelo mal.

Se a Igreja lesse a Palavra e meditasse nela de dia e de noite, não estaria neste fiasco que se encontra. São templos cheios de pessoas vazias, desviadas servindo a ceia, ministrando a Palavra, impondo as mãos sobre outros, ao invés de tirar o mal, estão lhes acrescentando.

Que decadência espiritual é esta? Cadê o discernimento entre o que é de Deus, e o que não é?

Nem todos que dizem Senhor, Senhor, tem parte no reino de Deus, nem todos que estão no campo do evangelho, são trigos, os joios estão por todas as partes e são mais vistosos e florescentes.

Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam; João 5:39. Estudem a bíblia, examinem a si mesmo, veja se está agradando a Deus ou não, não perca a sua salvação, busque discernimento das coisas espirituais, não se deixe levar por esse bombardeio das trevas que impera em nosso meio.

Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. 1 João 4:1.

Infelizmente, o povo que se diz de Deus, desconhece este versículo. Quantos prevaricadores da verdade, ladrões da unção, usurpadores da herança, distorçedores da justiça, lobos devoradores, estão em nossos meios, infiltrados como se fossem um de nós.

Portanto o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede. Isaías 5:13. Os herdeiros de Deus têm ficado reféns das trevas, por não atentar para os alertas da Palavra.

As pessoas têm caído no laço de Satanás como patinhos em rios contaminados e estão totalmente embriagados pela lama do inferno.

Por quê? Muitos são preguiçosos espirituais, querem as bênçãos e não querem fazer nenhum esforço para tê-las, então, vivem esmolando oração, pedem a um e a outro, ficam na fila para receberem “revelações” sem ao menos conhecerem a procedência daquela pessoa; só porque ela tem um falso titulo que a Bíblia faz menção.

Isto é sinal que realmente, estes não conhecem a Deus, porque Deus ouve a todos, e por isso, ficam aprisionados pelas correntes das trevas.

“E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis”. Mateus 21:22.

Mas tu, quando orares, entras no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. Mateus 6:6.

Satanás tem roubado as bênçãos de muita gente, porque as pessoas têm relaxado na vida espiritual, ao invés de consultar a Deus, vão consultar a homens, e disto, se aproveitam os muitos desordeiros da fé.

Queridos, o mundo evangélico está um caos, o único que morreu por todos, foi Jesus, então desconfie quando a esmola é demais. Desconhecemos como Satanás age. Pode ser que, por detrás de certas "orações", o intuito seja tirar alguma coisa que te pertence.

Despertas tu que dormes, não caia neste laço que está nas redes sociais, tantas ofertas de "eu vou orar por você", “Jesus mandou te dizer que...”, “As suas bênçãos estão a caminho...” muito cuidado com essas “profecias”.

Não fique pedindo orações a quem você não conhece, não coloque o seu nome nem o da sua família em lista satânica, muitos já estão presos, sem saber.

Em tudo, peça direção de Deus, precisa de ajuda em oração? Ore! Ou peça para Deus lhe direcionar a alguém, e Ele vai lhe encaminhar a alguém real.

Não vá atrás dos fantasmas que você só conhece nas redes sociais, cujos endereços são montados. As coisas são mais perigosas do que se possa imaginar.

Cuidado com as tantas ofertas de: entre em contato que eu vou orar por você, quase sempre o número da conta bancaria vem em seguida.

Vá a uma congregação onde a Palavra pregada é verdadeira  e busque a face de Deus, não caia no engano do mal.

Não acredite no que a mídia televisiva mostra de pessoas que em um ano virou de mendigo à empresário de sucesso, com carrões último tipo, casas de veraneio, dinheiro no banco, 2 empresas, 100 empregados, etc. Não vá nessa onda maligna, têm muitos agentes do diabo de plantão para te roubar.

Muitos têm vivido totalmente manipulados pelas trevas, acorrentados na alma, pessoas na Igreja em uma decadência terrível, devido às tantas asneiras que são ensinadas.

Há muitos, dizendo estar com a presença de Deus em sua vida, mas com a mente bloqueada pelo inimigo e não atenta para o papel ridículo que estão prestando, descem ao nível das trevas e começam a andar com se fossem cachorros, lambendo os pés de homens que certamente estão possuídos pelo poder satânico. Raça de víboras.

Há pessoas dizendo estar com o Espírito de Deus e, em seus corpos, se comportam como aqueles que cultuam as trevas. Satanás já roubou a sua adoração a Deus.

É preciso buscar na Palavra, com o coração em oração, com temor diante de Deus, perseverando e suportando os ardentes ataques do mal, só assim, escaparemos  do laço final.

Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Apocalipse 3:10.

Cuidado Igreja, estão faltando os verdadeiros servos, e estão sobrando os charlatões. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Mateus 7:15.

“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte." Tiago 1:5-6.

Pra. Elza Amorim Carvalho

Pb. João Placoná

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Estando eu no pecado e Jesus voltando, eu fico?

arrebatamento 3

Essa dúvida tem acontecido na mente de muitas pessoas devido a muitos erros nos ensinos teológicos em muitas igrejas.

É importante que saibamos o que a Bíblia diz sobre a nossa salvação, sobre nossos pecados, sobre o perdão de Deus, etc., para que tenhamos paz em nosso coração e não vivamos totalmente neuróticos todos os dias.

Vejamos, pois:

(1) A primeira coisa a ser dita é que a salvação acontece quando entregamos nossa vida a Jesus, quando entendemos que somos pecadores e que Jesus Cristo deu Sua vida em nosso favor.

É nesse momento que somos salvos por Jesus e selados pelo Espírito Santo: “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Efésios 1:13). Nesse momento, nossos pecados são cancelados: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (Atos 3:19).

(2) A segunda coisa a ser compreendida é que Jesus Cristo morreu por todos os nossos pecados.

Sejam aqueles que cometemos antes da conversão e também aqueles que por descuido de nossa parte possamos cometer mesmo depois de convertidos: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro” (1 João 2:1-2).

(3) Na prática isso significa que somos salvos não porque reconhecemos cada um de nossos pecados nominalmente, um por um, desde que nascemos e os confessamos um por um (o que seria impossível), mas porque reconhecemos a nossa condição de pecadores, nosso fracasso em cumprir a vontade de Deus e reconhecemos o sacrifício perfeito de Cristo.

Assim, se, por exemplo, eu cometer um pecado e não tiver tempo de me arrepender dele e confessá-lo objetivamente a Deus, isso não significa que irei perder minha condição de salvo, que irei ficar se Jesus voltar, pois o sacrifício de Jesus foi 100% perfeito para me salvar.

(4) Alguns têm medo, por exemplo, de cometerem um erro e esquecerem-se de pedir perdão por algum motivo e perderem a salvação caso morrerem sem pedir perdão ou se Jesus voltar. Isso é um erro.

A salvação não se perde, pois ela é obra de Deus em nossa vida, não depende de obras, mas da graça de Deus em nós: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

(5) Por fim, finalizo dizendo que de todos aqueles que Jesus salvou nenhum se perderá, porque nada pode nos separar do amor de Deus (Romanos 8:38-39).

Além disso, quem nos garante essa verdade é o próprio Jesus Cristo: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar” (João 10:28-29).

Se você é um salvo de verdade, se recebeu Jesus em seu coração, você não vai ficar quando Jesus voltar para arrebatar a Sua igreja (nem mesmo se porventura se esquecer de confessar um pecado) e nem quando você morrer irá para longe do Senhor. Pelo contrário, todos que são de Cristo verdadeiramente estarão com Ele. Nenhum se perderá.

O sacrifício de Cristo na cruz foi perfeito, e plenamente eficaz para salvar aqueles que pelo Pai lhe foram dados; se alguém por quem Cristo morreu viesse a perder a salvação, significaria dizer que o sacrifício de Cristo teria sido imperfeito e ineficaz, uma vez que não teria sido suficiente para salvar aquele pecador!

O Senhor não inicia uma obra para abandoná-la, ou deixá-la inacabada! "Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus"! (Filipenses 1:6)

Pb. André Sanchez

Pb. João Placoná

sábado, 12 de agosto de 2017

A Resposta é Jesus

salvo

Só de Deus vem a minha salvação, só Dele vem a minha esperança.

É preciso notar que a confiança é o resultado de uma luta interior, é fruto da fadiga desse viver, e que a salvação e a esperança não residem no poder e na riqueza, mas em nosso Deus Jesus Cristo, que é a Rocha sobre a qual pode estar solidamente construída a existência humana.

Confiar no Deus forte, leal e fiel não significa fugir das decepções da vida para buscar autossatisfação, mas significa ver a realidade como ela é, sem mentiras e sem enganos, sem lamentações, mas também sem desculpas, pois é dentro dela que Deus manifesta Sua força e fidelidade.

Fique com Deus e jamais desista do Seu amor, pois somente nEle há paz e salvação!

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Comunicação com os Mortos à Luz da Bíblia

mesa branca

A HISTÓRIA DE SAMUEL E SAUL

Às vezes, a história de Samuel e Saul é usada para justificar a comunicação com os mortos.

Nessa circunstância notável, Samuel, aparentemente, foi trazido de volta do mundo dos mortos, pela médium de Em-Dor. Deus mesmo parece ter realizado esse milagre; só esse ato surpreendente explicaria o terror da médium (1 Samuel 28:3-25). Devemos lembrar que a voz de Samuel não falou por meio dos lábios dessa médium.

Samuel e Saul falaram diretamente um com o outro por causa desse surpreendente milagre. E mais, o Altíssimo ficou descontente com a tentativa desesperada de Saul de consultar o profeta morto. Não é de admirar que Saul tenha ouvido uma profecia de julgamento de que ele e seus filhos morreriam no dia seguinte — profecia essa que foi cumprida.

Entendemos que não há um consenso entre os comentaristas acerca do que aconteceu. Na opinião de alguns, um espírito maligno se fez passar por Samuel; para outros, Deus interrompeu a sessão espírita de forma inesperada e permitiu que o verdadeiro Samuel aparecesse.

A segunda alternativa é preferível pelos seguintes motivos: A médium se assustou com a aparição repentina de Samuel no lugar dos espíritos com os quais ela estava acostumada a lidar. Além disso, o texto especifica que era Samuel. Por fim, o espírito profetizou com precisão o que sucederia no dia seguinte.

A TENTATIVA DE FALAR COM O MORTO

A tentativa de falar com o morto é condenada de maneira consistente por Deus. (Deuteronômio 18:10,11,12).

