segunda-feira, 2 de outubro de 2017

IDÓLATRA - To be or not to be

Na minha caminhada com JESUS vi muita coisa boa e também muita coisa que não serviu pra nada! Infelizmente as Igrejas cristãs estão em grande parte infestadas de aproveitadores inescrupulosos que têm como objetivo o enriquecimento próprio e não o de salvar almas! Bem! Neste áudio vocês terão a oportunidade de separar a água do vinho no que diz respeito à Idolatria, por isso dei o nome de TO BE OR NOT TO BE – IDÓLATRA.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

“To be or not to be”–Idólatra


to be 2

Idolatria é trocar Deus por outra coisa ou pessoa, é adorar a um falso deus. 

Todas as pessoas de todas as religiões devem ser respeitadas, amadas e devem ter o direito de expressar suas crenças e opiniões.

No entanto, não é em nome do amor que vamos deixar de dizer a verdade. Isto seria uma contradição.

Deus condenou também a invocação aos mortos (Deuteronômio 18.9-14). 

O pecado da idolatria é um dos mais combatidos pelos profetas da Velha Aliança.

Enquanto que os outros pecados, em geral, são ofensas contra Deus, a idolatria configura-se como abandono ao verdadeiro Deus. 

Essas praticas são alguns dos grandes erros doutrinários de vários segmentos religiosos.

Sabemos que muitos dos santos adorados hoje foram de fato pessoas santas, servos de Deus, dignos de serem imitados, porém, morreram, e não ressuscitaram. Quando alguém lhes dirige uma oração, está fazendo uma invocação aos mortos, o que Deus proibiu e condenou.

Tais fiéis, pessoas sinceras e bem intencionadas, deveriam estar fazendo seus pedidos a Deus (Pai, Filho e Espírito Santo). Jesus mesmo nos ensinou a orar direto ao "Pai nosso".

Dizem que os santos intercedem pelos vivos. Mas, o que diz a Bíblia?

Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, conforme está escrito na primeira epístola de Paulo a Timóteo (2.5). Isto, porque Jesus foi o único que morreu na cruz para nos salvar do inferno, tomando sobre si o castigo pelos nossos pecados.

Jesus e o Espírito Santo são os únicos que intercedem por nós diretamente diante do Pai (Isaías 53.12 e Romanos 8.26).

É verdade que as pessoas vivas intercedem umas pelas outras, mas os mortos não intercedem por ninguém. Está escrito que os mortos não têm parte alguma no que sucede debaixo do sol (Eclesiastes 9.5-6). Eles não participam, não veem, não ouvem orações, não intercedem, nem interferem.

Logo, vemos a invocação aos santos como idolatria e politeísmo. O apóstolo Paulo, quando estava vivo, não admitiu que ninguém o adorasse nem se prostrasse diante dele (Atos 14.11-15). Se hoje ele pudesse falar a todos
quantos o invocam e veneram como santo, talvez ele repetisse suas palavras do texto de Atos: "Por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós”!


Quando o apostolo João, inadvertidamente, se prostrou diante de um anjo, este o repreendeu dizendo: "Não faças tal coisa. Sou teu conservo... Adora a Deus”!
 Só diante de Deus devemos nos prostrar. Somente a ele devemos dirigir nossas orações. "Ao Senhor teu Deus adorarás e somente a ele darás culto." (Mateus 4.10).

Devemos adorar ao Criador e não à criatura. (Romanos 1.21-25).

Infelizmente há irmãos cristãos que não leem a Bíblia e seguem os dogmas definidos pela sua religião. Esses dogmas foram definidos por homens, pecadores como nós e, portanto, são passíveis de erros.

Não adianta esses cristãos dizerem “Nós não adoramos imagens e santos, apenas veneramos as pessoas que elas representam”.

Vejam estas orações e tirem suas conclusões:

“Maria, mãe de Deus e nossa mãe, venho pedir a tua poderosa intercessão,  recorrer a teu amparo, colocando também os meus entes queridos sob a proteção da mãe amorosa que tu és. Como nossa advogada, defendei a nossa causa, afasta para longe de nós todo mal, para que não sejamos vítimas das investidas do inimigo. Abençoe cada um de nós, peça a teu filho Jesus a nossa cura interior, física, psicológica ou traumática. ao teu amparo recorremos agora e sempre santa mãe de deus e nossa mãe. Amém”.

“Ó Deus todo-poderoso, pela intercessão de Maria, nossa mãe, socorrei os fiéis que se alegram com sua proteção, livrando-os de todo mal neste mundo e dando-lhes a alegria do céu. filho bendito da virgem Maria rogai por nós. Amém!”

O certo é que eles (os cristãos) se ajoelham, pedem diretamente aos santos que intercedam a Jesus. Sem contar que fazem procissões carregando essas imagens. Se isso não é idolatria, o que é?

I Timóteo 2:5 declara: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” Não há qualquer outro que possa ser mediador entre nós e Deus.

Se Jesus é o ÚNICO mediador, isto indica que Maria e os santos não podem ser mediadores. Eles não podem mediar nossos pedidos de oração a Deus.

A Bíblia não dá absolutamente nenhuma indicação de que Maria ou os santos possam ouvir nossas orações. Maria e os santos não são oniscientes, nem onipresentes.

Mesmo glorificados no Céu, eles são seres finitos com limitações. Como poderiam ouvir as orações de milhões de pessoas?

Todas as vezes que a Bíblia menciona orar ou falar com os mortos, é em um contexto de magia, bruxaria, necromancia e ocultismo – atividades que a Bíblia fortemente condena (Levítico 20:27; Deuteronômio 18:10-13).

E, por derradeiro, gostaria de tecer alguns comentários sobre o 1º e o 2º Mandamento da Lei de Deus:

Com relação aos 10 mandamentos dados por Deus a Moisés que encontramos tanto nas Bíblias consideradas Evangélicas como nas Bíblias Católicas percebemos que a Igreja católica ensina em seu catecismo uma forma diferente, vejamos essas diferenças, principalmente no 1º e 2º Mandamentos.

Diferenças:

No lugar de:
1)   Não terás outros deuses diante de mim. 
2)   Não farás para ti imagem de escultura... 

Colocou-se:
    1) Amar a Deus sobre todas as coisas
    2) Não tomar seu santo nome em vão

Como podemos observar, ocultaram assim a reprovação de Deus em relação às Imagens de Esculturas que fazem parte das Igrejas e Catedrais Católicas. 

Ocultaram também a ordem de Deus para não cultuar a tais imagens, pois desse modo missas especiais para santos ou santas (padroeiros e padroeiras) seriam banidas das igrejas. 

Ocultaram ainda a Reprovação Divina de fazer igrejas, festas etc... em adoração/ Homenagens a Santos(as) "Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus.."(Ex.20:5)

De acordo com o segundo mandamento é proibida a fabricação de imagens para serem idolatradas, como também é vedado o culto, veneração a imagens de santos ou santas, deuses... 

Está claro que o Primeiro e segundo mandamentos do Decálogo  segundo a Bíblia, muda completamente os ritos de culto nas Igrejas Católicas, banindo de vez os ídolos de dentro dos santuários.

Alguém pode explicar o porquê dessa alteração? 

Espero que com estas explicações os meus irmãos católicos façam uma reflexão e busquem na Bíblia Sagrada estas afirmações que fizemos.

Pb. João Placoná



























domingo, 10 de setembro de 2017

Profetas e Revelações, ainda existem?

profetas

O termo “profecia” adquiriu uma detestável banalização nas igrejas evangélicas atuais. De repente, todos se tornaram profetas e tudo que dizem tornou-se profecia.

O brado “profetiza” ou “declara” são deflagrados nas canções de autoajuda, como um mantra, entoado pelos cantores gospel. Pastores repetem esses termos freneticamente nos programas de TV e nos púlpitos de suas igrejas.

Se há desemprego, eles dizem “profetiza teu emprego”. Se há violência, orientam “profetiza a paz em tua cidade e bairro”. E constantemente declaram coisas do tipo “eu profetizo que o Brasil é do Senhor Jesus”. “Profetizo”, “declaro” etc. – termos que se atropelam, se repetem e se banalizam.

Como resultado, seus reais significados perdem força e se distorcem conforme as intenções de seus manipuladores e de acordo com o baixo nível de entendimento bíblico daqueles que os escutam.

Nessas circunstâncias, quando eles “profetizam” ou “declaram” acabam sendo capazes de crer no absurdo de que Deus está preso a essas declarações, tendo a suposta obrigação de concretizá-las. Ou seja, trata-se de uma blasfema inversão de valores espirituais, onde o Deus todo soberano teria a obrigação de submeter-se às declarações dos tais “profetas”. Você consegue aceitar algo assim? Eu não!

Outro desdobramento absurdo que decorre dessa banalização é a ingerência autoritária e opressora na vida daqueles que se submetem a esse sistema de crenças. Os “profetas” da modernidade decidem casamentos, mandam raspar a barba, cortar o cabelo, mudar as vestes, trocar ou abandonar o emprego e até definem a cor da pintura da igreja. Tudo pela “revelação” de Deus. Dessa maneira estabelecem um verdadeiro terrorismo doutrinário dentro de suas igrejas, decidindo a forma como as pessoas devem viver e menosprezando a orientação bíblica, que nesses ambientes fica sempre relegada a um nível inferior.

Ainda existem profetas nos dias atuais?

Está em escrito em Efésios 2.20. "Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina".

