terça-feira, 29 de julho de 2014

Amuletos

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Amuletos são os objeto consagrados através da magia que devem ser usados junto ao corpo (anéis, correntes, medalhas). Imantados com uma força mágica de proteção para o usuário.

O significado e poder místico estão ligados com sua forma e a simbologia gravada no mesmo. Por exemplo: medalha - chapa metálica, geralmente redonda, com símbolos gravados, que é pendurada em uma corrente ao redor do pescoço.

Normalmente as medalhas ou medalhões representam temas religiosos. Também são usadas para vincular o usuário ao santo ou símbolo retratado, como forma de proteção.

Alguns exemplos de amuletos:

Buda

Colares e guias de umbanda

Crucifixo (cruz)

Elefante branco

Ferradura

Figa

Fita do Senhor do Bonfim

Lua

Olho de cabra

Patuá

Pé de coelho

Pirâmide

Trevo da sorte

O que diz a Bíblia sobre as pessoas que usam amuletos?

A Bíblia diz em:

Isaías 2:6 “Mas tu rejeitaste o teu povo, a casa de Jacó; porque estão cheios de adivinhadores do Oriente, e de agoureiros, como os filisteus, e fazem alianças com os filhos dos estrangeiros”.

Isaías 3:18-20 “Naquele dia lhes trará o Senhor o ornamento dos pés, e os pendentes, e os braceletes, e os véus; os diademas, as cadeias dos artelhos, os cintos, as caixinhas de perfumes e os amuletos”. 

Os amuletos eram muito comuns nas culturas antigas dos tempos da Bíblia, especialmente entre os pagãos.

Amuletos são sortilégios mágicos que as pessoas usam para se protegerem de energias negativas, de maus olhados, de danos, e também para dar-lhes boa sorte.

Os amuletos, em geral, são em forma de cristais, cruzes célticas, ou outras joias místicas usadas num colar ou numa pulseira, ou pendurados numa corrente no espelho retrovisor do carro.

Certas pessoas creem que os amuletos têm poderes místicos, que supostamente provém proteção pessoal e trazem sucesso e prosperidade.

Frequentemente os sortilégios são considerados transmissores de energias curadoras e de vibrações positivas, supostamente fomentando paz e tranquilidade.

Durante os tempos de apostasia e idolatria, os Israelitas copiaram as superstições dos pagãos, incluindo o uso de sortilégios mágicos.

Deus pronunciou uma admoestação severa contra os profetas falsos de Israel que usavam os amuletos.

A Bíblia diz em Ezequiel 13:18,20-21 “Assim diz o Senhor Deus: Ai das que cosem pulseiras mágicas para todos os braços, e que fazem véus para as cabeças de pessoas de toda estatura para caçarem as almas! Porventura caçareis as almas do meu povo? e conservareis em vida almas para vosso proveito? Portanto assim diz o Senhor Deus: Eis aqui eu sou contra as vossas pulseiras mágicas com que vós ali caçais as almas como aves, e as arrancarei de vossos braços; e soltarei as almas, sim as almas que vós caçais como aves. Também rasgarei os vossos véus, e livrarei o meu povo das vossas mãos, e eles não estarão mais em vossas mãos para serem caçados; e sabereis que eu sou e Senhor”. 

Os pagãos também possuíam grandes talismãs que se chamavam “terafins”, também conhecidos como “ídolos caseiros”.

Estas estátuas de miniatura existiam nas casas ou eram transportadas com os donos quando eles iam de viagem. Deus era contra essas estátuas.

A Bíblia diz em II Reis 23:24 “Além disso, os adivinhos, os feiticeiros, os terafins, os ídolos e todas abominações que se viam na terra de Judá e em Jerusalém, Josias os extirpou, para confirmar as palavras da lei, que estavam escritas no livro que o sacerdote Hilquias achara na casa do Senhor”. 

Sempre que os ídolos ou outros sortilégios mágicos são mencionados na Bíblia, a atitude de Deus é de castigar aqueles que os usam.