A BÍBLIA ORDENA: “Não os seus filhos em sacrifícios, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tirem sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas...” (Deuteronômio 18:10,11,12)

OS DEMÔNIOS PERSONIFICAM O MORTO

Contudo, há espíritos que personificam o morto. O truque deles é complexo, pois conseguem, de fato, falar sobre amor, o valor da religião ou fazer referências favoráveis a Cristo. E é claro que sabem o bastante sobre o morto para enganar o incauto.

Os demônios personificaram o morto para criar a ilusão de que os vivos podem se comunicar com os mortos.

Esses espíritos têm um impressionante conhecimento da vida da pessoa morta, uma vez que observam com atenção os indivíduos enquanto estão vivos.

Por meio do poder de iludir, eles conseguem imitar a voz, personalidade e, até mesmo, a aparência da pessoa morta.

FANTASMAS SÃO DEMÔNIOS

A habilidade de espíritos demoníacos de simular a personalidade do morto ajuda-nos a entender casas assombradas. Enquanto estava hospedado em um hotel perto de Calgary, um jornal local publicou uma história dizendo que havia, pelo menos, dois fantasmas no belo prédio. Um dos empregados mostrou-nos uma escadaria de mármore onde vivia um desses fantasmas (fato comprovado pelo testemunho dos empregados).

Anos atrás, uma recém-casada rolara escada abaixo e batera a cabeça, o que resultou em sua morte. Fomos informados que, agora, seu espírito vivia na escadaria e aparecia com alguma regularidade.

1. Como explicamos esse fenômeno?

Quando uma pessoa habitada por espíritos malignos morre, esses demônios precisam se transferir para outro lugar.

Frequentemente, eles escolhem permanecer no lugar em que a morte aconteceu (isso parece ser especialmente verdade no caso de mortes violentas, como assassinato e suicídio).

Eles assumem o nome e as características da pessoa morta e fazem aparições ocasionais sob esse disfarce.

Essas entidades (como são frequentemente chamadas hoje) são espíritos malignos que, muitas vezes, posam como “fantasmas amigáveis”.

CONSULTAR UM MÉDIUM É DAR AS COSTAS A DEUS

Tentar contatar o morto é propor associação com hostes das trevas fingindo serem anjos de luz que estão ali para ser úteis. Isaías, o profeta, advertiu o povo de que consultar um médium era dar as costas a Deus.

Quando vos disserem: Consultai os que consultam os mortos e os feiticeiros, que sussurram e murmuram, respondei: Por acaso um povo não consultará o seu Deus? Em favor dos vivos se buscarão os mortos? À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem conforme esta palavra nunca verão o raiar do amanhecer. (Isaías 8:19,20).

DEUS ABOMINA TODAS AS MANEIRAS DE OCULTISMO

Ocultismo, de qualquer espécie, não é uma fonte confiável de informação em relação ao que acontece após a morte. Ele só prova a existência de um mundo espiritual, um mundo de engano e de conhecimento obscuro. Deus abomina todas as maneiras de ocultismo (Levítico 19:31; Deuteronômio 18:9-12; Isaías 8:19,20.

Um dos argumentos usados pelo Espiritismo é o de que se Deus proibiu a comunicação com os mortos é porque existe tal comunicação, pois Ele não iria proibir algo impossível de acontecer.

À primeira vista parece um sólido argumento, todavia, convém lembrar que Deus conhece as ciladas do diabo. Ele sabe o perigo que corremos em consultar feiticeiros, adivinhos, médiuns ou necromantes. Deus sabe que esse é um caminho maldito, que nos levará à perdição.

Na verdade, Ele está advertindo que não são os mortos que se apresentam para nos comunicar alguma coisa. São os demônios que se manifestam.

Se essa comunicação com o além fosse uma prática saudável; se trouxesse qualquer benefício aos homens; se os desencarnados fossem de fato mensageiros de Deus, como deseja o Espiritismo, Deus recomendaria essa prática, sem nenhuma restrição.

CONCLUSÃO

A questão, claro, é que toda informação sobre a vida após a morte que vem de espíritos ou canalizadores não é confiável. Os que se voltam para o mundo oculto para buscar conhecer a morte estão equivocados.

Sim, há vida após a morte, mas não aprendemos os detalhes dela com demônios, cujo principal deleite é confundir e enganar.

Ninguém que proclamado ser um guru é qualificado para nos informar a respeito da eternidade. Ninguém pode provar que ele, ou ela, viveu a experiência de ser reciclado de outra existência.

O Espiritismo é um terreno minado, cheio de armadilhas, de surpresas desagradáveis. O melhor mesmo é seguir o conselho do salmista: Entrega a tua vida ao Senhor, confia nele, e tudo Ele fará (Salmos 37.5).

Pr. Erwin Lutzer

Pb. João Placoná

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem decide a salvação: O Livre Arbítrio ou a Soberania Divina?

salvacao escolhida ou determinada

Um grande problema criado pela doutrina calvinista da soberania divina tem a ver com a vontade do homem.

Se Deus rege Seu universo mediante Seus decretos soberanos, como é possível que o homem exerça livre escolha? E se Ele não pode exercer liberdade de escolha, como Ele pode ser considerado responsável por seu comportamento?

Ele não é uma mera marionete cujas ações são determinadas por um Deus que fica atrás dos bastidores mexendo os pauzinhos conforme lhe agrada?

A tentativa de responder tais questões tem dividido a igreja cristã organizadamente em dois grupos que carregam os nomes de dois distintos teólogos, Jacó Armínio e João Calvino.

A maioria dos cristãos está satisfeita em se envolver em um grupo ou outro e negar ou a soberania de Deus ou o livre-arbítrio do homem.

Parece possível, entretanto, reconciliar estas duas posições sem fazer violência a cada uma, embora o esforço que pretendo fazer aqui nesta direção possa se mostrar deficiente aos partidários de um grupo ou outro.

Por essa razão eu me sinto livre para reafirmar que não sou nem calvinista e nem arminiano, ainda que reconheça nas propostas de Armínio uma linha interpretativa mais próxima daquilo que eu creio e que tentarei em breve palavras transmitir aqui.

Na minha opinião, Deus soberanamente decretou que o homem fosse livre para exercer escolha moral, e o homem desde o começo tem cumprido esse decreto fazendo sua escolha entre o bem e o mal.

Quando ele escolhe fazer o mal, ele não está agindo, por meio disso, contra a vontade soberana de Deus, mas a cumprindo, considerando que o decreto eterno decidiu, não qual escolha o homem deveria fazer, mas que ele devesse ser livre para fazê-la.

Se em Sua absoluta liberdade Deus desejou dar ao homem uma liberdade limitada, quem poderá impedir Sua mão ou dizer, “Que fazes?”.

A vontade do homem é livre porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não poderia conceder liberdade moral às Suas criaturas. Ele teria medo de fazer isso.

Talvez uma simples ilustração possa nos ajudar a entender. Um transatlântico deixa São Luis do Maranhão em direção a Manaus. Seu destino foi determinado pelas autoridades competentes. Nada pode mudá-lo. Este é um pequeno quadro do que seja a soberania.

A bordo do transatlântico está uma multidão de passageiros. Estes não estão em correntes, nem suas atividades lhes são determinadas por decreto. Eles são completamente livres para movimentarem-se conforme desejarem. Podem permanecer na embarcação rumo ao seu destino ou podem até mesmo pularem nas águas se assim desejarem.

Por arrependimento, desânimo ou desistência, podem tentar obter a oportunidade de embarcarem noutro transatlântico ou solicitarem uma pequena lancha que lhes leve de volta ou para outra direção.

Enfim, são muitas as possibilidades. Eles comem, dormem, divertem-se, ficam à toa no convés, leem, falam tudo como desejam, mas ao mesmo tempo o grande transatlântico está conduzindo-os constantemente em frente, em direção a um porto predeterminado.

Ambas, a liberdade e a soberania estão presentes aqui e elas não se contradizem.

Assim eu creio que ocorre com a liberdade do homem e a soberania de Deus. O poderoso transatlântico do propósito soberano de Deus mantém seu curso constante através do mar da história.

Deus se move imperturbado e desimpedido rumo ao cumprimento desses propósitos eternos que Ele propôs em Cristo Jesus antes que o mundo começou.

Não sabemos tudo que está incluído nesses propósitos, mas o suficiente nos foi revelado para nos fornecer um amplo esboço das coisas e que vem nos dar uma boa esperança e uma sólida garantia do bem-estar futuro.

Sabemos que Deus cumprirá cada promessa feita aos profetas; sabemos que os pecadores um dia serão varridos da terra; sabemos que um grupo resgatado entrará para o gozo de Deus e que os justos irão resplandecer no reino de seu Pai; sabemos que as perfeições de Deus, todavia receberão aclamação universal, que todas as inteligências criadas confessarão Jesus Cristo Senhor para a glória de Deus Pai, que a presente ordem imperfeita será abolida, e um novo céu e uma nova terra será estabelecida para sempre.

Na direção de tudo isto Deus está se movendo com infinita sabedoria e perfeita precisão de ação. Ninguém pode dissuadi-lo de Seus propósitos; nada O desvia de Seus planos.

Visto que Ele é onisciente, não pode haver circunstâncias imprevistas, nem acidentes. Visto que Ele é soberano, não pode haver ordens canceladas, nem quebra de autoridade; e visto que Ele é onipotente, não pode haver falta de poder para atingir Seus fins escolhidos. Deus é suficiente a Si mesmo por todas estas coisas.

Ao mesmo tempo as coisas não são tão fáceis como este ligeiro esboço pode sugerir.

O mistério da iniquidade já opera. Dentro da ampla esfera da vontade soberana e permissiva de Deus o mortal conflito do bem com o mal continua com fúria crescente.

Deus, todavia, conseguirá o que quer no furacão e na tempestade, mas a tempestade e o furacão estão aqui, e como seres responsáveis devemos fazer nossas escolhas na presente situação moral.

Certas coisas foram decretadas pela livre determinação de Deus, e uma destas coisas é a lei de escolha e consequências. Deus decretou que todos que desejosamente se entregam a Seu Filho Jesus Cristo em obediência de fé receberão a vida eterna e se tornarão filhos de Deus.

Ele também decretou que todos que amam as trevas e continuam em rebelião contra a suprema autoridade do céu permanecerão em um estado de alienação espiritual e finalmente sofrerão a morte eterna.

Reduzindo toda a questão em termos individuais, chegamos a algumas conclusões vitais e bem particulares.

No intenso conflito moral que agora nos cerca, quem quer que esteja do lado de Deus está do lado que vai ganhar e não pode perder; quem quer que esteja do outro lado está do lado que vai perder e não pode ganhar.