Temos aqui uma evidência de que os profetas não mais existem, pelo menos no sentido de profetas do Novo Testamento, que supriam uma necessidade que não temos hoje.

Eles não tinham ainda a Bíblia completa como nós temos, a completa revelação de Deus. Era um período de transição e recebiam a Palavra diretamente de Deus. Por isso, juntamente com os apóstolos (que também não mais existem) formaram o fundamento ou alicerce da Igreja, sobre o qual somos hoje colocados como pedras vivas.

A conclusão óbvia, portanto, é de que se já existe um fundamento estabelecido, obviamente outros “fundamentos” devem ser rejeitados pela Igreja.

Hoje vemos a profecia manifestando-se com outro sentido e conotação, o de se falar por Deus, ou seja, quando alguém está falando (pregando) a Palavra de Deus, conforme está na Bíblia, essa pessoa está profetizando. Mas isto é bem diferente das revelações que eram dadas aos profetas do Novo Testamento.

Nada mais falta para nos ser revelado, pois se faltasse, a Bíblia estaria incompleta.

Abordando a questão com profundidade teológica

É profundamente necessário entendermos, ainda que de forma resumida, a definição do termo profeta no Antigo e Novo Testamento, para exatamente exemplificar qual a função dos profetas nos dias de hoje, desmitificando algumas divergências em relação a tal função nos nossos dias.

No Antigo Testamento: existem três vocábulos hebraicos principais para profeta:, “navi”, que significa o ato de designar alguém como Arauto. Neste sentido o primeiro termo usado para profeta tinha como papel proclamar, anunciar. O primeiro homem a ser chamado de profeta (navi) foi Abraão (Gênesis 20.7) e posteriormente Moisés (Deut 18.15).

O segundo termo hebraico para profeta é “ish elohim”, homem de Deus. Este termo é mostrado como uma pessoa de confiança de Deus e as pessoas veem isso na sua vida. Não é um título autodenominado, onde a pessoa aplica a si mesmo como sendo um homem de Deus, para gloriar-se. Era um reconhecimento das pessoas para com o profeta.

A sua apresentação como profeta era seu caráter. O terceiro termo para profeta é demonstrado por duas palavras “ro’eh” e “hozeh”, as duas se intercambiam no uso e ambas tem o sentido de vidente. Todos os profetas eram chamados por Deus para exercer tal função; não era uma escolha própria.

Depois de entender o termo profeta no Antigo Testamento, faz-se necessário entender também a função da profecia, antes de descrever a função do profeta no Novo Testamento.

Existem quatro funções básicas da profecia entre os hebreus:

1) O profeta tinha a responsabilidade de encorajar o povo de Deus a confiar de forma exclusiva em sua graça e poder.

2) O profeta tinha a responsabilidade de avisar ao povo que sua segurança dependia de fidelidade à aliança.

3) O profeta devia encorajar Israel quanto às coisas futuras.

4) A profecia era autêntica em termos de previsão, quando se cumpria.

Todos estes aspectos juntos definiam o profeta no Antigo Testamento.

No Novo Testamento: encontramos profetas na Igreja e a profecia é mostrada como sendo um dom. O contexto do Novo Testamento difere do Antigo Testamento e também é diferente até dos nossos dias.

Temos um profeta que prediz o que aconteceria com Paulo (At 21.11,12) e depois profetiza uma grave fome no Império Romano (At 11.27-30), mas a base de tudo isto, é: “A igreja está edificada sobre o fundamento dos apóstolos e profetas” (Ef 2.20), eles eram a voz de Deus naquele momento da igreja.

Existe profeta nos dias de hoje?

A resposta é sim, mas a voz de Deus hoje é a Bíblia. O profeta então deve saber interpretá-la e deve saber comunicá-la, nunca ultrapassá-la ou acrescentar mais coisas, além do que nela se encontra.

Toda e qualquer revelação deve estar igualada ao ensino das Escrituras. Não se deve pensar que ser profeta nos dias de hoje é igual aos profetas do Antigo Testamento, é bem diferente.

O oficio do profeta hoje está abalizado em I Coríntios 14.4b “aquele que profetiza edifica a igreja”, isto é, sendo um edificador da igreja como um todo.

O grande problema nos nossos dias é que o termo “profeta” tem perdido muito o seu significado bíblico dentro de muitas igrejas.

Ser profeta hoje é Status, é tido como uma pessoa extremamente especial, de um alto nível de espiritualidade. Mas a questão é que as mensagens proferidas por estes por muitas vezes são descabidas e carnais.

Profetizam coisas óbvias, algo que qualquer pessoa poderia dizer a outrem (como nos horóscopos), não é algo especifico, íntimo em que só a pessoa tem conhecimento. E, desta forma, são taxados como pessoas espirituais e íntimas com Deus, mas espiritualidade não está ligada ao fato de falar em línguas ou profetizar, mas sim ao fato de ter uma vida de caráter em tudo que se faz, vivendo a Palavra no dia a dia e não somente em momentos específicos de comoção religiosa.

Outro fator que devemos entender é que ser profeta não é possessão espírita.

Não é possuído por uma entidade fora de si, como se fosse um médium. Ser tomado pelo Espírito Santo não invalida a pessoalidade.

O profeta é um homem que está em posse de suas faculdades intelectivas, tem consciência do que está fazendo.

Portanto que jamais se confunda o Espírito Santo com gritos, pulos, socos no ar, histerias, sapateados ou demais atos desvairados, que ofendem a ordem e a decência do culto cristão.

Está escrito: “o espírito dos profetas está sujeito ao controle dos profetas; porque Deus não é Deus de desordem, mas sim de paz” (I Cor 14.32-33).

Ser um homem de Deus não quer dizer que não é preciso estudar, refletir, amadurecer e crescer de forma espiritual e no estudo teológico. Quem assim procede, dificilmente trilhará os rumos das loucuras que acabamos de citar.

Outra situação trágica que faz parte de nossa realidade é o culto à personalidade. Os profetas se tornam o centro do culto e a igreja vira seu público, como em um show a espera do astro.

Porém o centro do culto deve ser Deus e nada mais (Salmo 100). Muitas são as nomenclaturas criadas para estas pessoas. Algumas são conhecidas como  “santo homem de Deus”, “o homem de palavra poderosa”, “o homem cheio de Deus”. Eles lotam as telas da televisão, as rádios divulgando ensinos extrabíblicos de forma vergonhosa, herética e abusiva.

Tudo o que dizem é uma “verdade de Deus”, exaltam a si mesmos e usam sempre a mesma terminologia, “Deus está me dizendo” “Deus mandou lhe dizer que...”.

É preciso, entretanto, que estejamos atentos. Vivemos o momento histórico vaticinado pela Bíblia, pois têm se levantado nestes dias incontáveis “falsos profetas” que prometem “mundos e fundos” usando o nome de Deus, mas não sendo usados por Ele.

Por que denunciamos os falsos profetas?

Obviamente quando falamos dos falsos profetas sabíamos que iríamos mexer num vespeiro de interesses e maldades e que seríamos hostilizados por aqueles que se vissem atingidos.

O motivo é bem simples. Ninguém quer ver ameaçados seus interesses pessoais, poder e lucros. Em dias atuais nada é mais rentável financeiramente do que a manipulação religiosa.

Essa é a razão porque todos os dias tomamos conhecimento de novos escândalos e crimes protagonizados por supostos pastores e profetas do meio cristão.

Esses que nos atacam costumam usar o argumento de que não temos o direito de julgar o próximo.

Recebemos muitas mensagens com esse teor, quando denunciamos pastores que se envolvem com política ou que pertencem à maçonaria, a prática antibíblica de se ordenar mulheres ao ministério pastoral e os profanadores do culto cristão que hereticamente tentam entronizar danças coreográficas como ministério eclesiástico e os defensores das lastimáveis baladas gospel.

Recebemos tudo isso com profundo respeito e humildade, mas não podemos e nem devemos abdicar da verdade bíblica.

Quando denunciamos os desvios e blasfêmias de pseudoprofetas, além dos engodos de outros que mercadejam a Palavra de Deus, almejamos estimular uma reflexão sobre as inúmeras vidas que, enganadas, não conseguem abraçar ao verdadeiro Evangelho de Cristo, tornando-se infrutíferas.

Jesus condenou os fariseus por seus erros (Mt 23); Paulo fez o mesmo, citando inclusive nomes (2 Tm 4.10-15). Eu não costumo citar nomes, pois a nossa luta não é contra a carne e o sangue (Ef 6.12).

De fato, não devemos julgar pessoas no sentido de caluniá-las ou dizer inverdades acerca delas (Mt 7.1,2).

No entanto, julgar, no sentido de exercer discernimento e apontar o que está errado, até de maneira irônica (pois a ironia nem sempre é negativa, podendo ser usada para persuadir alguém a desviar-se do erro, como fez o apóstolo Paulo), é bíblico (2 Co 11.5-13; At 17.11; 1 Jo 4.1; Hb 13.9; 1 Ts 5.21; 1 Co 14.29; Mt 7.15-23; 1 Pe 4.17). Jesus mesmo disse: “... julgai segundo a reta justiça” (Jo 7.24).

Lendo com oração e meditação o texto de Mateus 7.15-23, além dos outros citados, percebemos o quanto devemos ter cuidado com os falsos evangelhos, que nada têm de evangélicos (2 Co 11.4; Gl 1.6-12; 1 Tm 6.3,4).

E como saber se alguém é um falso profeta?