Infelizmente, hoje em dia, é muito comum encontrarmos em algumas Igrejas culto aos amuletos, vejamos: Meias, lenços, toalhas, rosas, copos de água mineral, sabonete de arruda, martelinhos da justiça, tijolinhos, sal grosso, Sementes de Laranja, caneta ungida, colher de pedreiro, fronha dos sonhos, etc.

Devemos combater aquilo que consideramos estranho ao Evangelho, ou seja, o uso de objetos para usufruir melhores bênçãos de Deus ou para afastar maldições.

Devemos alertar incessantemente o povo de Deus sobre algumas heresias no meio cristão.

O cristão não necessita usar alguma coisa tangível que funcionaria como amuletos, para receber ou aumentar as bênçãos divinas, garantir salvação, aumentar a fé ou afastar demônios ou maldições.

De maneira alguma devemos usar estes tipos de amuletos, Jesus Cristo disse na sua Palavra: “Eis que estou convosco todos os dias até a consumação do século”. Mateus 28:20.

Sabemos que a Bíblia diz que o anjo do Senhor acampa ao redor dos que os teme e os livra; e Paulo diz aos Corinto que o Espírito Santo habita em nós, por isso não precisamos de amuletos como muitas igrejas estão ensinando, a nossa fé deve ser fundamenta em Cristo Jesus e na sua Palavra.

A Bíblia diz em Salmos 31:6 “Odeias aqueles que atentam para ídolos vãos; eu, porém, confio no Senhor”.

Essa é a afirmação bíblica e é nisso que cremos.

Pb. João Placoná

domingo, 27 de julho de 2014

“Oposição” à virgem Maria e aos santos

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Antes de tudo, convém repararmos um equívoco. Nenhum protestante conhecedor da Palavra de Deus faz oposição à Maria ou aos cristãos notáveis do passado, a quem o catolicismo denomina como santos.

Somos contrários ao culto dedicado a estes, o que passamos a explicar.

Um dos motivos que causam divergência entre católicos e evangélicos é o culto aos santos.

Enquanto católicos praticam este culto com regularidade, o mesmo não acontece entre os evangélicos.

Mas, porque os evangélicos não prestam o culto ou a adoração à Maria ou aos santos canonizados pela igreja católica?

Primeiro temos que entender bem o que significa a palavra “santo” no cristianismo.

Segundo a definição bíblica, santo é todo aquele que é separado para Deus e ocorre com qualquer pessoa que é nascido de Deus.

Não se trata de pessoas especiais escolhidas pela igreja para obterem de maneira formal este título, mas sim de pessoas que pela fé entregaram suas vidas a Jesus Cristo e creem na sua obra redentora no calvário como única e suficiente para a nossa redenção.

Em resumo, é possível dizer que qualquer pessoa que deseja servir a Deus precisará ser santo, mas isto não ocorrerá por seus méritos ou feitos e sim pelos méritos de Jesus.

Não se trata de um rótulo obtido mediante a eleição de um grupo de notáveis que investiga seus supostos “milagres atribuídos”. Eu, você e todos aqueles que já viveram ou ainda viverão – desde que retenhamos de forma sincera e firme sua fé em Cristo Jesus – somos santos.

Os santos não podem interceder

Boa parte dos santos que a igreja católica canonizou ou elevou à condição de santos, são pessoas que no passado creram em Jesus Cristo como nós cremos.

Alguns tiveram o privilégio de estar com Cristo aqui na terra, mas assim como nós eles também aguardam em Cristo a esperança da salvação. Isto é, eles não podem interceder por nós junto a Deus.

Além do mais, nem Maria nem os santos não são oniscientes e onipresentes, de modo a entender e atender milhões de suplicantes no mundo inteiro, em todos os lugares e, ao mesmo tempo.

Por exemplo, um cristão católico em São Paulo, orando e pedindo ao Santo Expedito que interceda junto a Jesus Cristo sobre uma determinada área de sua vida e, ao mesmo tempo, outro cristão na Bahia fazendo o mesmo pedido!!! Como ficará o Santo Expedito para atender aos pedidos já que não é onisciente e nem onipresente?

