domingo, 25 de janeiro de 2026

CURIOSIDADE!

 



CURIOSIDADE!!!

Se você aplicar apenas 1.000,00 e deixar rendendo 1% ao mês, após 20 anos, você terá aproximadamente 11.000,00.

Agora, se você aplicar mensalmente 1.000,00 e deixar rendendo 1% ao mês, após 20 anos, você terá aproximadamente 1.000.000,00 que lhe proporcionará uma renda de 10.000,00 mensais.

Tá na hora de você, jovem, pensar na sua aposentadoria...Não conte com o INSS.

Aplicamos uma taxa nominal.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Para os amigos dos Canais Digitais

 


PARA OS AMIGOS DOS CANAIS DIGITAIS

Se você é um daqueles que ao receber o salário, sai por aí pagando os carnês, luz, água, gás, aluguel, escola, academia e depois, com o resto que sobra tenta conseguir viver até o final do mês; sinto muito, mas, está no caminho errado.

Se seguir nessa toada, vai acabar velho e aposentado, sem conseguir fazer um “pé-de-meia” tão necessário que você hoje nem imagina.

Então, deve estar perguntando, como devo proceder: É simples, (talvez um pouco difícil no começo), ao receber o salário você deve separar uns 15% e aplica-lo no mercado financeiro que lhe renderão juros  que proporcionarão um ganho real, já descontada a inflação.

Esse elemento multiplicador chama-se JUROS COMPOSTOS.

É claro que você sabe quem foi Albert Einsten: Olhe o que ele disse: “Os juros compostos são a oitava maravilha do mundo. Quem entende, ganha; quem não entende, paga”.

Essa citação destaca o poder multiplicador do tempo sobre o capital, funcionando como um gerador de riqueza para investidores.

Mais um detalhe, você procedendo como eu disse acima, separando de imediato os 15% para aplicação, você perceberá que para fazer isso, precisará fazer alguns cortes nas despesas...

Esse procedimento fará com que você passe a viver dentro do seu orçamento e não dependendo de “cheque especial” ou “parcelamento de cartão de crédito”.

Organize-se, ainda dá tempo, não importa a sua idade, PENSE NISSO!

JOÃO PLACONÁ

https://linktr.ee/placona


sábado, 3 de janeiro de 2026

APOSENTADORIA REAL E TRANQUILA




OLÁ!!!

Se você tem 18 ou mais anos e já pensou como vai viver com a sua Aposentadoria do INSS, se houver, até lá!

E, sabendo de antemão que ela será insuficiente para você manter o seu padrão de vida como Casa, estudos dos filhos, netos, viagens, restaurantes, remédios, tratamentos, etc. está na hora de procurar um PLANO “B”.

Clique o link abaixo e verá que não é tão difícil assim, tirar essa preocupação da sua cabeça.

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segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Dízimos e Ofertas

 


"Dízimos, Ofertas e Votos Financeiros: O que Permanece na Nova Aliança?"

Ao longo da história do povo de Deus, o ato de entregar algo ao Senhor em forma de dízimo, oferta ou voto sempre foi um gesto de fé, gratidão e devoção. Mas a grande pergunta é: isso continua válido para nós, cristãos da nova aliança? Devemos ainda hoje dar o dízimo, fazer ofertas e votos financeiros como parte da nossa adoração?

Este é um tema que precisa ser tratado com cuidado, porque envolve o modo como entendemos a relação entre a antiga e a nova aliança, e também como aplicamos princípios bíblicos à vida da igreja hoje.

Vamos, então, olhar com calma para cada um desses três aspectos: dízimos, ofertas e votos, desde o seu surgimento nas Escrituras até a sua aplicação prática para o povo de Deus sob a graça de Cristo.