Simples! Nenhum profeta busca receber glória dos homens ou se comporta como um showman, ele profetiza para ajudar outras pessoas e não para dar espetáculo, nem para parecer importante.

O profeta de Deus não é um “vendedor de novidades” e nem um “proclamador de novas visões”.

O profeta de Deus é tão somente um pregador ungido da Palavra, pois a Bíblia (e somente ela) é a verdadeira, completa, perfeita, segura, santa e suficiente revelação de Deus aos homens. O profeta não inventa novas doutrinas nem distorce o ensino da Bíblia.

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

sábado, 9 de setembro de 2017

Ele ouve?

orando

"Pedro, pois, era guardado na prisão, mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus". (Atos 12.5).

Será que o Senhor Deus ouve a sua oração?

Imagine ser acordado por um anjo e despertar para um milagre! Foi o que aconteceu com Pedro quando estava na prisão pela terceira vez, à espera de seu julgamento e morte certa.

O rei Herodes Agripa havia decapitado Tiago (primeiro apóstolo a ser martirizado), este era irmão de João, e agora mantinha Pedro preso. Pedro tinha pelo menos três certezas que lhes servia como encorajamento nos tempos difíceis:

Deus VÊ nossas tribulações, Ele vê as dificuldades que enfrentamos (Atos 12.1-4).

O Senhor Deus OUVE as nossas orações, Seus ouvidos estão atentos... (Atos 12.5-17).

E por fim, é Deus QUEM LIDA com nossos Inimigos (Atos 12.18-25).

Percebe? Assim, o ponto crítico nesta história é "...mas havia oração incessante!".

Nunca subestime o poder de uma igreja que ora!

O registro na bíblia diz que Pedro dormia... Será que conseguiríamos dormir se estivéssemos acorrentados a dois soldados romanos diante da possibilidade de sermos executados no dia seguinte?

O apóstolo dormia tão pesadamente que o anjo teve de tocá-lo para que despertasse! Essa experiência foi diferente das outras duas. Dessa vez ele estava sozinho e aconteceu após uma tragédia (morte de Tiago).

O que deu a Pedro tanta confiança e paz?

Em primeiro lugar, havia muitos cristãos orando por ele. Por meio da oração vem à nossa memória as promessas da Palavra de Deus... E Pedro cria piamente nas Palavras de Jesus (João 21.18-19) sobre quando e como ele morreria (numa cruz romana). Ele sabia que não seria pelas mãos de Herodes.

A Paz que excede todo o entendimento vem quando, pela fé, entregamos TUDO ao Senhor!

A questão não é se Deus ouve você, mas é se VOCÊ CRÊ que Deus o ouve... Você crê? Veja, "E os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas" (1 Pedro 3.12).

As Palavras do apóstolo em sua carta revelam que ele tinha conhecimento profundo do que significa esperar em Deus, aguardar suas providências, ser sustentado pela intercessão dos irmãos, enfim,..., ele perseverava na oração e súplica certo de que Deus tem um Plano!

Já orou com essa fé?

Já orou crendo que Deus ouvirá seu clamor?

Ou melhor, já orou tendo em mente que Deus sabe o que faz?

Lembre-se, o mover de Deus não está naquilo que entende ser o melhor caminho, mas está na perfeita, boa e agradável vontade do Pai. É nesta fé que a oração é ouvida... Vamos orar?

Querido Deus e Pai, não há palavras que expressem melhor o meu maior pedido do que estas...

“Cumpra a Tua vontade em Mim...”

“Faça-me conhecer o Teu querer sobre minha vida...”

Pai, quero viver essa realidade, livra-me de mim mesmo, do meu egoísmo.

Quero estar no centro da Tua vontade,

Por Jesus.

Amém!

Pr. Hagton Bastos

Pb. João Placoná

sábado, 2 de setembro de 2017

Clame a mim!


orando

"Clame a mim e eu responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que você não conhece." (Jeremias 33:3)

Muitas pessoas se perguntam: "Se Deus já sabe o que eu preciso, porque devo clamar a Ele?"

Quando você chama Deus para agir em uma determinada causa ou situação, você reconhece que só Ele é Deus, isto é, só Ele tem todo o poder sobre TODOS e sobre TUDO e que aquilo que você está pedindo para Ele é impossível de se realizado por você.

Quando a nossa humanidade parece falhar, Ele entra com o seu poder divino e muda todas as coisas.

A bíblia traz vários exemplos de pessoas que clamaram a Deus e viveram milagres: Daniel clamou e Deus o livrou de morrer em uma cova cheia de leões, Ana clamou a Deus e Ele a curou de sua esterilidade, Elias clamou a Deus e Ele enviou chuva sobre uma terra seca. Deus realiza o impossível.

Você está enfrentando algum tipo de dificuldade? Clame a Deus agora e peça a sua ajuda! Sim, Ele te responderá. E como Ele te responderá? De infinitas formas.

Deus não é previsível, Ele é surpreendente! Fale com Ele àquilo que você precisa e permita que Ele haja em sua história! Além de ajudá-lo, Ele poderá anunciar coisas que você nunca imaginou.

"Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, Ele nos ouve." (1 João 5:14)

Pra. Val Dias

Pb. João Placoná

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Orar no monte, é bíblico?

monte
Você que gosta de subir no monte para orar não deixe de ouvir este ensinamento.
A Bíblia não aponta que lugares concedam mais poder a oração. Ou seja, não há nada na Bíblia que diga que no meu quarto a oração é mais fraca do que em um monte, ou que se eu orar na igreja minha oração será atendida, mas se eu orar na sala de casa não será.
Interessante notar que quando Jesus orientou seus discípulos a respeito da oração usou a figura do quarto como exemplo de um bom lugar para orar:“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (Mt 6. 6).
Veja o Vídeo e tire suas conclusões : ORAR NO MONTE, É BÍBLICO?

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Charlatões de Plantão (nas igrejas)


charlatoes

Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; Atos 20:29.

Se a Igreja de Cristo conhecesse de fato quem é Deus, as coisas não estariam como está.

Quanta confusão espiritual ultimamente, é muita presepada e pouco evangelho.

Conhecer a Deus é o fundamental para qualquer pessoa prudente, temer a Deus é o começo para ser sábio, desviar-se do mal tem que ser o desejo dos filhos da verdade eterna.

No entanto, a Igreja moderna tem a cada dia se distanciado de Deus, mesmo tendo crescido o numero dos "cristãos".

Há uma inflamação maligna, um distúrbio da fé genuína, uma deturpação  do poder de Deus, em nosso meio.  O certo é que uma erva perigosa chamada engano disseminou entre o povo. Milhões seguem desordenadamente achando que está servindo a Deus, mas que, na verdade estão totalmente escravizados pelo mal.

Se a Igreja lesse a Palavra e meditasse nela de dia e de noite, não estaria neste fiasco que se encontra. São templos cheios de pessoas vazias, desviadas servindo a ceia, ministrando a Palavra, impondo as mãos sobre outros, ao invés de tirar o mal, estão lhes acrescentando.

Que decadência espiritual é esta? Cadê o discernimento entre o que é de Deus, e o que não é?

Nem todos que dizem Senhor, Senhor, tem parte no reino de Deus, nem todos que estão no campo do evangelho, são trigos, os joios estão por todas as partes e são mais vistosos e florescentes.

Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam; João 5:39. Estudem a bíblia, examinem a si mesmo, veja se está agradando a Deus ou não, não perca a sua salvação, busque discernimento das coisas espirituais, não se deixe levar por esse bombardeio das trevas que impera em nosso meio.

Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. 1 João 4:1.

Infelizmente, o povo que se diz de Deus, desconhece este versículo. Quantos prevaricadores da verdade, ladrões da unção, usurpadores da herança, distorçedores da justiça, lobos devoradores, estão em nossos meios, infiltrados como se fossem um de nós.

Portanto o meu povo será levado cativo, por falta de entendimento; e os seus nobres terão fome, e a sua multidão se secará de sede. Isaías 5:13. Os herdeiros de Deus têm ficado reféns das trevas, por não atentar para os alertas da Palavra.

As pessoas têm caído no laço de Satanás como patinhos em rios contaminados e estão totalmente embriagados pela lama do inferno.

Por quê? Muitos são preguiçosos espirituais, querem as bênçãos e não querem fazer nenhum esforço para tê-las, então, vivem esmolando oração, pedem a um e a outro, ficam na fila para receberem “revelações” sem ao menos conhecerem a procedência daquela pessoa; só porque ela tem um falso titulo que a Bíblia faz menção.

Isto é sinal que realmente, estes não conhecem a Deus, porque Deus ouve a todos, e por isso, ficam aprisionados pelas correntes das trevas.

“E, tudo o que pedirdes em oração, crendo, o recebereis”. Mateus 21:22.

Mas tu, quando orares, entras no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. Mateus 6:6.

Satanás tem roubado as bênçãos de muita gente, porque as pessoas têm relaxado na vida espiritual, ao invés de consultar a Deus, vão consultar a homens, e disto, se aproveitam os muitos desordeiros da fé.

Queridos, o mundo evangélico está um caos, o único que morreu por todos, foi Jesus, então desconfie quando a esmola é demais. Desconhecemos como Satanás age. Pode ser que, por detrás de certas "orações", o intuito seja tirar alguma coisa que te pertence.

Despertas tu que dormes, não caia neste laço que está nas redes sociais, tantas ofertas de "eu vou orar por você", “Jesus mandou te dizer que...”, “As suas bênçãos estão a caminho...” muito cuidado com essas “profecias”.