Só Deus pode estar em toda parte, ao mesmo tempo, a fim de ouvir as milhares de orações vindas de todas as partes do mundo, ao mesmo tempo.

Você pode encontrar uma razão melhor para não orar diretamente a Ele em primeiro lugar? 

Jesus é o único intercessor

O apóstolo Paulo escrevendo a Timóteo na segunda carta afirma: Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem.I Timóteo 2:5.

Logo, qualquer tentativa de colocar outra pessoa para interceder por nós junto a Deus indica a princípio uma perda de tempo e uma falta de confiança na pessoa de Jesus Cristo e na sua intercessão junto a Deus.

Para nós, isso constitui uma heresia inaceitável.

A idolatria

Ídolo é tudo aquilo que colocamos no lugar de Deus. Se Jesus é o único mediador (intercessor) por nós junto a Deus, então dobrar os joelhos diante de uma imagem de um santo ou pedir mentalmente que ele interceda por nós junto a Deus é colocar este santo no lugar de Jesus, que é o próprio Deus!

Nas religiões orientais, especialmente, é comum a adoração de animais. Alguns povos antigos adoravam o sol, a lua, as montanhas e os fenômenos da natureza.

Tudo isso é idolatria, pois tenta colocar uma pessoa, animal, objeto ou qualquer outra coisa no lugar que pertence apenas a Deus.

Por fim, os evangélicos entendem que Maria, Paulo, Pedro, João, Expedito, entre outros são santos porque foram nascidos de Deus pela fé em Jesus Cristo.

Cremos que os seus exemplos precisam ser seguidos, que suas palavras precisam ser lembradas, mas que nenhum deles deve ser adorado (ou venerado, conforme a justificativa católica), posto que assim como nós eles estarão na gloria eterna que Deus preparou a todos que pela fé creem na obra redentora de Jesus Cristo e entregam sua vida àquele que é o único mediador entre Deus e os homens.

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná

sábado, 26 de julho de 2014

Como confiar em um Deus que permite que eu sofra?

Sofrimento

Certa vez uma mulher de fé me perguntou:

Já faz um bom tempo que tenho tido alguns sofrimentos em minha vida, principalmente na área financeira.Sempre busco a Deus pedindo que me liberte desse sofrimento, mas nada acontece.

Estou desanimada, como posso manter a minha fé em Deus se Ele permite que eu sofra? Ele é o todo poderoso, poderia acabar com meu sofrimento agora mesmo! Por que não faz isso?

A palavra mais forte desse depoimento é sofrimento. Uma palavra que deixa qualquer ser humano de cabelo em pé. Isso porque amamos os prazeres e as sensações que nos trazem o máximo de bem estar possível.

Costumamos rejeitar grande parte dos sofrimentos que passamos na vida e taxá-los de algo ruim, de algo que não pode vir de um Deus bom.

Inclusive, costumamos associar as bênçãos de Deus apenas com coisas que achamos “boas” ou “prazerosas” para nós, ou seja, que não nos tragam qualquer tipo de sofrimento.

Logo, pela lógica humana, é bem estranho confiar em um Deus que permite que eu sofra estando em Suas mãos o proporcionar aquilo que me agrada!

Daí surge a questão: como posso ter fé em um Deus que me permite sofrer?

Como sempre a Bíblia coloca as questões nos seus devidos lugares. Vejamos:

(1) Na Bíblia vemos narrados diversos tipos de sofrimentos passados tanto por ímpios quanto pelo próprio povo de Deus. As causas mais comuns apresentadas pela Bíblia são a justiça de Deus sobre povos ímpios, a correção de Deus sobre seu povo quando este está desviado do Seu caminho e o ensino de Deus para o crescimento dos Seus servos.

Ou seja, vemos claramente que o sofrimento nunca é apresentado na Bíblia como um capricho de Deus para com os homens.

O sofrimento sempre tem motivo e objetivo, logo, não podemos olhar para o sofrimento apenas com um olhar de maldição como se ele fosse algo que não pudesse existir na vida daqueles que têm fé em Deus, como se ele fosse incompatível com as bênçãos de Deus.