Não há aqui nenhuma sorte, nenhum jogo. Há liberdade para escolha de qual lado estaremos, mas nenhuma liberdade para negociar os resultados da escolha uma vez que ela for feita.

Pela misericórdia de Deus podemos nos arrepender de uma escolha equivocada e alterar as consequências fazendo uma escolha nova e correta.

Além disso, não podemos ir.

Toda a questão da escolha moral gira em torno de Jesus Cristo. Cristo afirmou claramente: “Aquele que não está comigo está contra mim,” e “Ninguém vem ao Pai senão por mim.”

A mensagem do evangelho incorpora três elementos distintos: um anúncio, um comando e um chamado.

Ele anuncia as boas novas da redenção realizada em misericórdia; ele comanda todos os homens em todos os lugares a arrependerem-se e chama todos os homens a submeterem-se aos termos da graça crendo em Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

Todos nós devemos escolher se obedeceremos ao evangelho ou nos desviamos em incredulidade e rejeitamos sua autoridade.

A escolha somos nós que fazemos, mas as consequências da escolha já foram determinadas pela vontade soberana de Deus, e dela não há apelação.

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

sábado, 15 de julho de 2017

Os Falsos Profetas

falso profeta 2

A Bíblia diz que os falsos profetas são perigosos e causam muitos problemas.

Deus não se agrada dos falsos profetas, porque falam mentiras em Seu nome.

Um profeta é uma pessoa que recebe e transmite uma revelação de Deus. Um falso profeta não recebe uma revelação de Deus mas diz que recebeu...

O falso profeta engana as pessoas com mensagens falsas, que não vêm de Deus.

Jesus avisou que nos últimos tempos iriam surgir muitos falsos profetas para enganar até os crentes. Por isso, quando alguém diz que é profeta, é muito importante analisar a profecia à luz da Bíblia para ver se é verdadeira ou falsa.

Algumas características de falsos profetas:

1 – Suas profecias não se cumprem – Se a profecias não se cumprem, não vem de Deus;

2 – Contradizem a Bíblia – Ensinam coisas erradas, que não estão de acordo com o que a Bíblia diz;

3 – Causam problemas – Provocam divisões, controvérsias e contendas entre os irmãos da Igreja;

4 – São manipuladores - Os falsos profetas procuram satisfazer desejos egoístas, como ter poder, dinheiro ou influência; usam engano, chantagem emocional, medo, bajulação para conseguirem o que querem;

5 – Não ouvem a verdade – Quando confrontados com a verdade, não se arrependem nem aceitam nenhuma dúvida; muitos falsos profetas saem das Igrejas para criar movimentos novos porque não aguentam ouvir a verdade.

Os falsos profetas começaram a aparecer já nos dias dos apóstolos. Desde aquele tempo as sementes do erro têm sido lançadas.

Desde então, eles têm aparecido continuamente. Precisamos estar preparados contra eles, mantendo-nos sempre em guarda.

Há milhares de pessoas que parecem estar sempre prontas a crer em qualquer coisa que ouvirem desde que, venha dos lábios de alguém que tenha o título de ministro religioso.

Esquecem-se que um clérigo pode errar, tanto quanto um leigo. Eles não são infalíveis. O que eles ensinam precisa ser confrontado com os ensinamentos das Sagradas Escrituras. Só devemos seguir tais ministros, e crer no que ensinam enquanto as doutrinas por eles ensinadas concordarem com a Bíblia, e nem uma palavra a mais.

Devemos fazer prova deles, pelos “seus frutos”. Sã doutrina e vida santa são sinais característicos dos verdadeiros profetas.

Os erros dos nossos ministros não justificam os nossos próprios erros. “Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco” Mateus 15:14.

Qual a melhor salvaguarda contra falsos ensinamentos? Sem sombra de dúvida, a resposta é o estudo regular da Palavra de Deus, sempre acompanhado de uma oração que rogue a iluminação do Espírito Santo.

A Bíblia foi-nos outorgada para ser uma lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos – Salmos 119:105.

Deus não permitirá que quem a ler corretamente caia em algum erro irremediável.

A negligência para com a Bíblia é que faz tantas pessoas se tornarem presas fáceis do primeiro falso mestre que aparecer. A verdade pura e simples é que são pessoas preguiçosas, negligenciam a leitura da Bíblia e não querem ter o trabalho de pensar por si mesmos. Não existe nada que forneça tantos seguidores para os falsos profetas do que a preguiça espiritual, disfarçada sob uma capa de humildade.

Lembremo-nos que não são apenas o mundo, o diabo e a carne únicos perigos no caminho do cristão. Há outro, o “falso profeta”, o lobo disfarçado de ovelha.

Feliz é quem estuda a Bíblia e ora, e sabe a diferença entre a verdade e o engodo, na religião!

Respostas Bíblicas

J.C. Ryle

Pb. João Placoná

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Por que sofrer?

sofrimento

Jesus ensinou que o mundo visto da perspectiva de Deus está posicionado a favor dos oprimidos.

Este ensino aparece no Sermão do Monte e em outras declarações de Jesus: “ Muitos primeiros serão os últimos” (Mt 19:30; Marcos 10:31; Lucas 13:30) “... e o que se humilha será exaltado” (Lucas 14:11; 18:14).

Entretanto, por que Deus escolheria dar atenção especial para os oprimidos?

1 – O sofrimento nos ajuda a perceber nossa urgente necessidade de redenção

2 – O sofrimento nos ajuda a experimentar nossa dependência de Deus e a interdependência uns dos outros.

3 – O sofrimento nos ajuda a estabelecer a diferença entre necessidades e luxos.

4 – O sofrimento nos ajuda a responder ao chamado do
Evangelho, pois ficamos tão desesperados que clamamos a Deus.

Os pobres, os famintos, os que choram e aqueles que sofrem são bem-aventurados (Mateus 5:3-6), porque a falta de autossuficiência é evidente para eles todos os dias. Eles precisam recorrer a alguma fonte para encontrar força.

As pessoas que são ricas, bem-sucedidas e belas podem viver seus dias confiando em seus dons naturais. No entanto, as necessitadas, dependentes e insatisfeitas com a vida estão propensas a acolher o dom gratuito do amor de Deus.

“Bem-aventurados os humildes de espírito...” Por quê? Porque...”deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).

Quanto mais fracos nos sentirmos, maior será a nossa dependência de Deus.

Nosso Andar Diário

Pb. João Placoná

sábado, 24 de junho de 2017

Fim da Alma

alma

A grande maioria das pessoas vive em busca de progresso material; isto não está errado, entretanto, o erro se configura quando estas ambições ou conquistas são estabelecidas antes de servir, honrar e glorificar a Deus.

Por mais rico que alguém seja, a sua riqueza não terá nenhum valor quando chegar à eternidade.

Tudo que acumulou ficará neste mundo para ser disputado pelos herdeiros.

Porém, se a sua vida serviu ao Senhor, era rico material e espiritualmente, seus herdeiros seguirão os seus passos e continuarão a sua obra.

Ninguém escapará da justiça de Deus; ela se dará quando deixarmos esta vida e chegarmos à eternidade. E você, já entregou de fato seu coração e sua vida a Jesus?

Ele pergunta neste momento a você: "O que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou o que dará o homem em troca da sua alma?" (Mateus: 16.26).

Todos os bens materiais, bem como o próprio ser humano com seus prazeres, vaidades, ambições e glórias, são transitórios neste mundo. Tudo cessa. Tudo acaba.

Mas, a alma permanecerá por toda a eternidade. Viverá eternamente na companhia de Deus ou no inferno, dependendo da sua escolha neste mundo.

Depois disso não há missa, nem vela, nem riqueza que possam mudar o destino da alma humana.

A porta ainda está aberta. Não perca tempo!

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

domingo, 11 de junho de 2017

Confissão e Pecado

confessando

A Bíblia ensina que a confissão é pré-requisito para o perdão divino, seja para salvação ou comunhão diária.

Tal confissão envolve arrependimento e, se necessário restituição.

A confissão sem arrependimento é fraude. “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” Provérbios 28:13.

Às vezes a confissão exige a restituição - Êxodo 22:1-15. Este é o aspecto da confissão que sempre é esquecido. Mas se nosso pecado privou alguém do que lhe pertencia por direito (bens, dinheiro, trabalho), devemos nos apressar em restituir.

As Escrituras anunciam que Deus perdoa livremente os que confessam os seus pecados.

A confissão é humilhante, mas “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” I João 1:9.

É extraordinário o fato de o Deus onisciente prometer não apenas nos perdoar, mas também esquecer-se de nossos pecados para sempre!

Pão diário

Pb. João Placoná

segunda-feira, 29 de maio de 2017

A Chamada para a Salvação

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Deus nunca força o homem aceitá-lo, mas certamente convida a receber a salvação.

Este convite inclui o dom da graça de Deus e o poder do Espírito Santo para convencer o homem do pecado e ajudá-lo na decisão para sua salvação.

Os atos da graça divina mediante a salvação são conhecidos como “a chamada para a salvação”. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28).

I. A NECESSIDADE DA CHAMADA

Certo líder espiritual observou que o homem não descobre a Deus, mas, sim, Deus se revela ao homem através das Escrituras Sagradas. Além disto, o homem não pode iniciar ou realizar sua salvação à parte de Deus. Por causa da sua natureza pecaminosa, o homem é espiritualmente um “inválido”, incapaz em si mesmo de dar um só passo em direção a Deus (Rm 3.11). Porque a natureza depravada do homem e seu pecado tornam-se incapaz de vir a Deus.

Por isso Deus teve que vir até ele. Portanto, Deus precisou prover não somente um meio de salvação (a redenção em Cristo); mas também Ele restaura ao homem a capacidade de buscá-lo. Ele mesmo atrai todos os homens a Si, no recebimento da salvação, mediante o Espírito Santo.

Sem esta ajuda divina nenhum homem poderia jamais ser salvo. “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Rm 5.6). “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.44).

Conforme a resposta positiva que Deus vê no coração do homem em aceitá-lo, ele restaura, liberta, perdoa e transforma o homem numa nova criatura.

II. SALVAÇÃO OFERECIDA A TODOS

A preservação da vida de Raabe e sua família (Hb 11.31); a benção sobre a vida de Rute (Rt 4.13-22); e a cura de Naamã (2º Rs 5.1-14), são apenas alguns exemplos de que Deus é Senhor e abençoador de todos.

Ele quer salvar a todos (T 2.11; Mt 11.28; Jô 6.37; Ef 4.6). O profeta Jonas testificou que Deus é misericordioso para aceitar a qualquer um que se arrependa de seus pecados (Jn 4.2).