Não fique pedindo orações a quem você não conhece, não coloque o seu nome nem o da sua família em lista satânica, muitos já estão presos, sem saber.

Em tudo, peça direção de Deus, precisa de ajuda em oração? Ore! Ou peça para Deus lhe direcionar a alguém, e Ele vai lhe encaminhar a alguém real.

Não vá atrás dos fantasmas que você só conhece nas redes sociais, cujos endereços são montados. As coisas são mais perigosas do que se possa imaginar.

Cuidado com as tantas ofertas de: entre em contato que eu vou orar por você, quase sempre o número da conta bancaria vem em seguida.

Vá a uma congregação onde a Palavra pregada é verdadeira  e busque a face de Deus, não caia no engano do mal.

Não acredite no que a mídia televisiva mostra de pessoas que em um ano virou de mendigo à empresário de sucesso, com carrões último tipo, casas de veraneio, dinheiro no banco, 2 empresas, 100 empregados, etc. Não vá nessa onda maligna, têm muitos agentes do diabo de plantão para te roubar.

Muitos têm vivido totalmente manipulados pelas trevas, acorrentados na alma, pessoas na Igreja em uma decadência terrível, devido às tantas asneiras que são ensinadas.

Há muitos, dizendo estar com a presença de Deus em sua vida, mas com a mente bloqueada pelo inimigo e não atenta para o papel ridículo que estão prestando, descem ao nível das trevas e começam a andar com se fossem cachorros, lambendo os pés de homens que certamente estão possuídos pelo poder satânico. Raça de víboras.

Há pessoas dizendo estar com o Espírito de Deus e, em seus corpos, se comportam como aqueles que cultuam as trevas. Satanás já roubou a sua adoração a Deus.

É preciso buscar na Palavra, com o coração em oração, com temor diante de Deus, perseverando e suportando os ardentes ataques do mal, só assim, escaparemos  do laço final.

Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra. Apocalipse 3:10.

Cuidado Igreja, estão faltando os verdadeiros servos, e estão sobrando os charlatões. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Mateus 7:15.

“E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada de uma para outra parte." Tiago 1:5-6.

Pra. Elza Amorim Carvalho

Pb. João Placoná

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Estando eu no pecado e Jesus voltando, eu fico?

arrebatamento 3

Essa dúvida tem acontecido na mente de muitas pessoas devido a muitos erros nos ensinos teológicos em muitas igrejas.

É importante que saibamos o que a Bíblia diz sobre a nossa salvação, sobre nossos pecados, sobre o perdão de Deus, etc., para que tenhamos paz em nosso coração e não vivamos totalmente neuróticos todos os dias.

Vejamos, pois:

(1) A primeira coisa a ser dita é que a salvação acontece quando entregamos nossa vida a Jesus, quando entendemos que somos pecadores e que Jesus Cristo deu Sua vida em nosso favor.

É nesse momento que somos salvos por Jesus e selados pelo Espírito Santo: “em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa” (Efésios 1:13). Nesse momento, nossos pecados são cancelados: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados” (Atos 3:19).

(2) A segunda coisa a ser compreendida é que Jesus Cristo morreu por todos os nossos pecados.

Sejam aqueles que cometemos antes da conversão e também aqueles que por descuido de nossa parte possamos cometer mesmo depois de convertidos: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo; e Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro” (1 João 2:1-2).

(3) Na prática isso significa que somos salvos não porque reconhecemos cada um de nossos pecados nominalmente, um por um, desde que nascemos e os confessamos um por um (o que seria impossível), mas porque reconhecemos a nossa condição de pecadores, nosso fracasso em cumprir a vontade de Deus e reconhecemos o sacrifício perfeito de Cristo.

Assim, se, por exemplo, eu cometer um pecado e não tiver tempo de me arrepender dele e confessá-lo objetivamente a Deus, isso não significa que irei perder minha condição de salvo, que irei ficar se Jesus voltar, pois o sacrifício de Jesus foi 100% perfeito para me salvar.

(4) Alguns têm medo, por exemplo, de cometerem um erro e esquecerem-se de pedir perdão por algum motivo e perderem a salvação caso morrerem sem pedir perdão ou se Jesus voltar. Isso é um erro.

A salvação não se perde, pois ela é obra de Deus em nossa vida, não depende de obras, mas da graça de Deus em nós: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).

(5) Por fim, finalizo dizendo que de todos aqueles que Jesus salvou nenhum se perderá, porque nada pode nos separar do amor de Deus (Romanos 8:38-39).

Além disso, quem nos garante essa verdade é o próprio Jesus Cristo: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão. Aquilo que meu Pai me deu é maior do que tudo; e da mão do Pai ninguém pode arrebatar” (João 10:28-29).

Se você é um salvo de verdade, se recebeu Jesus em seu coração, você não vai ficar quando Jesus voltar para arrebatar a Sua igreja (nem mesmo se porventura se esquecer de confessar um pecado) e nem quando você morrer irá para longe do Senhor. Pelo contrário, todos que são de Cristo verdadeiramente estarão com Ele. Nenhum se perderá.

O sacrifício de Cristo na cruz foi perfeito, e plenamente eficaz para salvar aqueles que pelo Pai lhe foram dados; se alguém por quem Cristo morreu viesse a perder a salvação, significaria dizer que o sacrifício de Cristo teria sido imperfeito e ineficaz, uma vez que não teria sido suficiente para salvar aquele pecador!

O Senhor não inicia uma obra para abandoná-la, ou deixá-la inacabada! "Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus"! (Filipenses 1:6)

Pb. André Sanchez

Pb. João Placoná

sábado, 12 de agosto de 2017

A Resposta é Jesus

salvo

Só de Deus vem a minha salvação, só Dele vem a minha esperança.

É preciso notar que a confiança é o resultado de uma luta interior, é fruto da fadiga desse viver, e que a salvação e a esperança não residem no poder e na riqueza, mas em nosso Deus Jesus Cristo, que é a Rocha sobre a qual pode estar solidamente construída a existência humana.

Confiar no Deus forte, leal e fiel não significa fugir das decepções da vida para buscar autossatisfação, mas significa ver a realidade como ela é, sem mentiras e sem enganos, sem lamentações, mas também sem desculpas, pois é dentro dela que Deus manifesta Sua força e fidelidade.

Fique com Deus e jamais desista do Seu amor, pois somente nEle há paz e salvação!

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Comunicação com os Mortos à Luz da Bíblia

mesa branca

A HISTÓRIA DE SAMUEL E SAUL

Às vezes, a história de Samuel e Saul é usada para justificar a comunicação com os mortos.

Nessa circunstância notável, Samuel, aparentemente, foi trazido de volta do mundo dos mortos, pela médium de Em-Dor. Deus mesmo parece ter realizado esse milagre; só esse ato surpreendente explicaria o terror da médium (1 Samuel 28:3-25). Devemos lembrar que a voz de Samuel não falou por meio dos lábios dessa médium.

Samuel e Saul falaram diretamente um com o outro por causa desse surpreendente milagre. E mais, o Altíssimo ficou descontente com a tentativa desesperada de Saul de consultar o profeta morto. Não é de admirar que Saul tenha ouvido uma profecia de julgamento de que ele e seus filhos morreriam no dia seguinte — profecia essa que foi cumprida.

Entendemos que não há um consenso entre os comentaristas acerca do que aconteceu. Na opinião de alguns, um espírito maligno se fez passar por Samuel; para outros, Deus interrompeu a sessão espírita de forma inesperada e permitiu que o verdadeiro Samuel aparecesse.

A segunda alternativa é preferível pelos seguintes motivos: A médium se assustou com a aparição repentina de Samuel no lugar dos espíritos com os quais ela estava acostumada a lidar. Além disso, o texto especifica que era Samuel. Por fim, o espírito profetizou com precisão o que sucederia no dia seguinte.

A TENTATIVA DE FALAR COM O MORTO

A tentativa de falar com o morto é condenada de maneira consistente por Deus. (Deuteronômio 18:10,11,12).

A BÍBLIA ORDENA: “Não os seus filhos em sacrifícios, queimando-os no altar. Não deixem que no meio do povo haja adivinhos ou pessoas que tirem sortes; não tolerem feiticeiros, nem quem faz despachos, nem os que invocam os espíritos dos mortos. O SENHOR Deus detesta os que praticam essas coisas nojentas...” (Deuteronômio 18:10,11,12)

OS DEMÔNIOS PERSONIFICAM O MORTO

Contudo, há espíritos que personificam o morto. O truque deles é complexo, pois conseguem, de fato, falar sobre amor, o valor da religião ou fazer referências favoráveis a Cristo. E é claro que sabem o bastante sobre o morto para enganar o incauto.

Os demônios personificaram o morto para criar a ilusão de que os vivos podem se comunicar com os mortos.

Esses espíritos têm um impressionante conhecimento da vida da pessoa morta, uma vez que observam com atenção os indivíduos enquanto estão vivos.

Por meio do poder de iludir, eles conseguem imitar a voz, personalidade e, até mesmo, a aparência da pessoa morta.

FANTASMAS SÃO DEMÔNIOS

A habilidade de espíritos demoníacos de simular a personalidade do morto ajuda-nos a entender casas assombradas. Enquanto estava hospedado em um hotel perto de Calgary, um jornal local publicou uma história dizendo que havia, pelo menos, dois fantasmas no belo prédio. Um dos empregados mostrou-nos uma escadaria de mármore onde vivia um desses fantasmas (fato comprovado pelo testemunho dos empregados).

