"Clamei por socorro ao Senhor; clamei ao meu
Deus por ajuda. Do seu templo ele ouviu a minha voz; meu grito chegou aos seus
ouvidos." (Salmo 18:6).
"Clamei por socorro ao Senhor; clamei ao meu
Deus por ajuda. Do seu templo ele ouviu a minha voz; meu grito chegou aos seus
ouvidos." (Salmo 18:6).
DÍZIMOS E OFERTAS
Não sou contra as ofertas à
Igreja, sei que ela precisa de recursos para se manter e cumprir a sua missão.
Sou contra a OBRIGATORIEDADE, do
dízimo como esses pastores/bispos/missionários e apóstolos pregam, notadamente
usando a passagem de Malaquias 3:8.
Esse versículo quando usado de má
fé, acaba por intimidar o ouvinte, pois, dá a entender que ele (o ouvinte) está
roubando a Deus.
Além do mais, esse versículo não
é para nós e sim endereçado aos Sacerdotes da época que estavam desviando os
recursos arrecadados. Malaquias 2:1 –“O Senhor Todo Poderoso diz: - Sacerdotes,
eu estou falando com vocês”.
Entendo também que para evitar
pastores ricos e Igreja pobre, há necessidade de prestação de contas do que
entra e do que sai dos recursos arrecadados.
Em primeiro lugar porque a Igreja
não tem dono, aqui na terra, a não ser, o nosso Senhor Jesus Cristo.
Com esse acerto de contas, feito
de forma transparente, os congregados saberão onde foram aplicados todo
numerário arrecadado, tanto como Dízimos, como Ofertas Espontâneas.
Essa providência desencorajaria
certos responsáveis pela direção da Igreja a usarem levianamente tais recursos
em benefício próprio, levando uma vida com muito conforto em casas luxuosas,
roupas de grife, frequentam restaurantes caros e possuem carros último tipo, sítios,
e, até aviões. Enquanto os congregados, na maioria das vezes deixam de
alimentar a sua família para dar o dízimo com medo de que Deus vai “pesar” a
mão.
A ordem natural de um bom cristão
é: DEUS, FAMÍLIA, TRABALHO, IGREJA.
Finalizando, chamo a atenção dos
irmãos para observarem se o seu pastor/missionário/bispo ou apóstolo:
1 - Gastam mais tempo em pregar o
dízimo do que a Palavra de Deus.
2 – Se a Igreja possui EBD e um
serviço ativo de Evangelização Externa.
3 – Se visitam Hospitais,
Presídios, Asilos e mesmo a casa dos doentes.
4 – Se pregam “prosperidade” para
todos – todos serão ricos, empresários, que Jesus era filho de um empresário bem-sucedido
no ramo de carpintaria.
5 – Se pregam “cura” para todos,
no entanto, não vi nenhum curar a Covid19!!!
João Placoná
Para
início de conversa, quero deixar claro que creio na contemporaneidade dos dons
espirituais.
Em
outras palavras, não sou cessacionista. Os dons devem permanecer na igreja até
que tenhamos chegado à perfeita estatura de Cristo (Efésios 4:13). A meu ver,
ainda estamos longe disso.
Entretanto,
considero uma blasfêmia atribuir certas manifestações bizarras ao Espírito de
Deus.
É
deprimente assistir pelo Youtube a cultos onde as pessoas são tomadas de
êxtase, girando de um lado pro outro, em gestos e expressões corporais muito
parecidos com os encontrados no candomblé.
Por
que razão o Espírito Santo, meigo do jeito que é, levaria pessoas a se
contorcerem no chão, ou a descaracterizarem suas fisionomias?
O
Apóstolo Paulo afirma que as manifestações do Espírito são para aquilo que for
útil (1 Coríntios 12:7). Então, que utilidade tem de derrubar as pessoas? Que
utilidade tem de ficar rodopiando pelo salão da igreja?
Recuso-me
a crer que tais bizarrices sejam provocadas pelo Espírito de Deus.
Você
imaginaria os discípulos de Jesus fazendo tais coisas? Ou mesmo Jesus, o Filho
de Deus, com Sua face desfigurada, falando em línguas aos berros?