1. O dízimo: origem e propósito

O primeiro registro de dízimo aparece em Gênesis 14:18‑20, quando Abraão entrega “um décimo de tudo” a Melquisedeque após a vitória sobre os reis que haviam saqueado Ló. É importante entender o contexto desse ato. Abraão entregou 10% dos espólios de guerra, um gesto de gratidão pelo sucesso militar.

Estudos históricos mostram que a prática de separar um décimo de bens ou colheitas já era comum em várias culturas do antigo Oriente Próximo, incluindo Mesopotâmia, Síria-Palestina e Egito. Em muitas dessas culturas, esse décimo era ofertado aos deuses ou a sacerdotes como tributo, reconhecimento ou agradecimento, e não como mandamento legal ou obrigação periódica.

Além disso, a Bíblia não registra que Abraão continuou dando dízimos regularmente ou anualmente. Trata-se de uma oferta pontual, ligada a um evento específico, a vitória sobre seus inimigos e a expressão de gratidão a Deus. Ou seja, embora este ato tenha sido significativo, ele não estabelece um padrão contínuo ou obrigatório para a vida de Abraão ou de seus descendentes.

Portanto, afirmar que o dízimo começou com Abraão e que ele seria um mandamento contínuo para todos os cristãos seria desonesto, do ponto de vista histórico e hermenêutico. O ato de Abraão é descritivo: ele fez uma oferta voluntária e generosa, mas não prescritivo, Deus não exige que todos sigam a mesma prática como obrigação legal.

Mais tarde, na Lei Mosaica, o dízimo passa a ter caráter regular e institucional em Israel:

“A todos os dízimos da terra, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor, santos são ao Senhor.” (Levítico 27:30)

Na Lei, havia três tipos principais de dízimos:

1. O dízimo levítico, destinado ao sustento dos levitas (Números 18:21)

2. O dízimo festivo, usado nas celebrações religiosas (Deuteronômio 14:22-27)

3. O dízimo para os necessitados, entregue a cada três anos aos pobres, órfãos e viúvas (Deuteronômio 14:28-29)

Esses dízimos eram parte de um sistema religioso e civil, ligado ao culto levítico, à manutenção do templo e à sustentação do sacerdócio.

2. O dízimo na Nova Aliança

Quando chegamos ao Novo Testamento, Jesus menciona o dízimo em Mateus 23:23, repreendendo os fariseus que davam o dízimo “da hortelã, do endro e do cominho”, mas negligenciavam “a justiça, a misericórdia e a fé”. Ele não condena o dízimo, mas mostra que a obediência ritual sem coração regenerado é inútil.

Depois da cruz, não há mandamento apostólico sobre o dízimo. Os apóstolos não o exigem dos crentes gentios, nem Paulo nem Pedro instruem as igrejas a separar 10%. O sistema levítico foi abolido porque o sacerdócio mudou (Hebreus 7:11-12).

Em Cristo, todo o povo de Deus é um sacerdócio real (1 Pedro 2:9). Portanto, a contribuição do cristão não é um imposto religioso, mas uma expressão de amor e gratidão.

3. A oferta cristã: o princípio da generosidade

Embora o dízimo não seja mandamento na nova aliança, a prática da oferta permanece e até se aprofunda. Paulo ensina sobre isso de forma clara em 2 Coríntios 8 e 9.

Ele elogia os crentes da Macedônia, que, mesmo em meio à pobreza, contribuíram com alegria e generosidade, “segundo as suas posses e mesmo acima delas” (2 Coríntios 8:3)

Depois, ele explica o princípio:

“Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza nem por necessidade, porque Deus ama a quem dá com alegria.” (2 Coríntios 9:7)

A oferta cristã, portanto, não é uma porcentagem fixa, mas um ato de amor consciente e voluntário, proporcional à renda e à disposição do coração. Ela é um fruto da graça, não uma exigência da lei.