Anos atrás, uma recém-casada rolara escada abaixo e batera a cabeça, o que resultou em sua morte. Fomos informados que, agora, seu espírito vivia na escadaria e aparecia com alguma regularidade.

1. Como explicamos esse fenômeno?

Quando uma pessoa habitada por espíritos malignos morre, esses demônios precisam se transferir para outro lugar.

Frequentemente, eles escolhem permanecer no lugar em que a morte aconteceu (isso parece ser especialmente verdade no caso de mortes violentas, como assassinato e suicídio).

Eles assumem o nome e as características da pessoa morta e fazem aparições ocasionais sob esse disfarce.

Essas entidades (como são frequentemente chamadas hoje) são espíritos malignos que, muitas vezes, posam como “fantasmas amigáveis”.

CONSULTAR UM MÉDIUM É DAR AS COSTAS A DEUS

Tentar contatar o morto é propor associação com hostes das trevas fingindo serem anjos de luz que estão ali para ser úteis. Isaías, o profeta, advertiu o povo de que consultar um médium era dar as costas a Deus.

Quando vos disserem: Consultai os que consultam os mortos e os feiticeiros, que sussurram e murmuram, respondei: Por acaso um povo não consultará o seu Deus? Em favor dos vivos se buscarão os mortos? À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem conforme esta palavra nunca verão o raiar do amanhecer. (Isaías 8:19,20).

DEUS ABOMINA TODAS AS MANEIRAS DE OCULTISMO

Ocultismo, de qualquer espécie, não é uma fonte confiável de informação em relação ao que acontece após a morte. Ele só prova a existência de um mundo espiritual, um mundo de engano e de conhecimento obscuro. Deus abomina todas as maneiras de ocultismo (Levítico 19:31; Deuteronômio 18:9-12; Isaías 8:19,20.

Um dos argumentos usados pelo Espiritismo é o de que se Deus proibiu a comunicação com os mortos é porque existe tal comunicação, pois Ele não iria proibir algo impossível de acontecer.

À primeira vista parece um sólido argumento, todavia, convém lembrar que Deus conhece as ciladas do diabo. Ele sabe o perigo que corremos em consultar feiticeiros, adivinhos, médiuns ou necromantes. Deus sabe que esse é um caminho maldito, que nos levará à perdição.

Na verdade, Ele está advertindo que não são os mortos que se apresentam para nos comunicar alguma coisa. São os demônios que se manifestam.

Se essa comunicação com o além fosse uma prática saudável; se trouxesse qualquer benefício aos homens; se os desencarnados fossem de fato mensageiros de Deus, como deseja o Espiritismo, Deus recomendaria essa prática, sem nenhuma restrição.

CONCLUSÃO

A questão, claro, é que toda informação sobre a vida após a morte que vem de espíritos ou canalizadores não é confiável. Os que se voltam para o mundo oculto para buscar conhecer a morte estão equivocados.

Sim, há vida após a morte, mas não aprendemos os detalhes dela com demônios, cujo principal deleite é confundir e enganar.

Ninguém que proclamado ser um guru é qualificado para nos informar a respeito da eternidade. Ninguém pode provar que ele, ou ela, viveu a experiência de ser reciclado de outra existência.

O Espiritismo é um terreno minado, cheio de armadilhas, de surpresas desagradáveis. O melhor mesmo é seguir o conselho do salmista: Entrega a tua vida ao Senhor, confia nele, e tudo Ele fará (Salmos 37.5).

Pr. Erwin Lutzer

Pb. João Placoná

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Quem decide a salvação: O Livre Arbítrio ou a Soberania Divina?

salvacao escolhida ou determinada

Um grande problema criado pela doutrina calvinista da soberania divina tem a ver com a vontade do homem.

Se Deus rege Seu universo mediante Seus decretos soberanos, como é possível que o homem exerça livre escolha? E se Ele não pode exercer liberdade de escolha, como Ele pode ser considerado responsável por seu comportamento?

Ele não é uma mera marionete cujas ações são determinadas por um Deus que fica atrás dos bastidores mexendo os pauzinhos conforme lhe agrada?

A tentativa de responder tais questões tem dividido a igreja cristã organizadamente em dois grupos que carregam os nomes de dois distintos teólogos, Jacó Armínio e João Calvino.

A maioria dos cristãos está satisfeita em se envolver em um grupo ou outro e negar ou a soberania de Deus ou o livre-arbítrio do homem.

Parece possível, entretanto, reconciliar estas duas posições sem fazer violência a cada uma, embora o esforço que pretendo fazer aqui nesta direção possa se mostrar deficiente aos partidários de um grupo ou outro.

Por essa razão eu me sinto livre para reafirmar que não sou nem calvinista e nem arminiano, ainda que reconheça nas propostas de Armínio uma linha interpretativa mais próxima daquilo que eu creio e que tentarei em breve palavras transmitir aqui.

Na minha opinião, Deus soberanamente decretou que o homem fosse livre para exercer escolha moral, e o homem desde o começo tem cumprido esse decreto fazendo sua escolha entre o bem e o mal.

Quando ele escolhe fazer o mal, ele não está agindo, por meio disso, contra a vontade soberana de Deus, mas a cumprindo, considerando que o decreto eterno decidiu, não qual escolha o homem deveria fazer, mas que ele devesse ser livre para fazê-la.

Se em Sua absoluta liberdade Deus desejou dar ao homem uma liberdade limitada, quem poderá impedir Sua mão ou dizer, “Que fazes?”.

A vontade do homem é livre porque Deus é soberano. Um Deus menos que soberano não poderia conceder liberdade moral às Suas criaturas. Ele teria medo de fazer isso.

Talvez uma simples ilustração possa nos ajudar a entender. Um transatlântico deixa São Luis do Maranhão em direção a Manaus. Seu destino foi determinado pelas autoridades competentes. Nada pode mudá-lo. Este é um pequeno quadro do que seja a soberania.

A bordo do transatlântico está uma multidão de passageiros. Estes não estão em correntes, nem suas atividades lhes são determinadas por decreto. Eles são completamente livres para movimentarem-se conforme desejarem. Podem permanecer na embarcação rumo ao seu destino ou podem até mesmo pularem nas águas se assim desejarem.

Por arrependimento, desânimo ou desistência, podem tentar obter a oportunidade de embarcarem noutro transatlântico ou solicitarem uma pequena lancha que lhes leve de volta ou para outra direção.

Enfim, são muitas as possibilidades. Eles comem, dormem, divertem-se, ficam à toa no convés, leem, falam tudo como desejam, mas ao mesmo tempo o grande transatlântico está conduzindo-os constantemente em frente, em direção a um porto predeterminado.

Ambas, a liberdade e a soberania estão presentes aqui e elas não se contradizem.

Assim eu creio que ocorre com a liberdade do homem e a soberania de Deus. O poderoso transatlântico do propósito soberano de Deus mantém seu curso constante através do mar da história.

Deus se move imperturbado e desimpedido rumo ao cumprimento desses propósitos eternos que Ele propôs em Cristo Jesus antes que o mundo começou.

Não sabemos tudo que está incluído nesses propósitos, mas o suficiente nos foi revelado para nos fornecer um amplo esboço das coisas e que vem nos dar uma boa esperança e uma sólida garantia do bem-estar futuro.

Sabemos que Deus cumprirá cada promessa feita aos profetas; sabemos que os pecadores um dia serão varridos da terra; sabemos que um grupo resgatado entrará para o gozo de Deus e que os justos irão resplandecer no reino de seu Pai; sabemos que as perfeições de Deus, todavia receberão aclamação universal, que todas as inteligências criadas confessarão Jesus Cristo Senhor para a glória de Deus Pai, que a presente ordem imperfeita será abolida, e um novo céu e uma nova terra será estabelecida para sempre.

Na direção de tudo isto Deus está se movendo com infinita sabedoria e perfeita precisão de ação. Ninguém pode dissuadi-lo de Seus propósitos; nada O desvia de Seus planos.

Visto que Ele é onisciente, não pode haver circunstâncias imprevistas, nem acidentes. Visto que Ele é soberano, não pode haver ordens canceladas, nem quebra de autoridade; e visto que Ele é onipotente, não pode haver falta de poder para atingir Seus fins escolhidos. Deus é suficiente a Si mesmo por todas estas coisas.

Ao mesmo tempo as coisas não são tão fáceis como este ligeiro esboço pode sugerir.

O mistério da iniquidade já opera. Dentro da ampla esfera da vontade soberana e permissiva de Deus o mortal conflito do bem com o mal continua com fúria crescente.

Deus, todavia, conseguirá o que quer no furacão e na tempestade, mas a tempestade e o furacão estão aqui, e como seres responsáveis devemos fazer nossas escolhas na presente situação moral.

Certas coisas foram decretadas pela livre determinação de Deus, e uma destas coisas é a lei de escolha e consequências. Deus decretou que todos que desejosamente se entregam a Seu Filho Jesus Cristo em obediência de fé receberão a vida eterna e se tornarão filhos de Deus.

Ele também decretou que todos que amam as trevas e continuam em rebelião contra a suprema autoridade do céu permanecerão em um estado de alienação espiritual e finalmente sofrerão a morte eterna.

Reduzindo toda a questão em termos individuais, chegamos a algumas conclusões vitais e bem particulares.