(2) Falando mais especificamente sobre o sofrimento na vida dos servos de Deus (que é o caso), vemos se repetir muito na Bíblia um título muito importante atribuído a Deus: Pai. Esse título diz muito. Isso porque o pai (terreno) tem a função principal (e mais difícil) de educar, de edificar o filho inexperiente e torná-lo uma pessoa de bem (pelo menos é isso que se espera).

Para realizar tal tarefa o pai precisará dizer muitos nãos ao filho, precisará discipliná-lo quando este agir erroneamente, precisará cobrar dele atitudes corretas, etc.

Precisará ser pai. Tudo isso certamente trará sofrimentos ao filho, isso é fato, pois o filho deseja em seu coração receber somente aquilo que gosta do pai.

Mas se o pai der ao filho somente o que ele gosta não cumprirá sua missão para com o filho, antes, criará um monstro.

Deus é o nosso Pai maior, por isso, não criará monstros, antes nos dará aquilo que precisamos para crescermos, ainda que isso nos traga sofrimentos.

Veja o que a Bíblia diz: 

“É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?”. (Hebreus 12. 7)

(3) A grande chave para lidar com o sofrimento é como o encaramos. Se o encararmos sendo algo que vem de Deus (nosso Pai) com algum propósito, certamente conseguiremos extrair do sofrimento algo de valor, exatamente o que Deus deseja que extraiamos, conforme nos ensina a Palavra: 

“Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça”. (Hebreus 12.11).

(4) Não podemos negar que algumas vezes sofremos sem compreender muito bem o porquê daquele sofrimento.

Foi o caso de Jó, que é descrito como sendo um homem íntegro e reto e que em nossa visão não mereceria o sofrimento que viveu. O que chama a atenção é que Jó não blasfemou contra Deus mesmo em meio a um sofrimento ímpar, e ao final de todo o terrível sofrimento que passou, vemos que ele declara certa compreensão do que aprendeu com todo aquele sofrimento, ainda que não soubesse os reais motivos: 

“Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te veem”. (Jó 42. 5).

Jó aprendeu algo. Tirou algo de positivo do seu sofrimento. Essa é a forma bíblica de passar pelo sofrimento, mesmo aqueles que não compreendamos bem.

(5) Assim, concluo que é essencial termos fé no Deus que permite que soframos. Essa fé nos levará a compreender e atingir o objetivo de Deus em nosso sofrimento. E essa atitude é louvada na Bíblia, conforme vemos em Isaías 26.16: “SENHOR, na angústia te buscaram; vindo sobre eles a tua correção, derramaram as suas orações”.

Revoltar-se contra Deus e permitir que a nossa fé se esfrie só trará mais sofrimentos, o que ninguém deseja, nem o Pai.

Ao contrário, o sofrimento deve nos fazer mais fortes conforme bem observou Paulo: 

“Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte”. (2Coríntios 12. 10).

André Sanchez

Pb. João Placoná

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Me tornei cristão, e agora?

Você que acabou de se converter ao aceitar Jesus como seu legítimo Salvador e não sabe o que fazer, assista a este vídeo:

Fique na paz do Senhor!

Pb. João Placoná – Bacharel em Teologia, Pregador da Palavra, Palestrante e Articulista.

Mudanças Necessárias? Só Deus pode realizá-las.

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“Toda boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes”. Tiago 1:17

Talvez em sua vida existam situações que requerem uma radical mudança, porém, você não sabe qual a atitude a tomar, tem olhado para todos os lados e parece que nada vai acontecer; a tristeza tem sido a sua aliada, aquela sensação de impotência tem dominado seu interior, a solidão tem  sido sua companheira.

Você tem pensado: Preciso achar uma saída, mas, parece que você está totalmente sozinho, todas as pessoas que deveriam lhe ajudar  desapareceram, a angustia tem sufocado a sua alma, as lagrimas  já não têm mais hora para ceder.

O que fazer?

Para todas as situações difíceis existe uma saída, para todo o labirinto há uma porta aberta, foi exatamente por isso que você entrou, então qual é a resposta?