O evangelho de João 1.12, confirma este propósito de Deus: salvar a todos (Jo1.12). Jesus também o declarou (Jô 3.17; 5.24).

Infelizmente, muitos são os que rejeitam o convite da graça de Deus e acabam por desprezar a Cristo, acarretando sobre si a ira divina.

III. A NATUREZA DO CHAMAMENTO

É importante compreender que o chamamento de Deus para a salvação.

Deus deseja que todos recebam a salvação em Cristo, e a vida eterna que Ele oferece. Deus deseja que todos os homens sejam salvos. Ele não força a decisão do homem, mas Seu próprio desejo é que o mundo receba. “...não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento’ (2ª Pe 3.9b).

Portanto Deus deseja que todos cheguem ao arrependimento e recebam o perdão de seus pecados.

O convide de Jesus não é seletivo, mas para todos os homens. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Embora o chamamento de Deus seja dirigido a todos os homens, estes não são obrigados a aceitá-lo.

O fato do chamamento ser universal, a salvação não é universal, mas individual. Assim como a redenção de Cristo é suficiente para todos, mas eficaz somente para o que crê, assim também a chamada de Deus é válida para o mundo inteiro. Mas aplicável somente aqueles que a atendem.

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Jesus convida a todos para que recebam a vida eterna.

Deus chama o homem para desfrutar de uma porção especial no Seu evangelho. “Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite” (Is 55.1).

No capítulo 55 o profeta messiânico prenuncia o evangelho da graça. As primeiras palavras deste capítulo fazem nos lembrar aos de nosso Senhor Jesus Cristo no grande dia da Festa dos Tabernáculo: “No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba” (Jo 7.37). O evangelho faz o seu apelo ao um mundo sedento. Notemos os seguintes pontos:

1. Um evangelho de graça: tudo é oferecido “sem dinheiro e sem preço”.

2. É um evangelho de fé e não de obras: “Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá” (v.3).

3. É o evangelho de Cristo (v.4). Deus o tem dado como príncipe e Comandante do povo, para ser o Capitão da sua salvação. Os que o procuram, acham; e todos os que o invocam (v. 6) recebem misericórdia e perdão (v.7).

4. É um evangelho de gozo (v.12). Quem o recebe sai cantando, como o eunuco da Etiópia (At 8.39).

5. É um evangelho frutífero (v.13). “Em lugar do espinheiro, crescerá o cipreste, e em lugar da sarça crescerá a murta”. As obras da carne cedem lugar ao fruto do Espírito.

IV. O CHAMADO ESPECIAL

O chamamento básico e geral de Deus é para o arrependimento (Mt 3.2; 2ª Pe 3.9) e para a fé (Rm 10.9; 1ª Jo 3.23).

Este é o chamamento para a salvação, o qual envolve outros chamamentos mais específicos.

Primeiramente, os que recebem o chamamento para a salvação recebem uma vocação especial para serem num sentido específico os “chamados”, em contraste com o restante do mundo (1ª Co 1.26; Ef 1.18), pois são chamados para serem santos (1ª Co 1.7).

Em segundo lugar, os que “chamados para serem santos” também recebem chamamento para ministérios específicos, assim como Paulo foi “chamado” para ser apóstolo (Rm 1.1).

Então? Já descobriu o seu chamado?

Pr. Elias Ribas

Pb. João Placoná

sábado, 27 de maio de 2017

Como posso me tornar um filho de Deus?

filho de Deus

É muito simples: "Mas, a todos quantos o [Jesus] receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

Você precisa nascer de novo

Quando visitado por um líder religioso chamado Nicodemos, Jesus não imediatamente o assegurou de que ia ao céu. Ao invés, Cristo disse: "Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (João 3:3).

A primeira vez que uma pessoa nasce, ela herda a natureza pecaminosa que resulta da desobediência de Adão no Jardim do Éden. Ninguém tem que ensinar uma criança a pecar. Ela já naturalmente segue seus desejos de fazer o errado, os quais a levam a cometer pecados como mentir, roubar e odiar. Ao invés de ser um filho de Deus, a criança é na verdade um filho da desobediência e ira.

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar [Satanás], do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Efésios 2:1-3).

Como filhos da ira, merecemos ser separados de Deus no inferno. Felizmente, a passagem continua: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos-” (Efésios 2:4-5).

Receba a Jesus

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

Esta passagem explica claramente como tornar-se um Filho de Deus.

Precisamos receber Jesus através da fé nEle. O que precisamos acreditar sobre Jesus?

Primeiro, precisamos reconhecer que Jesus é o eterno Filho de Deus que se tornou homem. Nascido do poder do Espírito Santo, pela virgem Maria, Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Adão. Então, Ele é chamado de segundo Adão (1 Coríntios 15:22).

Enquanto que a desobediência de Adão trouxe a maldição do pecado ao mundo, a vida perfeita de Cristo pode cobrir as nossas transgressões. Nossa resposta deve ser de nos arrepender (voltar-nos contra o pecado), confiando em Sua vida perfeita para nos purificar.

Segundo, precisamos ter fé em Jesus como Salvador. O plano de Deus foi de sacrificar o Seu Filho perfeito na cruz para pagar pela punição que merecemos pelo nosso pecado: a morte. A morte de Cristo liberta a todo aquele que O recebe da penalidade e do poder do pecado.

Finalmente, precisamos seguir a Jesus como Senhor. Depois de fazer de Cristo o Vitorioso sobre o pecado e a morte, Deus deu a Ele toda autoridade (Efésios 1:20-23). Jesus guia todos que O recebem; Ele vai julgar a todos que O rejeitam (Atos 10:42).

Porque a graça de Deus nos leva ao arrependimento e fé no Salvador e Senhor, somos nascidos de novo para uma nova vida como filhos de Deus. Apenas aqueles que recebem a Jesus – não apenas um conhecimento intelectual sobre Ele, mas realmente dependendo dEle de coração para a salvação, submetendo-se a Ele como Mestre, e amando a Ele como o tesouro supremo – tornam-se filhos de Deus.

Torne-se um filho de Deus

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (João 1:12-13).

Assim como não tivemos influência alguma sobre o nosso nascimento a este mundo, não podemos fazer nada que causaria o nosso nascimento à família de Deus, nem através de boas obras, nem por invocar uma fé qualquer. Como o verso acima diz: Deus é quem “nos deu o poder” de acordo com a sua vontade graciosa. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1). Por causa disso, o filho de Deus não tem nada do que se orgulhar, mas se vangloria apenas no Senhor (Efésios 2:8-9).

Uma criança cresce e se parece com os seus pais. Igualmente, Deus quer que Seus filhos tornem-se mais e mais como Jesus Cristo. Apesar de que apenas no céu seremos perfeitos, um filho de Deus não vai habitualmente pecar sem se arrepender. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:7-10).

Não se engane; um filho de Deus não pode ser “renegado” por pecar.

Entretanto, alguém que “pratica” o pecado (quer dizer, consistentemente desfruta do pecado sem se preocupar em viver de uma forma que agrade a Deus) revela que nunca nasceu de novo. Jesus falou a tais pessoas: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhes aos desejos” (João 8:44).

Os filhos de Deus, por outro lado, não mais desejam a gratificação do pecado, mas sim conhecer, amar e glorificar ao seu Pai.

A recompensa de ser um filho de Deus é imensurável. Como filhos de Deus, fazemos parte de Sua família (a igreja), temos como promessa um lar no céu e recebemos o direito de nos aproximar de Deus em oração como o nosso Pai (Efésios 2:19; 1 Pedro 1:3-6; Romanos 8:15).

Responda ao chamado de Deus de se arrepender dos seus pecados e acreditar em Cristo. Torne-se um filho de Deus hoje mesmo!

Faça, agora, a seguinte oração de comprometimento:

Senhor, eu preciso de ti.

Abro a porta da minha vida e recebo-te como meu Salvador e Senhor.

Toma conta da minha vida.

Agradeço-te porque perdoas os meus pecados e me aceitas como sou.

Gotquestions.org/Português

Pb. João Placoná

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Céu ou Inferno – Qual a sua escolha?

ceu ou inferno

Lucas 16:19-31

” 19 Jesus continuou:

— Havia um homem rico que vestia roupas muito caras e todos os dias dava uma grande festa.

20 Havia também um homem pobre, chamado Lázaro, que tinha o corpo coberto de feridas, e que costumavam largar perto da casa do rico.

21 Lázaro ficava ali, procurando matar a fome com as migalhas que caíam da mesa do homem rico. E até os cachorros vinham lamber as suas feridas.

22 O pobre morreu e foi levado pelos anjos para junto de Abraão, na festa do céu. O rico também morreu e foi sepultado.

23 Ele sofria muito no mundo dos mortos. Quando olhou, viu lá longe Abraão e Lázaro ao lado dele.

24 Então gritou: “Pai Abraão, tenha pena de mim! Mande que Lázaro molhe o dedo na água e venha refrescar a minha língua porque estou sofrendo muito neste fogo!”

25 — Mas Abraão respondeu: “Meu filho, lembre que você recebeu na sua vida todas as coisas boas, porém Lázaro só recebeu o que era mau. E agora ele está feliz aqui, enquanto você está sofrendo.

26 Além disso, há um grande abismo entre nós, de modo que os que querem atravessar daqui até vocês não podem, como também os daí não podem passar para cá.”

27 — O rico disse: “Nesse caso, Pai Abraão, peço que mande Lázaro até a casa do meu pai

28 porque eu tenho cinco irmãos. Deixe que ele vá e os avise para que assim não venham para este lugar de sofrimento. ”

29 — Mas Abraão respondeu: “Os seus irmãos têm a Lei de Moisés e os livros dos Profetas para os avisar. Que eles os escutem!”

30 — “Só isso não basta, Pai Abraão!”, respondeu o rico. “Porém, se alguém ressuscitar e for falar com eles, aí eles se arrependerão dos seus pecados.”

31 — Mas Abraão respondeu: “Se eles não escutarem Moisés nem os profetas, não crerão, mesmo que alguém ressuscite.”

Os capítulos 14, 15, 15 falam de momentos em que Jesus estava sendo observado e testado. Nesses capítulos Jesus trouxe muitos ensinamentos, expôs os mestres da lei e também mostrou que amava as pessoas que precisavam da sua misericórdia.

Deus nos ama e sempre nos dá oportunidade do arrependimento e recomeço.

Esta semana assistimos a nossa nação ser escandalizada pela corrupção.  É bom que o país seja “passado à limpo”, mas também devemos lembrar que quem elegeu esses corruptos fomos nós.