Os reformadores foram unânimes nesse ponto. Calvino, comentando 2 Coríntios 9, afirmou que o cristão deve contribuir com alegria e liberalidade, lembrando que tudo o que possui vem do Senhor. Já Martinho Lutero ensinava que a oferta deve ser feita “não por coação, mas por amor, porque o cristão vive de gratidão e não de obrigação”.

Assim, a generosidade se torna parte da adoração, não como um cálculo de porcentagem, mas como expressão da comunhão e da gratidão ao Senhor.

4. O propósito das contribuições na Igreja

A Escritura mostra que as ofertas da igreja devem ter três propósitos principais:

1. Sustentar os que se dedicam integralmente ao ministério da Palavra, como Paulo ensina:

“Digno é o trabalhador do seu salário.” (1 Timóteo 5:18)

“Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o evangelho, que vivam do evangelho.” (1 Coríntios 9:14)

2. Cuidar dos necessitados dentro da comunidade, seguindo o exemplo da igreja primitiva em Atos 4:34-35

3. Manter as atividades e o testemunho da comunidade, pois todos usufruem dos recursos usados para o culto, evangelização e edificação

Tudo isso deve ser administrado com transparência e temor, lembrando que esses recursos pertencem ao corpo de Cristo. Ninguém deve enriquecer com as ofertas do povo de Deus, mas todos devem servir com fidelidade.

5. Os votos financeiros: o cuidado com o coração

Além do dízimo e das ofertas, a Bíblia também fala sobre votos. O voto é um compromisso voluntário que alguém faz diante de Deus, prometendo realizar algo ou oferecer algo ao Senhor.

Contudo, a Escritura ensina que o voto não é uma troca com Deus, nem um meio de comprar bênçãos.

O voto é voluntário:

“Quando fizeres algum voto ao Senhor teu Deus, não tardarás em cumpri-lo, porque o Senhor teu Deus certamente o requererá de ti. Porém, abstendo-te de fazer voto, não haverá pecado em ti.” (Deuteronômio 23:21-23)

O voto nasce da gratidão:

“Pagarei os meus votos ao Senhor, na presença de todo o seu povo.” (Salmo 116:14)

O voto precipitado é perigoso:

“Melhor é que não votes do que votes e não cumpras.” (Eclesiastes 5:5)

O voto pode expressar fé e entrega:

“Fez Ana um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos, se te lembrares da tua serva e me deres um filho, eu o darei ao Senhor todos os dias da sua vida.” (1 Samuel 1:11)

Ana não tentou comprar a bênção. Ela expressou fé e submissão, pronta para aceitar a vontade de Deus. E quando foi atendida, cumpriu com alegria.

Assim, se um cristão deseja fazer um voto, deve fazê-lo com entendimento e fé, sabendo que não está negociando com Deus, mas expressando gratidão e confiança. Pode, sim, pedir algo ao Senhor e oferecer uma oferta especial, contanto que o faça com o coração submisso à vontade dEle, aceitando qualquer resposta que venha do céu.

Calvino advertiu que os votos devem ser feitos apenas quando são santos, prudentes e conformes à Palavra, e nunca usados como instrumento de superstição ou troca.

6. Conclusão: generosidade, não obrigação

Na Nova Aliança, não há mandamento para que o cristão dê o dízimo de 10%. O princípio agora é mais elevado: tudo pertence ao Senhor. O crente reconhece que é apenas um mordomo dos bens de Deus.

O que o Novo Testamento ensina é a generosidade proporcional: dar segundo o que se tem, com alegria, amor e fé, sabendo que Deus é quem supre todas as necessidades do seu povo.

A comunidade cristã deve cooperar para o sustento da obra, do ministério pastoral e das necessidades do corpo, administrando tudo com honestidade e responsabilidade. O foco não é a porcentagem, mas o coração rendido.

Portanto, dízimos, ofertas e votos são expressões de adoração, mas precisam ser compreendidos à luz da graça. Não como instrumentos de troca, mas como frutos de fé.