A resposta é você parar, analisar como começou esta situação e pedir ajuda ao único que de fato pode lhe ajudar - Deus, pois Ele está te olhando de cima, conhece o caminho onde você se perdeu, sabe o atalho por onde você se desviou.

“Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres”. Apocalipse 2:5.

Certamente algo aconteceu em sua vida para lhe suceder este fato, “Lembra-te agora qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?” Jó 4:7, e, como já aconteceu, você não tem mais como remediar.

Agora tem que ir ao medico, tem que pagar o preço, tem que procurar a cura, ficar se lamentando não irá trazer solução. Ficar chorando pelos cantos não fará mudanças positivas, culpar os outros? Não irá resolver.

Você precisa encontrar forças, mesmo que você pense que não as tenha. A resposta para você está centrada no profundo do teu ser, você só precisa chamar por ela, puxá-la de dentro de você e trazê-la para fora, essa força que te falo é Jesus, Ele é o ar que você respira.

Você é parte Dele andando aqui na terra. “Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela”. Isaías 42:5, entenda que, o teu espírito veio de Deus, Ele é o teu ser mais real e mais intenso, logo, a resposta para todas as áreas da tua vida está em Deus.

Não vai mudar nada se você continuar na mesmice, não haverá modificação se você não tomar uma atitude.

É você que tem que dar um ponto final nessa situação ruim; o problema aconteceu porque você existe, certamente acabará quando você decidir mudar.

Olhe bem dentro de você, as coisas que você fez até hoje, resolveu alguma coisa? Houve alguma diferença?

Está na hora de você rever os teus conceitos de vida, reaprender os ensinamentos daquele que tudo sabe, Deus. “Conhecidas são a Deus, desde o princípio do mundo, todas as suas obras”. Atos 15:18.

Se há alguma coisa em teu coração que lhe diz que não há mais jeito, não acredite. “Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas”. 1 João 3:20.

Deus pode mudar tudo por dentro e por fora de você, basta você crer.

“Disse-lhe Jesus: Não te hei dito que, se creres, verás a glória de Deus?” João 11:40.

Então creia, busque a presença Dele, conte para Ele os teus problemas e aflições, lance-se aos seus pés, Ele irá te colocar de pé mais uma vez, irá te restituir aquilo que te foi tirado, te devolver os sonhos perdidos, te fazer um vencedor.

“O seu começo parecerá modesto, mas o seu futuro será de grande prosperidade”. Jó 8:7.

Para a tua vida há saída e essa saída é Jesus, clame o nome Dele, Ele irá mudar a tua historia.

Creia, o melhor de Deus já foi derramado em tua direção, esteja preparado para recebê-lo..

Pastora Elza Carvalho

Pb. João Placoná

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Isto é Bíblico?

Está na Biblia

A resposta mais fácil pode ser a seguinte: “Se algo está na Bíblia, então é bíblico.” Mas isso significa que a poligamia, a escravidão e genocídio se encaixam nessa definição.

Outra abordagem é dizer que uma ideia ou prática é bíblica se condiz com os valores e com a natureza da Bíblia.

Provavelmente, essa é uma resposta mais significativa. Mas também apresenta seus próprios problemas.

Como podemos ter certeza de que estamos pensando e agindo de forma a expressar a essência e os propósitos da Escritura?

Vejamos, então, se podemos ter uma ideia do que seria preciso para sermos cada vez mais bíblicos enquanto tomamos cuidado para lembrar que ainda não chegamos a esse resultado.

Muitos de nós sabemos o quando é importante interpretar as palavras da Bíblia dentro de seu próprio contexto. Porém, pode ser até mais importante pensar sobre a contribuição de cada versículo da Bíblia para a história como um todo, a qual, por sua vez, dá significado a cada versículo.

Do Livro de Gênesis ao Livro de Apocalipse, os 66 livros da Bíblia são mais do que uma coleção de história religiosa, leis morais, provérbios, poesia e profecias.

Por detrás de cada palavra e de cada frase, há uma grande história de amor que dá coerência aos detalhes de um texto inspirado.