No intenso conflito moral que agora nos cerca, quem quer que esteja do lado de Deus está do lado que vai ganhar e não pode perder; quem quer que esteja do outro lado está do lado que vai perder e não pode ganhar.

Não há aqui nenhuma sorte, nenhum jogo. Há liberdade para escolha de qual lado estaremos, mas nenhuma liberdade para negociar os resultados da escolha uma vez que ela for feita.

Pela misericórdia de Deus podemos nos arrepender de uma escolha equivocada e alterar as consequências fazendo uma escolha nova e correta.

Além disso, não podemos ir.

Toda a questão da escolha moral gira em torno de Jesus Cristo. Cristo afirmou claramente: “Aquele que não está comigo está contra mim,” e “Ninguém vem ao Pai senão por mim.”

A mensagem do evangelho incorpora três elementos distintos: um anúncio, um comando e um chamado.

Ele anuncia as boas novas da redenção realizada em misericórdia; ele comanda todos os homens em todos os lugares a arrependerem-se e chama todos os homens a submeterem-se aos termos da graça crendo em Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

Todos nós devemos escolher se obedeceremos ao evangelho ou nos desviamos em incredulidade e rejeitamos sua autoridade.

A escolha somos nós que fazemos, mas as consequências da escolha já foram determinadas pela vontade soberana de Deus, e dela não há apelação.

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

sábado, 15 de julho de 2017

Os Falsos Profetas

falso profeta 2

A Bíblia diz que os falsos profetas são perigosos e causam muitos problemas.

Deus não se agrada dos falsos profetas, porque falam mentiras em Seu nome.

Um profeta é uma pessoa que recebe e transmite uma revelação de Deus. Um falso profeta não recebe uma revelação de Deus mas diz que recebeu...

O falso profeta engana as pessoas com mensagens falsas, que não vêm de Deus.

Jesus avisou que nos últimos tempos iriam surgir muitos falsos profetas para enganar até os crentes. Por isso, quando alguém diz que é profeta, é muito importante analisar a profecia à luz da Bíblia para ver se é verdadeira ou falsa.

Algumas características de falsos profetas:

1 – Suas profecias não se cumprem – Se a profecias não se cumprem, não vem de Deus;

2 – Contradizem a Bíblia – Ensinam coisas erradas, que não estão de acordo com o que a Bíblia diz;

3 – Causam problemas – Provocam divisões, controvérsias e contendas entre os irmãos da Igreja;

4 – São manipuladores - Os falsos profetas procuram satisfazer desejos egoístas, como ter poder, dinheiro ou influência; usam engano, chantagem emocional, medo, bajulação para conseguirem o que querem;

5 – Não ouvem a verdade – Quando confrontados com a verdade, não se arrependem nem aceitam nenhuma dúvida; muitos falsos profetas saem das Igrejas para criar movimentos novos porque não aguentam ouvir a verdade.

Os falsos profetas começaram a aparecer já nos dias dos apóstolos. Desde aquele tempo as sementes do erro têm sido lançadas.

Desde então, eles têm aparecido continuamente. Precisamos estar preparados contra eles, mantendo-nos sempre em guarda.

Há milhares de pessoas que parecem estar sempre prontas a crer em qualquer coisa que ouvirem desde que, venha dos lábios de alguém que tenha o título de ministro religioso.

Esquecem-se que um clérigo pode errar, tanto quanto um leigo. Eles não são infalíveis. O que eles ensinam precisa ser confrontado com os ensinamentos das Sagradas Escrituras. Só devemos seguir tais ministros, e crer no que ensinam enquanto as doutrinas por eles ensinadas concordarem com a Bíblia, e nem uma palavra a mais.

Devemos fazer prova deles, pelos “seus frutos”. Sã doutrina e vida santa são sinais característicos dos verdadeiros profetas.

Os erros dos nossos ministros não justificam os nossos próprios erros. “Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco” Mateus 15:14.

Qual a melhor salvaguarda contra falsos ensinamentos? Sem sombra de dúvida, a resposta é o estudo regular da Palavra de Deus, sempre acompanhado de uma oração que rogue a iluminação do Espírito Santo.

A Bíblia foi-nos outorgada para ser uma lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos – Salmos 119:105.

Deus não permitirá que quem a ler corretamente caia em algum erro irremediável.

A negligência para com a Bíblia é que faz tantas pessoas se tornarem presas fáceis do primeiro falso mestre que aparecer. A verdade pura e simples é que são pessoas preguiçosas, negligenciam a leitura da Bíblia e não querem ter o trabalho de pensar por si mesmos. Não existe nada que forneça tantos seguidores para os falsos profetas do que a preguiça espiritual, disfarçada sob uma capa de humildade.

Lembremo-nos que não são apenas o mundo, o diabo e a carne únicos perigos no caminho do cristão. Há outro, o “falso profeta”, o lobo disfarçado de ovelha.

Feliz é quem estuda a Bíblia e ora, e sabe a diferença entre a verdade e o engodo, na religião!

Respostas Bíblicas

J.C. Ryle

Pb. João Placoná

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Por que sofrer?

sofrimento

Jesus ensinou que o mundo visto da perspectiva de Deus está posicionado a favor dos oprimidos.

Este ensino aparece no Sermão do Monte e em outras declarações de Jesus: “ Muitos primeiros serão os últimos” (Mt 19:30; Marcos 10:31; Lucas 13:30) “... e o que se humilha será exaltado” (Lucas 14:11; 18:14).

Entretanto, por que Deus escolheria dar atenção especial para os oprimidos?

1 – O sofrimento nos ajuda a perceber nossa urgente necessidade de redenção

2 – O sofrimento nos ajuda a experimentar nossa dependência de Deus e a interdependência uns dos outros.

3 – O sofrimento nos ajuda a estabelecer a diferença entre necessidades e luxos.

4 – O sofrimento nos ajuda a responder ao chamado do
Evangelho, pois ficamos tão desesperados que clamamos a Deus.

Os pobres, os famintos, os que choram e aqueles que sofrem são bem-aventurados (Mateus 5:3-6), porque a falta de autossuficiência é evidente para eles todos os dias. Eles precisam recorrer a alguma fonte para encontrar força.

As pessoas que são ricas, bem-sucedidas e belas podem viver seus dias confiando em seus dons naturais. No entanto, as necessitadas, dependentes e insatisfeitas com a vida estão propensas a acolher o dom gratuito do amor de Deus.

“Bem-aventurados os humildes de espírito...” Por quê? Porque...”deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3).

Quanto mais fracos nos sentirmos, maior será a nossa dependência de Deus.

Nosso Andar Diário

Pb. João Placoná

sábado, 24 de junho de 2017

Fim da Alma

alma

A grande maioria das pessoas vive em busca de progresso material; isto não está errado, entretanto, o erro se configura quando estas ambições ou conquistas são estabelecidas antes de servir, honrar e glorificar a Deus.

Por mais rico que alguém seja, a sua riqueza não terá nenhum valor quando chegar à eternidade.

Tudo que acumulou ficará neste mundo para ser disputado pelos herdeiros.

Porém, se a sua vida serviu ao Senhor, era rico material e espiritualmente, seus herdeiros seguirão os seus passos e continuarão a sua obra.

Ninguém escapará da justiça de Deus; ela se dará quando deixarmos esta vida e chegarmos à eternidade. E você, já entregou de fato seu coração e sua vida a Jesus?

Ele pergunta neste momento a você: "O que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou o que dará o homem em troca da sua alma?" (Mateus: 16.26).

Todos os bens materiais, bem como o próprio ser humano com seus prazeres, vaidades, ambições e glórias, são transitórios neste mundo. Tudo cessa. Tudo acaba.

Mas, a alma permanecerá por toda a eternidade. Viverá eternamente na companhia de Deus ou no inferno, dependendo da sua escolha neste mundo.

Depois disso não há missa, nem vela, nem riqueza que possam mudar o destino da alma humana.

A porta ainda está aberta. Não perca tempo!

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

domingo, 11 de junho de 2017

Confissão e Pecado

confessando

A Bíblia ensina que a confissão é pré-requisito para o perdão divino, seja para salvação ou comunhão diária.

Tal confissão envolve arrependimento e, se necessário restituição.

A confissão sem arrependimento é fraude. “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” Provérbios 28:13.

Às vezes a confissão exige a restituição - Êxodo 22:1-15. Este é o aspecto da confissão que sempre é esquecido. Mas se nosso pecado privou alguém do que lhe pertencia por direito (bens, dinheiro, trabalho), devemos nos apressar em restituir.

As Escrituras anunciam que Deus perdoa livremente os que confessam os seus pecados.

A confissão é humilhante, mas “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” I João 1:9.

É extraordinário o fato de o Deus onisciente prometer não apenas nos perdoar, mas também esquecer-se de nossos pecados para sempre!

Pão diário

Pb. João Placoná

segunda-feira, 29 de maio de 2017

A Chamada para a Salvação

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Deus nunca força o homem aceitá-lo, mas certamente convida a receber a salvação.

Este convite inclui o dom da graça de Deus e o poder do Espírito Santo para convencer o homem do pecado e ajudá-lo na decisão para sua salvação.

Os atos da graça divina mediante a salvação são conhecidos como “a chamada para a salvação”. “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28).