Dar ao Senhor não é uma obrigação legal, mas uma alegria espiritual. É reconhecer que tudo o que temos vem dEle, e que tudo o que somos pertence a Ele.

“Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não por necessidade, porque Deus ama a quem dá com alegria.” (2 Coríntios 9:7)

Em resumo: não devemos nos prender a 10%, pois tudo pertence ao Senhor. Devemos cooperar com a comunidade que participamos, porque usufruímos de tudo o que ela faz para manter o culto, o ministério e a edificação do corpo. Sustentar o pastor que se dedica integralmente à obra de Deus e administrar os recursos com sabedoria é parte do serviço do corpo. E tudo isso deve ser feito com alegria e proporcional ao que recebemos, conforme ensina Paulo em 1 Coríntios 8 e 9.

Que Deus nos Ajude!

Soli Deo Gloria

Alex Mendes


sábado, 17 de maio de 2025

Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com boas pessoas?

 


Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com boas pessoas?

Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?

Esta é uma das perguntas difíceis de toda a teologia.

Deus é eterno, infinito, onisciente, onipresente, onipotente, etc. Por que nós, seres humanos (que não somos eternos, infinitos, oniscientes, onipresentes, onipotentes) vamos esperar que sejamos capazes de compreender inteiramente os caminhos de Deus?

O livro de Jó lida com esta questão. Deus permitiu que Satanás fizesse tudo o que desejou com Jó, exceto matá-lo. Qual foi a reação de Jó? “Ainda que ele me mate, nele esperarei” (Jó 13:15). “... o Senhor o deu, e o Senhor o tomou: bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21). Jó não compreendeu por que Deus tinha permitido as coisas que permitiu, mas sabia que Deus era bom e por isso perseverou confiando Nele.

Esta também deveria ser a nossa reação. Deus é bom, justo, amoroso e misericordioso.

Muitas vezes nos acontecem coisas que simplesmente não podemos entender. Entretanto, ao invés de duvidar da bondade de Deus, nossa reação deveria ser confiar Nele. “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Provérbios 3:5-6).

Talvez uma pergunta mais apropriada seja: “Por que coisas boas acontecem com pessoas más?”

Deus é santo (Isaías 6:3; Apocalipse 4:8). Os seres humanos são pecadores (Romanos 3:23; 6:23).

Você quer saber como Deus vê a humanidade? “Como está escrito: Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem, não há nem um só. A sua garganta é um sepulcro aberto; com suas línguas tratam enganosamente; Peçonha de áspides está debaixo de seus lábios; Cuja boca está cheia de maldição e amargura. Os seus pés são ligeiros para derramar sangue. Em seus caminhos há destruição e miséria; E não conheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos” (Romanos 3:10-18). Todo e qualquer ser humano neste planeta merece, neste exato momento, ser lançado no inferno. Cada segundo que temos de vida, cada segundo, nos é concedido pela graça de Deus. Até a mais terrível infelicidade que pudéssemos experimentar neste planeta é dádiva misericordiosa comparada com o que realmente merecemos, inferno eterno no lago de fogo.

Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8). Apesar da natureza má e pecadora das pessoas, Deus assim mesmo nos amou. Ele nos amou o suficiente para morrer, a fim de carregar a pena por nossos pecados (Romanos 6:23). Tudo o que precisamos fazer é crer em Jesus Cristo (João 3:16; Romanos 10:9) para que sejamos perdoados, e então a nós é prometido um lar no céu (Romanos 8:1).

O que merecemos = inferno. O que Deus nos dá= vida eterna no céu se apenas crermos. Foi dito que este mundo é o único inferno que os crentes algum dia vão experimentar, e este mundo é o único céu que os infiéis vão experimentar. Da próxima vez que fizermos a pergunta: “Por que Deus permite que coisas ruins aconteçam com pessoas boas?”, talvez devamos perguntar: “Por que Deus permite que coisas boas aconteçam com pessoas más?”

GotQuestions.org/Português

João Placoná