Muitas vezes também nos igualamos a todos eles querendo levar vantagem em alguma coisa.  Para benefícios próprios, tiramos proveito e favores de certas amizades.

Às vezes temos o mesmo perfil dos políticos, usamos de posições que ocupamos para tirar proveito.

O ato de comprar uma carta de motorista, pagar um funcionário público para retirar os seus pontos da carteira de motorista, fazer uso de produtos piratas, nos tornamos corruptos tanto quanto esses políticos que estão sendo acusados.

É fácil apontar o erro do outro, quando agimos da mesma forma que os políticos corruptos. É preciso acabar com a cultura do "jeitinho brasileiro".

A corrupção está nas entranhas de nosso país, e ela existe há séculos, porque o homem está mais preocupado em possuir bens aqui na terra do que ser uma pessoa honesta.

As pessoas estão cada vez mais materialistas, egoístas e individualistas. Apontamos os erros dos outros, mas quem nunca infringiu uma lei seja ela qual for?

Para concluir os capítulos anteriores do evangelho de Lucas, Jesus entrega esse ensinamento e usa a parábola do rico e Lázaro.

Através da parábola do rico e de Lázaro, Jesus ensina aos seus discípulos algo que estava sendo cometido por todos e que desagradava a Deus, seja na ganância ou no desprezo.

Esse ensinamento não quer dizer que os ricos vão para o inferno e os pobres para o céu. Não é a condição financeira que define se uma pessoa vai para o céu ou inferno.

O problema não estava no fato do homem ser rico, mas sim por ser egoísta. A má administração dos bens concedidos por Deus haviam afastado os judeus da verdadeira riqueza, que é a vida eterna.

Nesse ensinamento, o Senhor expõem dois tipos de pessoas: um podre por fora e outro podre por dentro.

Um homem confiante totalmente nas suas riquezas e luxúrias o outro totalmente dependente de Deus.

O texto diz que os dois homens morreram. O mendigo morreu e foi levado pelos anjos de Deus e o rico morreu e foi sepultado.

Aquele homem que não possuía nada, que tinha o corpo todo machucado, morre e tem uma vida de rico. Na passagem não fala como o corpo de Lázaro foi sepultado, porque o que importava não era o seu corpo e sim o aconteceu com sua alma.

Na tradução judaica os ricos eram colocados em pano de linhos para serem sepultados.

Todas as honras dadas aos homens ricos no plano espiritual tudo isso não serviria para nada na eternidade.

O texto diz que o rico estava em um lugar de tormento e ao ver Lázaro do lado de Abraão, pede para que Lázaro molhe o dedo com água para colocar em sua boca. Abraão explica que entre eles há um abismo que impede que isso aconteça. Então ele pede para que Abraão mande Lázaro voltar à terra e avisar seus parentes. 29 — Mas Abraão respondeu: “Os seus irmãos têm a Lei de Moisés e os livros dos Profetas para os avisar. Que eles os escutem!”

30 — “Só isso não basta, Pai Abraão!”, respondeu o rico. “Porém, se alguém ressuscitar e for falar com eles, aí eles se arrependerão dos seus pecados.”

31 — Mas Abraão respondeu: “Se eles não escutarem Moisés nem os profetas, não crerão, mesmo que alguém ressuscite.”

Às vezes surge à dúvida, aquela pessoa da família que morreu, foi para o céu ou inferno? Jesus nos ensina a todo o momento e temos a palavra de Deus para acreditar e praticar.

Deus usa os pastores para ensinar sua Palavra, se você não acreditar hoje, nem que manifeste um morto não irá acreditar.

Muitas pessoas viveram grandes milagres de Deus e não mudaram suas atitudes e continuaram sem crer no Senhor.

Não é uma condição de riqueza e pobreza. Lázaro mesmo não tendo nada e doente continuou acreditando na bondade e amor do Senhor.

Nosso relacionamento com Deus não depende se estamos bem ou não. Servir ao Senhor não é porque estou sendo abençoado. Eu não sirvo a Deus somente para que só aconteçam coisas boas na minha vida.

A motivação de servir a Deus é porque amamos a Deus.

Não servimos a Deus apenas porque gostamos do pastor ou dos irmãos da igreja. Servimos a Deus porque o amamos.

Servimos a Deus porque Ele é Bom e nos ama.

Devemos servir a Deus porque temos a certeza que um dia nós estaremos ao lado do Senhor.

O mais importante não é o que temos e o que possuímos nessa terra e sim qual será o nosso destino final quando fecharmos nossos olhos para sempre nesta terra.

Esse cristianismo do ter e possuir mais e mais, atitude individualista, egoísta, materialista não é de Deus.

O verdadeiro cristianismo é a manifestação do amor de Deus em nós e através de nós.

Mesmo não desfrutando das coisas que gosto, nunca deixarei de amar a Deus.

Nessa vida não se leva nada, não perca sua paz tentando acumular bens nessa terra, o nosso verdadeiro tesouro está no céu e é a nossa salvação.

Todos nós passamos por lutas, dificuldades, perdas e tragédias. Por isso você vai ficar a vida inteira se lamentando?

Todos os dias Deus nos dá oportunidade de escrever nossa história de forma diferente.

Devemos descansar no Senhor e confiar nEle. Fazer as coisas diferentes, conforme a vontade de Deus.

Permita que o Senhor lhe abençoe e pare de ficar reclamando.

Aquele mendigo mesmo doente sendo lambido pelos cachorros confiou no Senhor.

Ele não pode mudar a sua vida na terra, mas mudou sua vida no céu.

Talvez aqui na terra não consiga ver os benefícios que você investiu no Reino, mas verás no céu.

Acumule riquezas no céu. Quando você confia de verdade no Senhor a sua herança é a vida eterna.

Qual a tua escolha, confiar em Deus ou abandoná-lo?

O verdadeiro cristão não abre mão de fazer as coisas conforme a vontade de Deus porque é isso que nos garante a vida eterna.

Não se prenda às coisas da terra. Invista nas coisas que te levarão para o céu.

Não queira fazer investimento à curto prazo. Deus quer que você faça investimento à longo prazo (vida eterna).

Não fique reclamando da vida, busque a Deus que é o seu maior investimento hoje.

Busque a Deus de todo o seu coração porque quando acabar seus dias aqui na terra, Deus vai mandar os anjos para te buscar e levá-lo até o céu ao seu encontro.

Não se preocupe com as coisas materiais, porque não são elas que garantirão a nossa eternidade.

Invista no seu relacionamento com Deus.

A nossa verdadeira riqueza esta no céu. Então se esforce aqui na terra para que um dia possa usufruir de tudo isso ao lado do Senhor.

Pr. Marlon Góes

Pb. João Placoná

domingo, 21 de maio de 2017

Confie na tua oração

tua oração tem poder

“E esta é a confiança que temos com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo à Sua vontade, Ele nos ouve. E, sabemos que Ele nos ouve quando ao que lhe pedimos, estamos certos que obteremos os pedidos que Lhe temos feito” I Jo 5:14,15.

Veja só! Deus disse e deixou registrado que tudo o que pedirmos segundo Sua vontade, Ele nos concederá! Mas o que fazemos quando não sabemos qual é a vontade de Deus?

Felizmente Deus revelou muito de Sua vontade na Bíblia. Ao conhecermos melhor a Palavra de Deus, você aprenderá muitas coisas sobre a vontade Dele para sua vida.

Caso você não tenha certeza de que algum pedido de oração esteja de acordo com a vontade de Deus, pergunte ao Senhor, pois Ele pode esclarecer-lhe. E não se preocupe com a possibilidade de cometer erros ao orar.

Você acha que a soberania de Deus será abalada porque um de seus filhos comete erros quando ora?

Um erro ainda maior seria simplesmente não orar.

Se a resposta ao seu pedido for “não”, o Senhor se comunicará com você pelo testificar interior do Espírito Santo. Porém a resposta pode não ser imediata. Deus pode estar desenvolvendo em você uma lenta resignação em Sua perfeita vontade.

Uma vida de oração consistente em sua caminhada com Deus o ajudará a estreitar o relacionamento entre você e seu Pai celestial.

Quando Deus disser: “não” a um pedido que você faz, confie em Sua bondade. Jesus argumentou que pais não dão conselhos inúteis ou presentes ruins a seus filhos quando eles lhe pedem algo. Quanto mais então podemos confiar em nosso Pai celestial que sempre nos concede o que é bom.

Contudo, precisamos pedir de acordo com a Sua vontade.

Faça um diário de oração, você se surpreenderá em conferir as resposta aos seus pedidos.

1 – Pense numa área em sua vida na qual você realmente precisa de uma resposta de oração.

2 – Escreva e coloque a data. Este é o primeiro registro em seu diário de oração.

3 – Estude as seguintes passagens sobre oração em sua Bíblia: Mt 7:7-11; Mt 18:19,20; Mc 10:46-52; Jo 16:24; Rm 8:26-27; Ef 6:10-20 e Tg 5:16-18.

4 – De modo simples e específico, diga ao Senhor qual é o seu pedido.

5 – Agradeça ao Senhor pelo fato de que Ele irá responder sua oração - Fp 4:6.

6 – Anote a resposta quando ela vier e louve a Deus por isso - Cl 4:2.

7 – Repita! Vá acompanhando suas orações e respostas em seu diário e se maravilhe ao ver como Deus responde suas orações ao longo do tempo.

Ev. Luis Palau

Pb. João Placoná

sábado, 22 de abril de 2017

O dízimo foi abolido ou permanece?

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Ficamos pensando como seria bom e produtivo se pudéssemos ter um debate acerca de dízimos e ofertas sem que isso nos trouxesse qualquer embaraço ou constrangimento.

Como seria útil ao reino um levantamento de nossos recursos terrenos aplicados à Obra, sem que isso suscitasse na opinião pública, suspeitas, acusações ou mesmo piadas sujas e de comprometimento ético ou moral contrários à igreja.

Mas a verdade é que isto já foi assim um dia e não faz tanto tempo. Esta presente geração de cristãos já nasceu enlameada pela influência da apostasia pré-anticristã e até mesmo já se acostumou com o antinatural, convivendo em diálogo pacífico com realidades inaceitáveis, contra as quais todo cristão comprometido com o santo evangelho deve protestar, combater e repudiar.

Talvez você que nos lê agora tenha apenas dez, quinze anos ou menos no evangelho e não saiba do que falaremos aqui, mas a verdade é que já existiu uma época neste país e na igreja deste país em que a imagem da igreja não estava associada a poder, riquezas e ostentações.