Tais
manifestações devem ser atribuídas à infantilidade de alguns crentes.
Não
duvido de sua sinceridade, nem mesmo ponho em xeque sua experiência com Deus.
Porém,
a maneira como extravasam suas experiências se deve mais ao condicionamento
adquirido em suas congregações. Se numa determinada igreja, as pessoas possuem
manias excêntricas de expressar o gozo do Espírito, um novo crente acabará
assimilando os seus trejeitos.
Há
também uma pitada generosa de exibicionismo. Em certas comunidades, a
espiritualidade é aferida pelo volume do grito, ou pela habilidade em sapatear
de olhos fechados.
Isso
acaba produzindo gente doente, que no afã de chamar atenção, é capaz de
qualquer coisa, por mais ridícula que seja. E o pior é o escândalo que isso
pode provocar na comunidade.
Paulo
diz que nosso culto a Deus deve ser racional (Romanos.12:1), e que devemos
deixar de lado as coisas de menino (1 Coríntios 13:11).
Em
vez de pular, rodopiar, fazer caras e bicos, que tal nos prostrar diante do
Senhor e adorá-Lo em espírito e em verdade?
Ademais,
Jesus disse que o Espírito Santo não chamaria a atenção para Si mesmo, mas para
Cristo (João 16:13-14). Ele é como um holofote sobre Jesus, e não alguém que
queria ser o centro das atenções. Por isso, Ele costuma ser tão discreto.
Abaixo,
algumas considerações suplementares:
1
- Quando digo que considero uma blasfêmia atribuir certas manifestações ao
Espírito Santo, não estou me referindo ao tal "pecado imperdoável",
que seria blasfemar contra o Espírito (se bem que tenho uma visão um pouco
distinta do que seja tal pecado). Usei o termo "blasfêmia" para
enfatizar o que penso, pois por causa de tais manifestações, o nome de Cristo
tem sido vituperado.
2
- A primeira reação que os transeuntes tiveram ao assistirem à manifestação do
Espírito no dia de Pentecostes, foi de maravilhamento, porque os discípulos
falavam línguas das quais não tinham qualquer conhecimento. Apenas um grupo
zombou, afirmando que estariam bêbados. Mas o texto não diz que eles
cambaleavam, rodopiavam, ou coisa parecida. Eles apenas anunciavam a glória de
Deus em vários idiomas.
3
- Quanto à utilidade de tais manifestações, não vejo qualquer ligação entre
elas e a cura, ou outro dom espiritual. Jesus curou tanta gente, sem que
nenhuma precisasse contorcer-se. O único que se jogou ao chão, foi o que tinha
um espírito maligno que o lançava no fogo e na água.
4
- Veja o quanto o Espírito Santo foi discreto no Dia de Pentecostes: a primeira
mensagem pregada por Pedro, tão logo fora cheio do Espírito, foi sobre a Cruz
de Jesus, e não sobre os dons do Espírito. Ele apenas explicou o que era aquele
fenômeno, e em seguida concentrou-se em pregar a Jesus.
Finalizando,
quando há um derramar da unção de Deus em um culto, e nos entregamos a este
derramar, dá vontade de fazer muitas coisas, como por exemplo: correr, voar,
pular, chorar, sorrir etc. porque a unção vem de Deus, mas toda reação mediante
esta unção é humana, toda reação vem da nossa emoção é por isso que a palavra
de Deus nos diz que o espírito do profeta é sujeito ao profeta (1º Co 14.32) e
um dos frutos do Espírito Santo é “Temperança” que significa controle e domínio
sobre nossos próprios desejos e paixões.
Por
isso amados vamos sim dar liberdade ao Espírito Santo, para que Ele nos molde
segundo sua vontade, e segundo a Palavra de Deus, vamos orar, clamar, louvar,
cantar e nos derramar na presença de Deus de forma equilibrada e Bíblica,
principalmente pedindo a Deus que faça brotar no nosso coração os Frutos do
Espírito Santo, os quais mostram que realmente somos cheios Dele.
Elias
Tesbita
João
Placoná
Este assunto nos trás muitas dúvidas a respeito.
Então, que tal ouvirmos as explicações de Mario Persona!