I. A NECESSIDADE DA CHAMADA

Certo líder espiritual observou que o homem não descobre a Deus, mas, sim, Deus se revela ao homem através das Escrituras Sagradas. Além disto, o homem não pode iniciar ou realizar sua salvação à parte de Deus. Por causa da sua natureza pecaminosa, o homem é espiritualmente um “inválido”, incapaz em si mesmo de dar um só passo em direção a Deus (Rm 3.11). Porque a natureza depravada do homem e seu pecado tornam-se incapaz de vir a Deus.

Por isso Deus teve que vir até ele. Portanto, Deus precisou prover não somente um meio de salvação (a redenção em Cristo); mas também Ele restaura ao homem a capacidade de buscá-lo. Ele mesmo atrai todos os homens a Si, no recebimento da salvação, mediante o Espírito Santo.

Sem esta ajuda divina nenhum homem poderia jamais ser salvo. “Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios” (Rm 5.6). “Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6.44).

Conforme a resposta positiva que Deus vê no coração do homem em aceitá-lo, ele restaura, liberta, perdoa e transforma o homem numa nova criatura.

II. SALVAÇÃO OFERECIDA A TODOS

A preservação da vida de Raabe e sua família (Hb 11.31); a benção sobre a vida de Rute (Rt 4.13-22); e a cura de Naamã (2º Rs 5.1-14), são apenas alguns exemplos de que Deus é Senhor e abençoador de todos.

Ele quer salvar a todos (T 2.11; Mt 11.28; Jô 6.37; Ef 4.6). O profeta Jonas testificou que Deus é misericordioso para aceitar a qualquer um que se arrependa de seus pecados (Jn 4.2).

O evangelho de João 1.12, confirma este propósito de Deus: salvar a todos (Jo1.12). Jesus também o declarou (Jô 3.17; 5.24).

Infelizmente, muitos são os que rejeitam o convite da graça de Deus e acabam por desprezar a Cristo, acarretando sobre si a ira divina.

III. A NATUREZA DO CHAMAMENTO

É importante compreender que o chamamento de Deus para a salvação.

Deus deseja que todos recebam a salvação em Cristo, e a vida eterna que Ele oferece. Deus deseja que todos os homens sejam salvos. Ele não força a decisão do homem, mas Seu próprio desejo é que o mundo receba. “...não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento’ (2ª Pe 3.9b).

Portanto Deus deseja que todos cheguem ao arrependimento e recebam o perdão de seus pecados.

O convide de Jesus não é seletivo, mas para todos os homens. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28). Embora o chamamento de Deus seja dirigido a todos os homens, estes não são obrigados a aceitá-lo.

O fato do chamamento ser universal, a salvação não é universal, mas individual. Assim como a redenção de Cristo é suficiente para todos, mas eficaz somente para o que crê, assim também a chamada de Deus é válida para o mundo inteiro. Mas aplicável somente aqueles que a atendem.

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16). Jesus convida a todos para que recebam a vida eterna.

Deus chama o homem para desfrutar de uma porção especial no Seu evangelho. “Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite” (Is 55.1).

No capítulo 55 o profeta messiânico prenuncia o evangelho da graça. As primeiras palavras deste capítulo fazem nos lembrar aos de nosso Senhor Jesus Cristo no grande dia da Festa dos Tabernáculo: “No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba” (Jo 7.37). O evangelho faz o seu apelo ao um mundo sedento. Notemos os seguintes pontos:

1. Um evangelho de graça: tudo é oferecido “sem dinheiro e sem preço”.

2. É um evangelho de fé e não de obras: “Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá” (v.3).

3. É o evangelho de Cristo (v.4). Deus o tem dado como príncipe e Comandante do povo, para ser o Capitão da sua salvação. Os que o procuram, acham; e todos os que o invocam (v. 6) recebem misericórdia e perdão (v.7).

4. É um evangelho de gozo (v.12). Quem o recebe sai cantando, como o eunuco da Etiópia (At 8.39).

5. É um evangelho frutífero (v.13). “Em lugar do espinheiro, crescerá o cipreste, e em lugar da sarça crescerá a murta”. As obras da carne cedem lugar ao fruto do Espírito.

IV. O CHAMADO ESPECIAL

O chamamento básico e geral de Deus é para o arrependimento (Mt 3.2; 2ª Pe 3.9) e para a fé (Rm 10.9; 1ª Jo 3.23).

Este é o chamamento para a salvação, o qual envolve outros chamamentos mais específicos.

Primeiramente, os que recebem o chamamento para a salvação recebem uma vocação especial para serem num sentido específico os “chamados”, em contraste com o restante do mundo (1ª Co 1.26; Ef 1.18), pois são chamados para serem santos (1ª Co 1.7).

Em segundo lugar, os que “chamados para serem santos” também recebem chamamento para ministérios específicos, assim como Paulo foi “chamado” para ser apóstolo (Rm 1.1).

Então? Já descobriu o seu chamado?

Pr. Elias Ribas

Pb. João Placoná

sábado, 27 de maio de 2017

Como posso me tornar um filho de Deus?

filho de Deus

É muito simples: "Mas, a todos quantos o [Jesus] receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

Você precisa nascer de novo

Quando visitado por um líder religioso chamado Nicodemos, Jesus não imediatamente o assegurou de que ia ao céu. Ao invés, Cristo disse: "Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus" (João 3:3).

A primeira vez que uma pessoa nasce, ela herda a natureza pecaminosa que resulta da desobediência de Adão no Jardim do Éden. Ninguém tem que ensinar uma criança a pecar. Ela já naturalmente segue seus desejos de fazer o errado, os quais a levam a cometer pecados como mentir, roubar e odiar. Ao invés de ser um filho de Deus, a criança é na verdade um filho da desobediência e ira.

“Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar [Satanás], do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Efésios 2:1-3).

Como filhos da ira, merecemos ser separados de Deus no inferno. Felizmente, a passagem continua: “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos-” (Efésios 2:4-5).

Receba a Jesus

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus" (João 1:12).

Esta passagem explica claramente como tornar-se um Filho de Deus.

Precisamos receber Jesus através da fé nEle. O que precisamos acreditar sobre Jesus?

Primeiro, precisamos reconhecer que Jesus é o eterno Filho de Deus que se tornou homem. Nascido do poder do Espírito Santo, pela virgem Maria, Jesus não herdou a natureza pecaminosa de Adão. Então, Ele é chamado de segundo Adão (1 Coríntios 15:22).

Enquanto que a desobediência de Adão trouxe a maldição do pecado ao mundo, a vida perfeita de Cristo pode cobrir as nossas transgressões. Nossa resposta deve ser de nos arrepender (voltar-nos contra o pecado), confiando em Sua vida perfeita para nos purificar.

Segundo, precisamos ter fé em Jesus como Salvador. O plano de Deus foi de sacrificar o Seu Filho perfeito na cruz para pagar pela punição que merecemos pelo nosso pecado: a morte. A morte de Cristo liberta a todo aquele que O recebe da penalidade e do poder do pecado.

Finalmente, precisamos seguir a Jesus como Senhor. Depois de fazer de Cristo o Vitorioso sobre o pecado e a morte, Deus deu a Ele toda autoridade (Efésios 1:20-23). Jesus guia todos que O recebem; Ele vai julgar a todos que O rejeitam (Atos 10:42).

Porque a graça de Deus nos leva ao arrependimento e fé no Salvador e Senhor, somos nascidos de novo para uma nova vida como filhos de Deus. Apenas aqueles que recebem a Jesus – não apenas um conhecimento intelectual sobre Ele, mas realmente dependendo dEle de coração para a salvação, submetendo-se a Ele como Mestre, e amando a Ele como o tesouro supremo – tornam-se filhos de Deus.

Torne-se um filho de Deus

"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que creem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus" (João 1:12-13).

Assim como não tivemos influência alguma sobre o nosso nascimento a este mundo, não podemos fazer nada que causaria o nosso nascimento à família de Deus, nem através de boas obras, nem por invocar uma fé qualquer. Como o verso acima diz: Deus é quem “nos deu o poder” de acordo com a sua vontade graciosa. “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1). Por causa disso, o filho de Deus não tem nada do que se orgulhar, mas se vangloria apenas no Senhor (Efésios 2:8-9).

Uma criança cresce e se parece com os seus pais. Igualmente, Deus quer que Seus filhos tornem-se mais e mais como Jesus Cristo. Apesar de que apenas no céu seremos perfeitos, um filho de Deus não vai habitualmente pecar sem se arrepender. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém; aquele que pratica a justiça é justo, assim como ele é justo. Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão” (1 João 3:7-10).

Não se engane; um filho de Deus não pode ser “renegado” por pecar.

Entretanto, alguém que “pratica” o pecado (quer dizer, consistentemente desfruta do pecado sem se preocupar em viver de uma forma que agrade a Deus) revela que nunca nasceu de novo. Jesus falou a tais pessoas: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhes aos desejos” (João 8:44).

Os filhos de Deus, por outro lado, não mais desejam a gratificação do pecado, mas sim conhecer, amar e glorificar ao seu Pai.

A recompensa de ser um filho de Deus é imensurável. Como filhos de Deus, fazemos parte de Sua família (a igreja), temos como promessa um lar no céu e recebemos o direito de nos aproximar de Deus em oração como o nosso Pai (Efésios 2:19; 1 Pedro 1:3-6; Romanos 8:15).

Responda ao chamado de Deus de se arrepender dos seus pecados e acreditar em Cristo. Torne-se um filho de Deus hoje mesmo!

Faça, agora, a seguinte oração de comprometimento:

Senhor, eu preciso de ti.

Abro a porta da minha vida e recebo-te como meu Salvador e Senhor.

Toma conta da minha vida.

Agradeço-te porque perdoas os meus pecados e me aceitas como sou.

Gotquestions.org/Português

Pb. João Placoná

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Céu ou Inferno – Qual a sua escolha?

ceu ou inferno

Lucas 16:19-31

” 19 Jesus continuou:

— Havia um homem rico que vestia roupas muito caras e todos os dias dava uma grande festa.

20 Havia também um homem pobre, chamado Lázaro, que tinha o corpo coberto de feridas, e que costumavam largar perto da casa do rico.

21 Lázaro ficava ali, procurando matar a fome com as migalhas que caíam da mesa do homem rico. E até os cachorros vinham lamber as suas feridas.

22 O pobre morreu e foi levado pelos anjos para junto de Abraão, na festa do céu. O rico também morreu e foi sepultado.

23 Ele sofria muito no mundo dos mortos. Quando olhou, viu lá longe Abraão e Lázaro ao lado dele.

24 Então gritou: “Pai Abraão, tenha pena de mim! Mande que Lázaro molhe o dedo na água e venha refrescar a minha língua porque estou sofrendo muito neste fogo!”

25 — Mas Abraão respondeu: “Meu filho, lembre que você recebeu na sua vida todas as coisas boas, porém Lázaro só recebeu o que era mau. E agora ele está feliz aqui, enquanto você está sofrendo.

26 Além disso, há um grande abismo entre nós, de modo que os que querem atravessar daqui até vocês não podem, como também os daí não podem passar para cá.”

27 — O rico disse: “Nesse caso, Pai Abraão, peço que mande Lázaro até a casa do meu pai

28 porque eu tenho cinco irmãos. Deixe que ele vá e os avise para que assim não venham para este lugar de sofrimento. ”

29 — Mas Abraão respondeu: “Os seus irmãos têm a Lei de Moisés e os livros dos Profetas para os avisar. Que eles os escutem!”

30 — “Só isso não basta, Pai Abraão!”, respondeu o rico. “Porém, se alguém ressuscitar e for falar com eles, aí eles se arrependerão dos seus pecados.”

31 — Mas Abraão respondeu: “Se eles não escutarem Moisés nem os profetas, não crerão, mesmo que alguém ressuscite.”

Os capítulos 14, 15, 15 falam de momentos em que Jesus estava sendo observado e testado. Nesses capítulos Jesus trouxe muitos ensinamentos, expôs os mestres da lei e também mostrou que amava as pessoas que precisavam da sua misericórdia.

Deus nos ama e sempre nos dá oportunidade do arrependimento e recomeço.

Esta semana assistimos a nossa nação ser escandalizada pela corrupção.  É bom que o país seja “passado à limpo”, mas também devemos lembrar que quem elegeu esses corruptos fomos nós.

Muitas vezes também nos igualamos a todos eles querendo levar vantagem em alguma coisa.  Para benefícios próprios, tiramos proveito e favores de certas amizades.

Às vezes temos o mesmo perfil dos políticos, usamos de posições que ocupamos para tirar proveito.

O ato de comprar uma carta de motorista, pagar um funcionário público para retirar os seus pontos da carteira de motorista, fazer uso de produtos piratas, nos tornamos corruptos tanto quanto esses políticos que estão sendo acusados.

É fácil apontar o erro do outro, quando agimos da mesma forma que os políticos corruptos. É preciso acabar com a cultura do "jeitinho brasileiro".

A corrupção está nas entranhas de nosso país, e ela existe há séculos, porque o homem está mais preocupado em possuir bens aqui na terra do que ser uma pessoa honesta.

As pessoas estão cada vez mais materialistas, egoístas e individualistas. Apontamos os erros dos outros, mas quem nunca infringiu uma lei seja ela qual for?

Para concluir os capítulos anteriores do evangelho de Lucas, Jesus entrega esse ensinamento e usa a parábola do rico e Lázaro.

Através da parábola do rico e de Lázaro, Jesus ensina aos seus discípulos algo que estava sendo cometido por todos e que desagradava a Deus, seja na ganância ou no desprezo.

Esse ensinamento não quer dizer que os ricos vão para o inferno e os pobres para o céu. Não é a condição financeira que define se uma pessoa vai para o céu ou inferno.

O problema não estava no fato do homem ser rico, mas sim por ser egoísta. A má administração dos bens concedidos por Deus haviam afastado os judeus da verdadeira riqueza, que é a vida eterna.

Nesse ensinamento, o Senhor expõem dois tipos de pessoas: um podre por fora e outro podre por dentro.

Um homem confiante totalmente nas suas riquezas e luxúrias o outro totalmente dependente de Deus.

O texto diz que os dois homens morreram. O mendigo morreu e foi levado pelos anjos de Deus e o rico morreu e foi sepultado.

Aquele homem que não possuía nada, que tinha o corpo todo machucado, morre e tem uma vida de rico. Na passagem não fala como o corpo de Lázaro foi sepultado, porque o que importava não era o seu corpo e sim o aconteceu com sua alma.

Na tradução judaica os ricos eram colocados em pano de linhos para serem sepultados.

Todas as honras dadas aos homens ricos no plano espiritual tudo isso não serviria para nada na eternidade.

O texto diz que o rico estava em um lugar de tormento e ao ver Lázaro do lado de Abraão, pede para que Lázaro molhe o dedo com água para colocar em sua boca. Abraão explica que entre eles há um abismo que impede que isso aconteça. Então ele pede para que Abraão mande Lázaro voltar à terra e avisar seus parentes. 29 — Mas Abraão respondeu: “Os seus irmãos têm a Lei de Moisés e os livros dos Profetas para os avisar. Que eles os escutem!”

30 — “Só isso não basta, Pai Abraão!”, respondeu o rico. “Porém, se alguém ressuscitar e for falar com eles, aí eles se arrependerão dos seus pecados.”

31 — Mas Abraão respondeu: “Se eles não escutarem Moisés nem os profetas, não crerão, mesmo que alguém ressuscite.”

Às vezes surge à dúvida, aquela pessoa da família que morreu, foi para o céu ou inferno? Jesus nos ensina a todo o momento e temos a palavra de Deus para acreditar e praticar.

Deus usa os pastores para ensinar sua Palavra, se você não acreditar hoje, nem que manifeste um morto não irá acreditar.

Muitas pessoas viveram grandes milagres de Deus e não mudaram suas atitudes e continuaram sem crer no Senhor.

Não é uma condição de riqueza e pobreza. Lázaro mesmo não tendo nada e doente continuou acreditando na bondade e amor do Senhor.

Nosso relacionamento com Deus não depende se estamos bem ou não. Servir ao Senhor não é porque estou sendo abençoado. Eu não sirvo a Deus somente para que só aconteçam coisas boas na minha vida.

A motivação de servir a Deus é porque amamos a Deus.

Não servimos a Deus apenas porque gostamos do pastor ou dos irmãos da igreja. Servimos a Deus porque o amamos.

Servimos a Deus porque Ele é Bom e nos ama.

Devemos servir a Deus porque temos a certeza que um dia nós estaremos ao lado do Senhor.

O mais importante não é o que temos e o que possuímos nessa terra e sim qual será o nosso destino final quando fecharmos nossos olhos para sempre nesta terra.

Esse cristianismo do ter e possuir mais e mais, atitude individualista, egoísta, materialista não é de Deus.

O verdadeiro cristianismo é a manifestação do amor de Deus em nós e através de nós.

Mesmo não desfrutando das coisas que gosto, nunca deixarei de amar a Deus.

Nessa vida não se leva nada, não perca sua paz tentando acumular bens nessa terra, o nosso verdadeiro tesouro está no céu e é a nossa salvação.

Todos nós passamos por lutas, dificuldades, perdas e tragédias. Por isso você vai ficar a vida inteira se lamentando?

Todos os dias Deus nos dá oportunidade de escrever nossa história de forma diferente.

Devemos descansar no Senhor e confiar nEle. Fazer as coisas diferentes, conforme a vontade de Deus.

Permita que o Senhor lhe abençoe e pare de ficar reclamando.

Aquele mendigo mesmo doente sendo lambido pelos cachorros confiou no Senhor.

Ele não pode mudar a sua vida na terra, mas mudou sua vida no céu.

Talvez aqui na terra não consiga ver os benefícios que você investiu no Reino, mas verás no céu.

Acumule riquezas no céu. Quando você confia de verdade no Senhor a sua herança é a vida eterna.

Qual a tua escolha, confiar em Deus ou abandoná-lo?

O verdadeiro cristão não abre mão de fazer as coisas conforme a vontade de Deus porque é isso que nos garante a vida eterna.

Não se prenda às coisas da terra. Invista nas coisas que te levarão para o céu.

Não queira fazer investimento à curto prazo. Deus quer que você faça investimento à longo prazo (vida eterna).

Não fique reclamando da vida, busque a Deus que é o seu maior investimento hoje.

Busque a Deus de todo o seu coração porque quando acabar seus dias aqui na terra, Deus vai mandar os anjos para te buscar e levá-lo até o céu ao seu encontro.

Não se preocupe com as coisas materiais, porque não são elas que garantirão a nossa eternidade.

Invista no seu relacionamento com Deus.

A nossa verdadeira riqueza esta no céu. Então se esforce aqui na terra para que um dia possa usufruir de tudo isso ao lado do Senhor.

Pr. Marlon Góes

Pb. João Placoná