Esse grande drama em desdobramento passa da (1) maravilha da criação ao (2) desastre da rebelião humana a um (3) resgate histórico e, então, finalmente, a um (4) futuro dia da ressurreição, da prestação de contas e da restauração.

Neste enredo, há milagres, realismo, salvamento dos nossos piores problemas e uma esperança que está presente nos relacionamentos para os quais fomos criados.

De Moisés a Jesus, a Bíblia conta a história de um Criador que, por fim, revela-se como o Filho que deseja que conheçamos Seu Pai, e como um Pai que deseja que conheçamos Seu Filho. O Filho continua a dizer que, no fundo, Ele é exatamente igual a Seu Pai, que Seu Pai é exatamente como Ele.

As implicações desse relacionamento Pai-Filho foram abordadas na última ceia de Páscoa que Jesus realizou com os discípulos. Depois de ouvir por acaso seus amigos debatendo sobre qual deles seria o maior (Lc 22:24-26), Jesus levantou-se da mesa, pegou uma bacia com água e uma toalha e começou a lavar os pés de cada um (Jo 13:3-5). Então, perguntou: “Pois qual é o maior: quem está à mesa ou quem serve? Porventura, não é quem está à mesa? Pois, no meio de vós, eu sou como quem serve” (Lc 22:27).

Ao se ajoelhar para lavar os pés dos discípulos, Ele nos deu uma imagem clara de até onde Ele o Pai estavam dispostos a ir para mudar o nosso coração e os nossos relacionamentos.

Na mesma noite em que Jesus ouviu por acaso seus discípulos discutindo, ele lavou os pés deles e, depois, permitiu que ouvissem falar com Seu Pai.

Os discípulos de Jesus o ouviram orar não apenas por eles, mas também por todos os que viessem a crer nEle por meio do testemunho de seus discípulos (Jo 17:20).

Eles o ouviram orar da seguinte maneira: “...a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17:21).

Em seguida, Jesus pediu ao Pai que deixasse os que cressem nEle viver de tal forma que outras pessoas pudessem ver que Deus Pai as ama também assim como ama Seu Filho (Jo 17:23).

Poucas horas depois, o Filho de Deus nos deu o exemplo mais importante do quanto ele e o Seu Pai nos amam.

Ele se deixou ser sacrificado entre dois ladrões – para nossos pecados, em nosso lugar.

Em nenhum outro lugar o amor do Pai tem mais destaque e foco do que no sofrimento que o Filho se dispôs a suportar por nós. Mesmo assim, a história não acaba nesse ponto.

Após a ressurreição e a dramática volta de Jesus ao Seu Pai, seus discípulos continuaram a aprender o que significava ser fiel à história bíblica que estavam vivendo então.

Mesmo na ausência de Jesus, eles perceberam que não estavam sozinhos e começaram a descobrir, por conta própria, o que significava servir o próximo como o Senhor os havia servido. No Espírito e no poder que o Mestre tinha prometido, eles demonstraram coragem de amar de muitas maneiras que foram além do que era natural para eles.

Embora permanecessem bem distantes da perfeição, desenvolviam uma preocupação com o próximo que não estivera presente na noite que discutiram sobre quem seria o maior.

Mais de 2000 anos depois, um patriarca da igreja, de nome Tertuliano, escreveu sobre o que acreditava ser a evidência convincente da fé cristã. Ele se referiu às palavras que não cristãos disseram sobre os seguidores de Jesus: “Vejam como eles amam uns aos outros (Apologia 3.7, escrita no ano 197, a obra mais importante desse patriarca)”.

Finalizemos com esta oração:

“Pai celestial, perdoa-nos se chamamos de bíblico algo que não reflete a Tua essência e a Tua história, por favor, ajuda-nos hoje a cuidar dos outros de uma maneira que lhes permita ver Teu Filho em nós e a te ver nele. Oramos em nome de Jesus!”.

Mart DeHaan

Pb. João Placoná

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A Teologia da Prosperidade

Vejam e reflitam sobre este vídeo onde o autor chama os pregadores de CAFETÕES DA PROSPERIDADE.