Sim, houve uma época em que igrejas históricas, renovadas ou pentecostais se igualavam no respeito pelos padrões morais estabelecidos pelas Escrituras.

Época em que a melhor casa do bairro não era a do pastor, em que pastores não transitavam em carros importados e nem viajavam de jatos particulares.

Houve uma época em que igrejas não pagavam milhões por horários na TV e muito menos compravam emissoras de TV.

Houve uma época em que ninguém ousava ensinar que dízimo é investimento e nem uma forma de barganhar bênçãos com Deus.

Houve uma época em que as vassouras da igreja serviam para varrê-la e não para serem vendidas como amuletos ungidos antidemoníacos para os lares.

Houve uma época em que líderes cristãos não patrocinavam orgias regadas a prostituições e whiskies importados.

Houve uma época em que pastores não vestiam ternos de grife italiano.

Houve uma época em que nenhum pastor se atreveria a ser chamado de apóstolo e nenhuma igreja se envolvia em escândalos financeiros. Época em que as igrejas tinham seu departamento próprio de tesouraria e conselho fiscal, que de forma transparente geriam e prestavam contas dos recursos recolhidos e isso não era oficio de pastor.

Houve uma época em que não havia disputa entre as denominações, em que grupos cristãos se recusavam a pescar em aquários alheios, época onde as igrejas sentiriam vergonha de serem erguidas com requintes de luxo e ostentação.

Os templos suntuosos de hoje são um ultraje aos humildes santuários de adoração daquela época. Quem viveu o que estamos afirmando sabe que as multidões em transe ensandecido que gritam nos palácios religiosos de hoje jamais sentiram aquela unção e presença de Deus que sentíamos nas humildes igrejinhas do passado, a começar pela singeleza dos hinos tradicionais que cantávamos para Deus e culminando com as pregações sempre bíblicas e cristocêntricas – muito diferentes da retórica mercadológica e neurolinguística dos pregadores atuais.

Houve um tempo em que os pregadores do evangelho gastavam seus recursos e sua saúde física para irem de encontro aos seus ouvintes. Tempo em que você estaria ofendendo um homem de Deus se oferecesse dinheiro e hotel para que ele fosse pegar na sua igreja.

Houve um tempo em que nenhum levita ou adorador aceitaria ser chamado de cantor, em que era fácil identifica-los em nosso meio com suas maletinhas cheias de playbacks, trajados com decência e sempre com a Bíblia na mão, prontos para darem aquela Palavra temperada com sal antes de cantarem hinos inspirados e ricos de conteúdo bíblico. Era uma época em que se cantava para Deus e não para o bolso.

Sim meus irmãos, houve uma época, e não faz tanto tempo assim – há talvez 25 ou 30 anos – em que as coisas de Deus eram feitas e tratadas com decência.

Portanto, falamos aqui não em nome de uma utopia, mas em nome de um padrão de comportamento que não teria se tornado apenas lembranças do passado, se pessoas sem escrúpulos e desprovidas de caráter não tivessem invadido os púlpitos de nossas igrejas.

Logo, antes de levantarmos uma discussão acerca do certo e do errado quanto ao recolhimento de dízimos, tenhamos em mente que a grande diferença está no perfil humano que hoje se encontra por trás deste grande número de cassinos religiosos, que por respeito a quem faz a Obra com honestidade e zelo santo, nos recusamos a chamar de igrejas.

A palavra dízimo é encontrada pela Primeira vez na Bíblia em (Gn 14). Significa colheita ou ceifa. Naquele contexto em seu inicio, percebemos que foi uma atitude voluntária,  quando depois de uma guerra, Abraão ofereceu a um sacerdote chamado Melquisedeque. Jacó, seu neto, também se comprometeu voluntariamente a dar dízimos.

Esse dízimo nunca foi dinheiro e sim cereais. E é bom lembrar que já havia naquela época moedas cunhadas com valor monetário. Portanto, se o princípio originário do dízimo envolve-se dinheiro, entendemos que tanto Abraão como Jacó possuíam muito e dariam sem problema algum, só que não é assim que observamos no relato bíblico.

Não há a presença de dinheiro neste processo, sendo este preceito totalmente diferente da prática religiosa estabelecida na ordem levítica da lei de Moisés, onde o Dízimo significa a décima parte de algo, entregue voluntariamente ou através de taxa ou imposto, para ajudar organizações religiosas judaicas segundo a Lei de Moises (Lv 27, 30, 32), (Malaquias 3:10), (Hb 7:5). Segundo a ordem levítica o dizimo era dado exclusivamente aos levitas (I Co 15:2), (Hb 7.5), (Hb 7.11)

Seu início se deu porque dentre as 12 tribos de Israel,  a mais pobre era a tribo de Levi. Então as tribos mais prosperas deveriam repartir mantimentos com a tribo menos favorecida justamente porque elas tinham colheitas em abundancia e não necessitavam de tantos mantimentos. Guardar tudo para elas mesmas significaria acumular tesouro o que é terminantemente proibido por Deus.

A tribo de Levi por sua vez também ofertava a viúvas, órfãos e necessitados (Dt 26:12), repartiam com os estrangeiros, já que Israel no passado também já foi estrangeira, significando assim amor ao próximo.

Naquela localidade e época, o conceito de benção era chuva para a colheita, maldição era seca, o devorador eram os gafanhotos, tudo isso definitivamente nada tem a ver a associação do devorador com o demônio nem benção com prosperidade financeira, como ensinam os púlpitos equivocados ou fraudulentos de hoje. Em toda Bíblia não existe uma única citação que ampare este tipo de heresia.

Segundo a LEI apenas os LEVITAS poderiam recolher o dizimo. Os lideres religiosos de hoje que recolhem o dizimo, não são da tribo de Levi, não são Judeus e não fazem parte da Lei de Moisés. 

Este costume existiu de Abraão, até Levi (Hb 7:9), nessa passagem Paulo explica que, o dizimo termina em Levi e por ser Cristo sacerdote segundo a Ordem de Melquisedec, este ab-rogou (aboliu) o sacerdócio levítico com todas as suas leis, dízimos e costumes, conforme narra  Paulo na carta endereçada aos Hebreus (Hb 7, 1 - 28). Ali Paulo arremata: "Com efeito, mudado que seja o sacerdócio, é necessário que se mude também a lei" (Hb 7.12). E ainda: "O mandamento precedente é, na verdade, ab-rogado pela sua fraqueza e inutilidade" (Hb 7:18). OBS: SACERDOTE SÃO LÍDERES RELIGIOSOS DA TRIBO DE LEVI.

Quem entende que o velho testamento e seus preceitos foram abolidos por Cristo segundo o Apostolo Paulo (II Co 3:14), mas mesmo assim apoiam o uso do dizimo, citando a passagem do Novo Testamento onde Jesus critica os Escribas e Fariseus que lembram apenas do dizimo e esqueciam os outros preceitos da lei (Mt 23:23), precisam compreender que segundo a lei de Móisés no antigo testamento, aqueles dois homens que Jesus criticou, eram obrigados a dar o dizimo, o cominho e hortelã porque eram Judeus e ainda estavam sob o manto da lei de Moisés e não da graça, que tem seu inicio com a morte de  Jesus. E isto se deu quando Ele bradou “Esta consumado”. Naquele momento Cristo adentrou a nova aliança da graça, que estamos hoje.

Portanto,  neste contexto Jesus está lançando uma forte exortação sobre aqueles religiosos que só lembravam-se do dízimo e esqueciam-se dos outros preceitos da Lei. Jesus estava provando que eles que tanto usavam a lei para acusá-lo, não estavam cumprindo sequer essa lei de que faziam uso em seus argumentos.

Assim, definitivamente Ele não está ali orientando aos Gentios (nós) a praticar o preceito do dízimo veterotestamentário. Cristo e Seus discípulos jamais orientaram para que permanecêssemos no preceito do dizimo.

Dessas questões, o que Jesus de fato preservou foi a caridade, ou seja, ajudar o necessitado e ofertar ao próximo. (Is 1:17), (Tg 1:27).

Importante também considerar que atender a viúva e o órfão ou o necessitado de qualquer instância, não é nenhuma transferência de responsabilidade. Não significa fazer o líder ter esta obrigação, dando a ele pra ele dar aos outros.

Não é assim que funciona. É você quem deve assumir essa postura de amor ao próximo. Isso é pessoal, é um hábito que devemos ter e que deve ser observado e honrado apenas por Deus e mais ninguém.

Assim, meus amados, concluímos então neste primeiro momento de análise do tema em questão que o dizimo nos moldes estabelecidos pela Velha Aliança e que é tão respaldado desta forma em nossos dias, não é mais uma prática desse tempo, não é um atributo para os Gentios, pois o líder que recebe dízimos e os administra não pertence à tribo de Levi.

Permanecer no preceito da lei é o mesmo que negar o sacrifício da cruz de Cristo, que segundo a própria lei, seria abolida, na vinda do Salvador Messias.

Permanecer no preceito da Lei é o mesmo que negar a eficácia da cruz de Cristo. Quem usa Malaquias 3:10 e aterroriza os incautos com ameaças de maldição e ainda por cima ofende o povo de Deus, chamando de ladrões aqueles que não seguem esta prática à risca, deveriam também guardar o sábado e outros aspectos cerimoniais da lei.

Escolher a manutenção do dízimo e abolir os demais cerimonialismos judaicos é um ato no mínimo suspeito e aponta para sintomas de desonestidade ou, na mais leve das hipóteses, de grave ignorância teológica.

O dizimo segundo os moldes do AT pode ser recolhido de acordo com a palavra do homem, mas não de acordo com a Escritura no Novo Testamento, e quem defende esta prática nestes moldes é tão judaizante quanto aqueles que foram combatidos pelos Apóstolos no primeiro século.

Mas após, todas estas considerações, muitos certamente irão descambar para a pragmática dedução de que somos contra o recolhimento de dízimos e ofertas. Estão enganados!

Somos contra a farra maldosa e criminosa que se estabeleceu e que gerou em nosso meio uma indústria milionária, que transformou igrejas em multinacionais religiosas e pastores em caciques de impérios financeiros.

Somos contra o estelionato que usurpa o nome de dízimo, mas que dízimo nunca foi e que é patrocinado por ateus travestidos de pastores e por maçons que aplicaram seu olhar empresarial sobre a Obra de Deus, tornando-a o braço mais lucrativo de seus negócios.

A lei foi abolida, mas seus princípios são eternos. Se formos literalistas e rasos neste entendimento, seremos forçados a dizer que o VT não é Palavra de Deus e que somente o NT deve ser recebido como autoridade de fé e prática.

Mas nenhum cristão com o mínimo de responsabilidade teológica pode defender uma barbaridade desse nível.

Nós não guardamos o sábado, por exemplo, mas o princípio do descansar em Deus – que se cumpre em Cristo reinando em nossas vidas – representa a manutenção do princípio sabático.

O raciocínio quanto ao dízimo é o mesmo. Não há base bíblica para estabelecermos um tributo religioso de 10% dentro de nossas igrejas.

Nenhum pastor pode administrar recursos financeiros, pois não é sacerdote levítico, nenhum irmão em dificuldades financeiras e que por esta razão não consegue contribuir com uma alíquota estabelecida deve ser acusado de estar roubando a Deus, nem mesmo a obrigatoriedade de uma entrega necessariamente em dinheiro e com taxa prefixada pode existir em nosso meio. Isso tudo foi abolido com a lei.

O que é prevalece é o princípio do dízimo, que consiste no gesto voluntário e não opressor de apoiar a Obra de Deus com os necessários recursos deste mundo.

O termo dízimo poderia ser retirado sem nenhum problema da vida cristã, contudo sua manutenção não representa nenhum pecado, na medida em que sua aplicação respeite os princípios de fato cristãos e bíblicos.

Hoje, dizimar nada mais é do que contribuir com a Obra e isto se insere na proporcionalidade financeira de cada um, na segurança de que esta entrega não comprometerá a estrutura do sustento familiar de ninguém e na certeza de que o dinheiro entregue na igreja não compra a benção dos céus.

Já ouvimos líderes religiosos usando o termo “investimento” quando pedem dinheiro aos seus fiéis. Isso é um crime, uma blasfêmia, uma heresia que nosso universo semântico não consegue traduzir.

Dizimar, em nossos dias, implica em ato de amor, de liberalidade e de desapego à ganância materialista.

Quem dizima numa igreja séria está contribuindo com Missões e desta forma se torna instrumento para a salvação de outras vidas. Não está dando dinheiro para pastores. Está dividindo suas próprias bênçãos com os menos favorecidos – e isto é princípio fundamental da fé cristã.

Os dízimos e as ofertas nestes moldes que falamos (e não no da Velha Aliança, que gera ameaças e opressões da parte de alguns líderes desonestos) é o modelo mais ético, decente e coerente para a sobrevivência da igreja.

Toda instituição séria sobrevive de seus próprios membros e não de recursos externos e escusos. Tudo que a igreja faz deve ser financiado e gerido por receitas levantadas deliberadamente por seus próprios fiéis.

Suas edificações (que devem ser sempre modestas e necessárias), suas aquisições, seus projetos, o sustento de seus obreiros e suas campanhas missionárias devem ser garantidas pelos dízimos e ofertas levantados voluntariamente por aqueles que compõem a comunidade da fé.

Ao fazerem isto, estes colaboradores não estão assegurando nenhum lote no céu, não estão ganhando imunidade contra pobreza ou doenças, não estão negociando barganhas com Deus de qualquer espécie e muito menos estão fazendo nenhum indecente investimento para lucrarem valores maiores mais adiante. Este ensino é diabólico, criminoso, impostor, blasfemo e digno do nojo e do repúdio de todo autêntico filho de Deus.

Uma igreja que não se mantém decentemente por meio de seus dízimos e ofertas será tentada a angariar outros meios de sobrevivência e assim acabará sucumbindo à triste lógica dos nossos dias, onde verdadeiras empresas com nome de igrejas abrem e fecham portas às milhares todos os dias por todo país.

Sem falar que também serão formidáveis currais eleitorais para políticos nefastos compradores de votos.

Igrejas sérias recolhem dízimos de forma bíblica e ética, sem oprimir seus fiéis e sem mentir no verdadeiro valor e significado desta prática.

Temos orgulho em pastorear igrejas que recolhem seus dízimos e ofertas sem nenhum peso de consciência.

Há trinta anos não havia nenhuma polêmica em torno deste assunto, porque predomina o compromisso com Deus e com a moralidade bíblica. Hoje, temos empresários comandando igrejas e por isso o dízimo se tornou uma pauta maldita para muitos.

Voltemos á simplicidade do evangelho, sejamos honestos e decentes e todo dinheiro que circular em nossas igrejas será objeto de benção e não argumento de escândalo.

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

domingo, 9 de abril de 2017

O que é a Semana Santa?

semana santa

A Semana da Paixão (também conhecida como Semana Santa) é o tempo desde o Domingo de Ramos até o Domingo de Páscoa (domingo da Ressurreição). Semana Santa é assim chamada por causa da paixão com que Jesus voluntariamente foi à cruz para pagar pelos pecados de Seu povo.

Semana Santa é descrita em Mateus capítulos 21-27; Marcos capítulos 11-15; Lucas capítulos 19-23 e João capítulos 12-19.

A Semana Santa começa com a entrada triunfal de Jesus no Domingo de Ramos, montado em um jumento, assim como profetizado em Zacarias 9:9.

A Semana da Paixão continha vários eventos memoráveis. Jesus purificou o Templo pela segunda vez (Lucas 19:45-46), então disputou com os fariseus a respeito de Sua autoridade.

Depois disso, Ele fez o Seu Discurso das Oliveiras sobre o fim dos tempos e ensinou muitas coisas, incluindo os sinais de Sua segunda vinda. Jesus comeu a sua Última Ceia com os discípulos no Cenáculo (Lucas 22:7-38), depois foi para o jardim de Getsêmani para orar enquanto esperava que a Sua hora chegasse.

Foi aqui que Jesus, depois de ter sido traído por Judas, foi preso e levado para os julgamentos diante de vários sacerdotes, Pôncio Pilatos e Herodes (Lucas 22:54-23:25). Após os julgamentos, Jesus foi açoitado nas mãos dos soldados romanos.

Em seguida, foi forçado a carregar o Seu próprio instrumento de execução (Cruz) pelas ruas de Jerusalém, ao longo do que é conhecido como a Via Dolorosa (caminho das Dores). Jesus foi então crucificado no Gólgota no dia antes do sábado, foi sepultado e permaneceu no sepulcro até domingo, um dia depois do sábado, e, em seguida, gloriosamente ressuscitou.

Esse tempo é conhecido como Semana Santa porque foi quando Jesus Cristo realmente revelou a Sua paixão por nós através do sofrimento pelo qual voluntariamente passou a nosso favor.

Qual deve ser a nossa atitude durante a Semana Santa?

Devemos ser fervorosos em nossa adoração a Jesus e em nossa proclamação de Seu Evangelho!

Assim como Ele sofreu por nós, igualmente devemos estar dispostos a sofrer para poder segui-Lo e proclamar a mensagem de Sua morte e ressurreição.

GotQuestions.org/Português

Pb. João Placoná

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Você não respeita todas as religiões?

religioes

Não, eu não respeito todas as religiões, e nem seria sensato agir assim, apesar da frase "Respeito todas as religiões" parecer politicamente correta.

Posso e devo respeitar pessoas, mas não sou obrigado a respeitar suas religiões, palavras e atos.

Os antigos astecas, por exemplo, sacrificavam pessoas e algumas tinham o coração arrancado do peito ainda vivas pelas mãos do sacerdote. Era tanta gente trucidada em cada sessão que seus arquitetos aprimoraram o projeto das pirâmides. Acrescentaram em algumas uma canaleta por onde o sangue podia formar uma enxurrada sem comprometer a segurança da escadaria, evitando que alguém escorregasse nela.

Não seria nem um pouco politicamente correto respeitar tamanha crueldade, não é mesmo?

Mas talvez você diga que respeita todas as religiões que não sejam cruéis como a dos astecas. Qual, por exemplo?

Experimente trocar "religiões" por "medicamentos" para ver o que acontece. Você estaria disposto a aceitar qualquer medicamento, mesmo os falsos que poderiam causar danos à sua saúde? Ou que fossem apenas placebos sem efeito algum?

Neste caso você poderia estar respeitando todos os medicamentos, mas não seria uma atitude de respeito para com seu dinheiro.

Já que estamos falando da crueldade do sacerdote asteca de arrancar o coração da vítima do sacrifício, o que você diria se ele arrancasse também dela a possibilidade de sua salvação eterna?

É isso que faz uma religião falsa, que engana seu seguidor até ele se encontrar perdido no pós-vida. Se estivermos falando em graus de crueldade eu diria que nada pode ser mais cruel do que uma pessoa, doutrina ou religião que engane seus seguidores fazendo com que se percam eternamente.

Outro problema de achar que todas as religiões que não arranquem o coração da vítima devem ser respeitadas é perder de vista o que uma pessoa busca encontrar numa religião. Embora a grande maioria esteja interessada em algum paliativo momentâneo para sua saúde, finanças e relacionamentos afetivos, existem aquelas que estão realmente interessadas em seu destino eterno.

Como você se sentiria se pedisse informações de que ônibus tomar para um determinado destino e depois descobrisse que gastou seu único dinheiro numa passagem para um destino contrário ao que pretendia?

Jesus declarou: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim." (Jo 14:6).

Responda rápido: (A) Jesus estava enganado, (B) Jesus estava mentindo ou (C) Jesus estava falando a verdade. Se responder "A" ou "B" é melhor passar longe da Bíblia, porque o tema dela é Jesus, o Salvador, e seria insensato crer em um livro sobre alguém que estava enganado ou era propenso a enganar. Mas se respondeu "C" você acaba de descartar todas as religiões, caminhos e verdades que não sejam a própria Pessoa de Cristo.

Eu até compreendo que, depois de escutar que só Jesus é o caminho, a pessoa que diz que "Respeita todas as religiões" esteja querendo parecer politicamente correta. Mas se ela tiver um mínimo de inteligência irá perceber que sua afirmação é a mais soberba, prepotente e ofensiva possível. Por que?

Primeiro, ela está declarando conhecer todas as religiões para saber que nenhuma delas arranca corações. Você acha que existe alguém assim na face de um planeta com milhares de crenças?

Segundo, ela terá acabado de dar um tapa na cara de quem disse que só Jesus é o caminho, porque pelo menos esta crença terá desrespeitado, pois se a respeitasse teria de considerar todas as outras estão erradas, o que invalidaria sua tese de que todas são corretas.

Portanto, pela mesma razão que alguém de sã consciência não tomaria qualquer ônibus sem ter a certeza de seu destino, não tomaria um medicamento sem verificar sua eficácia, e nem aceitaria dinheiro visivelmente falso, é uma grande bobagem dizer que você respeita todas as crenças.

sto porque já não está respeitando a declaração de Jesus, de que somente ele é o caminho, a verdade e a vida e ninguém vai ao Pai a não ser por meio dele. Talvez você pudesse ter dito que respeita todas as pessoas, independente de sua religião, e aí estaríamos de comum acordo.

Eu também respeito todas as pessoas, até o sacerdote asteca. Mas neste caso, se ele estender sua mão para me cumprimentar eu vou proteger meu peito.

Sinto muito por você e por todas as outras pessoas que "respeitam todas as religiões", porque isso demonstra que não creem em Cristo como ÚNICO Salvador.

Se Jesus não estava enganado, não mentiu, e disse a verdade, então outras afirmações dele também irão selar o seu destino eterno. Quais? Estas:

"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus." (Jo 3:16-18)

Tem certeza de que é sensato embarcar em qualquer ônibus que passar ou tomar qualquer medicamento que encontrar?

Não seria melhor conferir antes se o destino daquele ônibus é o mesmo que você pretende e se o medicamento é eficaz, e não se trata de um placebo ou até de um veneno?

Você só tem uma chance de acertar, porque a morte irá selar seu destino eternamente, e sua escolha aqui terá feito toda a diferença. No final Deus não irá cobrar de você se foi politicamente correto, mas se creu no Filho dele, por meio de quem deu todas as evidências necessárias para você saber que era genuinamente o único capaz de salvar eternamente o pecador que vai a ele pela fé.

Mas o que difere o cristianismo bíblico de todas as religiões?

O cristianismo é a única crença que se distingue de todas as outras, porque ainda que todas tenham em vista uma salvação eterna, seja por purificação, evolução, reencarnação ou o que quer que tenha como alvo, apenas o cristianismo bíblico não tem o esforço próprio como meio para se alcançar esse fim. O verdadeiro evangelho, ou "boa nova", coloca o homem na condição de totalmente inapto de fazer qualquer coisa para "religar-se" (daí vem a palavra "religião") a Deus.

O verdadeiro evangelho da graça de Deus mostra que você é um pecador tão perdido quanto alguém que caiu num poço profundo e não tem uma escada para sair.

No verdadeiro evangelho é Deus que, por meio de Jesus e sua morte e ressurreição, apaga suas transgressões, dá a você uma nova vida e lhe capacita a morar na esfera celestial. E tudo isso vem pela fé em Jesus, uma fé que nem sequer brota na pessoa convertida, mas que é um dom de Deus.

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus." (Ef 2:8)

Todas as religiões são como alguém gritando lá em cima na boca do poço: "Saia daí, se esforce, você consegue!".

O verdadeiro evangelho mostra como Jesus foi ao fundo do poço para lhe buscar. Agora vem a melhor parte: Jesus não faz isso enquanto você estiver tentando dali por seus próprios meios, mas apenas quando desistir de salvar-se a si mesmo.

Afinal, como poderia o evangelho ser chamado de boa notícia se colocasse em você o encargo de se salvar?

A salvação por graça é isso mesmo, um presente que você recebe de Deus ao reconhecer que não tem meios para pagar por ele. O evangelho não poderia ser chamado de "evangelho da graça de Deus" se fosse uma lista do tipo: "Vá até a loja, escolha o presente, pague com seu cartão". Aí já não seria graça e nem boa notícia.

Mario Persona

Pb. João Placoná

sexta-feira, 31 de março de 2017

Deus ama ou odeia o pecador?

Deus ama o pecador

Meus amados muitas vezes já me foram enviadas perguntas relacionadas ao suposto ódio de Deus por Esaú, registrado em Malaquias 1:3.

Eu sei que essas perguntas não chegam por acaso. Elas são o fruto de uma confusão mental gerada em muitos irmãos que são doutrinados em suas igrejas com a ideia de que Deus odeia os pecadores. 

Em geral estes irmãos me perguntam como é possível Deus ser amor e ao mesmo tempo odiar o pecador. I Jo 4:16 afirma isto textualmente, estabelecendo uma aparente contradição.

Na verdade não há contradição alguma entre estas duas declarações. A dificuldade surge quando erroneamente presumimos que Deus odeia da mesma maneira que os homens.

O ódio nos seres humanos em geral se dá em termos de um desgosto ou de uma repugnância enorme e emocional com relação a alguém ou a alguma coisa.

Entretanto, em Deus o ódio é um ato de juízo, por parte do reto Juiz que separa o pecador de si mesmo. Isso não é contraditório ao amor de Deus, pois em seu amor por todos os pecadores, o Senhor permitiu que o pecado fosse perdoado, de forma que todos pudessem se reconciliar com Ele, na Pessoa do Cristo.

O pecador vai colher a ceifa do ódio de Deus, expresso em sua eterna separação do Senhor, ou a ceifa do amor de Deus, ficando com Ele por toda a eternidade.

Deus não quer “que nenhum pecador pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2 Pe 3.9), porém sua justiça exige que o pecador seja punido.

O amor de Deus, então, fez com que tal punição fosse levada na pessoa do seu Filho, no lugar de todos os homens (2 Co 5.21).

Portanto, não confundamos o ódio justo de Deus com o ódio carnal dos homens.

E só para que se faça uma justiça exegética com respeito ao texto de Malaquias 1:3, Deus não está falando da pessoa  Esaú, mas da nação que proveio dele, ou seja, Edom.

Portanto, Ele não está expressando ódio a uma determinada pessoa, nessa passagem.

Além disso, a nação de Edom merecia a indignação de Deus pela “violência feita a Jacó [Israel]” (Ob 10). Eles se posicionaram ao lado dos inimigos de Israel, fecharam o caminho por onde poderiam escapar, e até mesmo entregaram aqueles que tinham permanecido (vv. 12-14).

Finalmente, como no caso dos nicolaítas, Deus odeia as obras do pecador, mas não o pecador em si. João diz aos crentes que eles devem odiar as obras dos nicolaítas, as quais Deus também odeia (cf. Ap 2:6).

Alguns contradizentes e persistentes gostam de citar Salmo 5:5  que declara, a respeito de Deus: “odeias a todos os que praticam a maldade”. Entretanto, João 3.16 diz que Deus ama o mundo.

Estes versículos se contradizem? É evidentemente que não; a explicação está na diferença do ódio de Deus para o ódio humano, conforme já me pronunciei há pouco.

Eu acredito e defendo que Deus odeia intensamente toda e qualquer forma de pecado

Os Salmos descrevem a atitude de Deus para com o pecado.

1.    Salmos 5:4-6 “Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade, e contigo não subsiste o mal. Os arrogantes não permanecerão à tua vista; aborreces a todos os que praticam a iniquidade. Tu destróis os que proferem mentira; o SENHOR abomina ao sanguinário e ao fraudulento;”.

2.    Salmos 45:7“Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros”.

3.    Provérbios 6:16-19 – “Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal, testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”

Deus odeia até mesmo os “pequenos pecados” que às vezes achamos que são triviais.

1.    Zacarias 8:17 – “nenhum de vós pense mal no seu coração contra o seu próximo, nem ame o juramento falso, porque a todas estas coisas eu aborreço, diz o SENHOR”

E é da vontade de Deus que a nossa atitude para com o pecado seja de igual repugnância

1.    Salmos 119:104,128 – “Por meio dos teus preceitos, consigo entendimento; por isso, detesto todo caminho de falsidade”“Por isso, tenho por, em tudo, retos os teus preceitos todos e aborreço todo caminho de falsidade”.

2.    Romanos 12:9 – “O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem”.

3.    Salmos 101:3 – “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará”.

4.    Provérbios 8:13 – “O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço.

5.    I Coríntios 13:6 – “(amor) não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;”.

Por outro lado tão intensamente quanto Deus odeia o pecado, Ele também ama os pecadores que se rebelaram contra Ele.

1.    Ezequiel 33:11 – “Dize-lhes: Tão certo como eu vivo, diz o SENHOR Deus, não tenho prazer na morte do perverso, mas em que o perverso se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que haveis de morrer, ó casa de Israel?”

2.    João 3:16 – “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”

Deus quer que todos aqueles que se afastaram do seu caminho, voltem e sejam salvos!

1.    I Timóteo 2:3-4 “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”.

2.    II Pedro 3:9,15 – “Não retarda o Senhor a sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” “e tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor, como igualmente o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada,”

Dois textos que são o retrato do amor de Deus. O pastor e as ovelhas – Lucas 15:4-7 e O pai amoroso – Lucas 15:20-24

Por isso, Deus enviou Seu Filho, para fornecer um meio para a salvação dos pecados.

1.    Romanos 5:8 – “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”.

2.    I João 4:10 – “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que Ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados”

Todo pecador é convidado por Deus a aceitar o convite da salvação hoje e agora

1.    II Coríntios 6:2 – “porque ele diz: Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação;”

2.    Tiago 4:14 – “Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”

A salvação para o pecador é uma oferta gratuita e de amor, mas o que lhe assegura é a reação deste pecador à oferta da salvação.

O amor de Deus pelo pecador não é um amor irresponsável, como o de um pai que entrega o carro para um filho adolescente impulsivo. O amor de Deus exige compromisso, entrega, resposta de vida e dedicação. Os cristãos não devem ficar inertes e contemplativos com sua salvação. Temos de trabalhar e ser fiéis HOJE!

Romanos 13:11-14 “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”. João 9:4 – “É necessário que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar”.

Se você é um pecador precisa perceber que Deus odeia o pecado, mas te ama tanto que Ele enviou Seu Filho para morrer por você. Hoje, agora é o momento para que você possa responder ao plano do Evangelho da redenção. Ouça e pratique o que Ananias disse a Saulo em Atos 22:16: “E agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dele”.

A oferta amorosa vem de Deus. O presente oferecido é a salvação. O preço pago pela aquisição deste presente foi o sangue de Jesus e quem pagou foi Deus.

Mas, a aceitação desse presente é nossa responsabilidade. Um homem pode amar perdidamente uma mulher e planejar fazê-la a pessoa mais feliz do mundo, mas se ela não aceita e corresponder ao seu amor, jamais conhecerá os resultados desta promessa.

Assim também Deus ama o pecador e aguarda pacientemente por sua aceitação. Se houver recusa o amor de Deus não foi frustrado e nem a Obra na cruz foi invalidada.

Aquele homem amoroso poderá achar outra mulher que o valorize e corresponda. Jesus será aceito como Senhor e Salvador por muitos, o prejuízo e a frustração serão daqueles que rejeitarem tão imensurável e incompreensível amor.

Portanto, que Satanás não nos engane. Deus odeia de fato toda forma de pecado, mas Ele ama incondicionalmente o pecador!

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná