sexta-feira, 20 de maio de 2016

Apresentação de Sites

As imagens e os sites que serão apresentados foram desenvolvidos com o objetivo único de levar a Palavra de Deus aos quatro cantos da terra.

Sabemos que o moderno meio de comunicação – Internet – quando usado de forma ética e regular atua como uma ferramenta poderosíssima e de grande utilidade.



Apresentação dos Sites from Pb. João Placoná on Vimeo.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Depressão não é frescura

depressao

“Faz uns dois anos que tenho andado muito estranha. Tenho estado desanimada, sem vontade de correr atrás dos meus sonhos, descuidada, sem vontade de sair de casa e até sem desejo de ir à igreja e orar. Meus parentes tentam me animar, mas, geralmente, não conseguem. Já ouvi alguns deles dizerem que isso tudo é frescura minha, que eu preciso aprender a dar mais valor à minha vida. Isso me machuca muito, não tenho sabido lidar com essa questão. Não sei se procuro um médico, se faço uma campanha de libertação na igreja, já que alguns dizem que estou com problemas espirituais”.

Esta descrição esconde algo muito comum que ocorre em milhares de lares em todo o mundo.

A sociedade tem estado preparada para lidar com doenças físicas (Pneumonia, Gripes, Dengue, Câncer, etc.), mas têm estado pouco preparada para lidar com as doenças emocionais.

Esse é o caso de milhares de famílias. Por isso, trazemos alguns pontos importantes sobre essa questão da depressão, que todos nós devemos refletir.

Depressão não é frescura.

Hoje sabemos que a depressão é uma doença e como tal deve ser tratada com muito cuidado e da forma correta por um profissional da saúde gabaritado. Com o conhecimento que temos, não é mais possível que tratemos uma doença tão grave e com tamanho potencial destrutivo como sendo um simples capricho ou mesmo frescura da pessoa.

Qualquer pessoa que perceba que está estranha, desanimada, sem vontade viver e coisas do tipo, deve procurar a ajuda de um médico para que ele avalie o caso e possa iniciar o tratamento.

Depressão nem sempre está ligada a problemas espirituais.

É muito comum nos meios cristãos se associar esses sintomas da pessoa depressiva a algum pecado grave que a pessoa esteja cometendo ou mesmo a possessões demoníacas.

Sabemos que pessoas que estão longe de Deus e envolvidas em pecados graves podem desenvolver sintomas de depressão, porém, cada caso deve ser avaliado com carinho.

Nem sempre a depressão da pessoa está ligada a causas espirituais. Pessoas que têm a vida espiritual em dia também podem ficar depressivas, pois é uma doença que pode estar relacionada em muitos casos a desregulação hormonal e alterações cerebrais, além de outras causas emocionais, como a perda de um ente querido, por exemplo.

Portanto, uma doença a ser tratada também no campo médico. Devemos agir sem preconceito, buscando ajudar e apoiar a pessoa para que se livre desse mal seja qual for a causa.

Tratar depressão com um médico não é falta de fé. 

Quando temos alguma febre alta, ou uma indisposição mais grave, nossa primeira ação é ir até o pronto-socorro buscar ajuda. Isso não é falta de fé.

É claro que nós oramos, mas não deixamos de ir até os recursos que Deus já nos disponibilizou, os recursos médicos e medicamentosos existentes.

Com a depressão é a mesma coisa. Ele deve ser tratada no campo da oração, da busca da cura em Deus, mas também usando os recursos médicos que Deus, graciosamente, já nos deu através da ciência. Isso é totalmente legítimo.

Tratar a depressão deve mobilizar a família.

Interessante que quando temos, por exemplo, um resfriado, a família se mobiliza. A mãe faz uma canja de galinha, toma precauções para o descanso do doente, etc. Quando alguém tem depressão (doença muito mais grave que uma gripe) precisa também, muito mais, no apoio de quem está ao seu redor (amigos e familiares). E esse apoio vem com palavras e atitudes positivas.

Dizer que a pessoa está com frescura ou usar apenas a crítica não ajuda. O ideal é que a família perceba o que está acontecendo e se informe, ou com um médico, ou com literaturas especializadas, sobre como agir positivamente para abençoar a pessoa que passa pela depressão.

Depressão também deve ser tratada no campo espiritual.

Nós que somos cristãos cremos que Deus participa ativamente de nossa vida. Por isso, a depressão, por mexer fortemente com nossa alma, deve ser tratada também no campo espiritual, seja resolvendo questões espirituais importantes que atrapalham a pessoa a melhorar da depressão (mágoa, falta de perdão, tristeza, falta de fé, etc.), seja com apoio e aconselhamentos.

Quando a pessoa se sente amada e acolhida, o tratamento faz muito mais efeito. O tratamento médico aliado ao apoio espiritual gera muito mais curas e melhoras dos quadros depressivos. Isso já é mais que provado.

Por fim, cremos que o importante é conversar com a família sobre o sintoma. Peça a eles que te compreendam que te ajudem a superar esse momento difícil. Diga a eles que não é frescura o que tem passado.

Peça ajuda, não fique sozinha, isolada, pois isso apenas piora o seu quadro depressivo.

Essa é uma força que você precisa fazer para dar início à sua melhora.

É o começo do seu tratamento. Reconhecer que está doente e pedir ajuda. Com a ajuda de Deus, e com todos os recursos médicos disponíveis, você pode melhorar e pode ser curada dessa doença.

Pb. André Sanchez

Pb. João Placoná

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Você é realmente convertido?

nova vida

Você que aceitou a Jesus Cristo por seu Senhor e Salvador pessoal, nasceu de novo - nasceu de Deus. O fardo do pecado já não existe. A Paz de Deus reina em seu coração. A alegria do perdão divino pertence a você, assim como a vida eterna.

Ao aceitar a Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador você tomou a decisão mais importante de sua vida. Agora é necessário entender o que Deus fez por você e aprender, por meio desta leitura, como usufruir das bênçãos que Deus tem reservado para sua vida.

Uma vez que, agora, o seu nome está registrado no Livro da Vida do Cordeiro, que é o Senhor Jesus Cristo, você não mais se encontra sob a condenação, mas está justificado pela fé em Cristo.

Mas, o que é conversão?

A conversão é o que acontece quando Deus desperta aqueles que estão espiritualmente mortos e os capacita a se arrependerem de seus pecados e a terem fé em Cristo.

É virar completamente a vida de alguém do pecado para Cristo e para a salvação. Da adoração de ídolos para a adoração de Deus. Da auto-justificação para a justificação de Cristo. Do governo do ego para o governo de Deus.

Quando você está convertido, você não só sabe o que deve fazer, mas também deseja fazer as coisas certas. Não basta evitar fazer o mal por estar com medo de ser apanhado ou punido. Quando está verdadeiramente convertido, você realmente quer escolher o certo.

Outro sinal da conversão é que você não tem mais o desejo de fazer o mal.

Quando está convertido, você se preocupa mais com o que Deus pensa do que com o que os outros pensam sobre você.

Quando convertido, você dá o máximo de si para viver o evangelho sempre, não só aos domingos ou quando é conveniente, mas o tempo todo. Suas ações não mudam dependendo de quem está com você ou de que alguém possa estar observando você.

Quando seus colegas contam uma piada suja ou querem assistir a um filme pornográfico, você não vai junto com eles apenas porque ninguém está olhando, mas se mantém fiel às coisas em que acredita.

Quando está convertido, você é mais bondoso e compassivo no trato com os outros. Não julga ou critica nem faz mexericos. Você está mais consciente dos sentimentos alheios, e é natural procurar maneiras de servir e ajudar.

Quando você está convertido, seu desejo de orar aumenta e você sente que está realmente se comunicando com Deus quando ora. Você sempre vai arranjar tempo para orar, a despeito de como esteja se sentindo ou do que esteja acontecendo em sua vida.

Quando se torna convertido, você anseia pelo domingo porque é o Dia do Senhor. Quando chega o domingo, em vez de pensar: “Puxa, este é um dia em que eu não posso sair com os amigos ou ir ao cinema”, você pensa: “Que ótimo este é um dia em que posso ir à Igreja e me concentrar em coisas espirituais e ficar com a família!”.

Quando convertido, você guarda os mandamentos e não procura desculpas, não justifica seu comportamento nem tenta encontrar um meio de driblá-los.

Quando convertido, você anseia em colaborar não só com a manutenção da Igreja com suas ofertas financeiras, mas com também com o seu trabalho.

Quando está convertido, você tem um forte desejo de ajudar os outros a conhecer a verdade e a felicidade que você encontrou.

Vive o evangelho em todos os aspectos de sua vida. Vive o evangelho em sua plenitude, não porque é obrigado, mas porque quer. Você é uma pessoa mais feliz e mais agradável e quer se tornar a pessoa que o Pai Celestial deseja que você seja.

Você quer ser como Jesus Cristo e seguir Seu exemplo. Quando se tornar essa pessoa, estará realmente convertido.

Não devemos esquecer de que nem todos os que nasceram de famílias congregadas ao nome do Senhor são realmente convertidos.

Muitos acabam deixando de ir às reuniões quando atingem a adolescência e tornam-se mais independentes dos pais, ou por nunca terem crido no evangelho, ou porque são convertidos, mas estão em busca de algo "mais animado", onde tenha mais atividade cultural e social.

Outros saem por estarem interessados em algum relacionamento com pessoas nas denominações.

Outros ainda são convertidos, mas preferem se filiar a alguma denominação onde não exista julgamento do pecado, cujo pastor apenas prega amenidades, só falam em curas, prosperidade e se esquecem de falar da obra de Jesus.

Alguns querem antes "experimentar" as coisas do mundo. Isso é não entender que nossa responsabilidade não é para com os irmãos na assembleia, mas para com o Senhor da assembleia, o qual é o mesmo Senhor de todo crente, esteja ele em comunhão à mesa do Senhor ou não.

Finalizando, a verdadeira evidência de uma conversão genuína é uma contínua obra de Deus na alma da pessoa e a transformação da sua vida.

Examine-se! Ainda há tempo, fique com Deus!

Pb. João Placoná

Tyler Orton

Mario Persona

sábado, 23 de abril de 2016

Há vida após a Morte?

vida após morte

A Bíblia nos diz: “O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece... Morrendo o homem, porventura tornará a viver” (Jó 14:1-2,14)?

Como Jó, quase todos nós já fomos desafiados por essa pergunta. O que exatamente acontece conosco depois que morremos? Simplesmente cessamos de existir? É a vida uma porta giratória de saída e volta para a terra para se alcançar grandiosidade pessoal? Todos vão para o mesmo lugar, ou vamos para lugares diferentes? Existem mesmo céu e inferno, ou são estes apenas um estado de consciência?

A Bíblia nos diz que não apenas há vida após a morte, mas vida eterna tão gloriosa que “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam” (1 Coríntios 2:9).

Jesus Cristo, Deus em carne, veio à terra para nos dar o dom da vida eterna. “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5).

Jesus tomou para Si a punição que cada um de nós merece e sacrificou a Sua própria vida. Três dias depois, Ele provou que era vitorioso sobre a morte saindo da sepultura, em Espírito e carne. Ele permaneceu na terra por quarenta dias e foi visto por milhares antes de subir para a sua morada eterna nos céus.

Romanos 4:25 diz: “O qual por nossos pecados foi entregue, e ressuscitou para nossa justificação.”
A ressurreição de Cristo foi um evento bem documentado. O apóstolo Paulo desafiou pessoas a questionarem testemunhas oculares sobre a sua validade, e ninguém foi capaz de contestar a verdade da ressurreição.

A ressurreição é a pedra angular da fé Cristã; porque Cristo foi ressuscitado dos mortos, nós podemos ter fé de que nós, também, seremos ressuscitados.

Paulo admoestou alguns dos primeiros cristãos que não acreditavam nisso: “Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou” (1 Coríntios 15:12-13).

Cristo foi apenas o primeiro de uma grande colheita daqueles que serão ressuscitados para a vida mais uma vez. A morte física veio através de um homem, Adão, do qual somos todos descendentes. Mas todos aqueles que foram adotados para a família de Deus através da fé em Jesus Cristo terão uma nova vida (1 Coríntios 15:20-22). Tal como Deus levantou o corpo de Jesus, assim serão os nossos corpos ressuscitados quando Jesus voltar (1 Coríntios 6:14).

Todos seremos, no final, ressuscitados, mas nem todos irão para o céu juntos.

Uma escolha deve ser feita por cada pessoa nesta vida para determinar para onde ela vai na eternidade. A Bíblia diz que está marcado para que nós morramos uma vez, e após isso virá o julgamento (Hebreus 9:27).

Aqueles que foram feitos justos irão para a vida eterna no céu, mas os incrédulos receberão punição eterna, ou inferno (Mateus 25:46).

O inferno, como o céu, não é apenas um estado de existência, mas um lugar literal, e muito real. É um lugar onde os injustos receberão incessante e eterna ira de Deus. Eles receberão tormento emocional, mental e físico, sofrendo conscientemente de vergonha, arrependimento e desgraça.

O inferno é descrito como um abismo sem fim (Lucas 8:31, Apocalipse 9:1), e um lago de fogo, queimando com enxofre, onde os seus habitantes serão atormentados dia e noite para todo o sempre (Apocalipse 20:10).

No inferno haverá choro e ranger de dentes, indicando intensa tristeza e raiva (Mateus 13:42). É um lugar “onde não lhes morre o verme, nem o fogo se apaga” (Marcos 9:48).

Deus não tem prazer na morte dos ímpios, mas deseja que eles se voltem contra seus desejos pervertidos para que possam viver (Ezequiel 33:11). Mas Ele não irá nos forçar à submissão; se nós escolhermos rejeitá-lo, Ele tem pouca escolha a não ser nos dar o que nós queremos – uma vida longe Dele.

A vida na terra é um teste – uma preparação para o que há de vir. Para os crentes, é a vida eterna na presença imediata de Deus. Então, como nos tornamos justos e aptos a receber esta vida eterna?

Há apenas um caminho – através da fé e confiança no Filho de Deus, Jesus Cristo. Jesus disse: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente” (João 11:25-26).

O dom gratuito da vida eterna está disponível para todos, mas requer que neguemos alguns prazeres do mundo e que nos sacrifiquemos para Deus.

“Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (João 3:36).

Nós não teremos a oportunidade de nos arrependermos dos nossos pecados após a morte porque uma vez que nós estivermos face a face com Deus, não teremos escolha a não ser acreditar Nele. Ele quer que nos cheguemos a Ele em fé e amor agora. Se nós aceitarmos a morte de Jesus Cristo como pagamento pela nossa rebelião pecaminosa contra Deus, teremos garantida não só uma vida de significado na terra, mas também vida eterna na presença de Cristo.

Se você quer aceitar Jesus como seu Salvador, aqui está uma oração modelo. Lembre-se que fazer esta oração ou qualquer outra oração não irá salvar você. Apenas confiando em Cristo você pode ser salvo do seu pecado. Esta oração é simplesmente uma forma de expressar para Deus a sua fé Nele e agradecer por lhe dar a salvação.

“Deus, eu sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou a punição que eu mereço para que, através da fé Nele, eu pudesse ser perdoado. Eu me volto contra o meu pecado e ponho a minha fé em Ti para salvação. Obrigado por Tua graça e perdão maravilhosos – o dom da vida eterna! Amém!”

Pr. Donizeti Alves Batista
Pb. João Placoná



















quinta-feira, 21 de abril de 2016

Deus não responde as minhas orações. O que fazer?

oracao

Confesso que estou cansada! Tenho buscado muito a Deus lendo a Palavra, jejuando, orando, mas Deus parece permanecer em silêncio e não se manifesta quando peço algo ou pergunto alguma coisa.

O que devo fazer para não cair no desânimo e perder a minha fé em Deus? Por que Deus não responde minhas orações?

Creio que seja muito importante que você coloque os pés no chão nesse momento e reflita comigo em algumas verdades da Palavra de Deus para que seu coração não desista de crer no nosso Deus.

Você precisa compreender esse possível “silêncio de Deus” à luz do que a Bíblia Sagrada nos ensina.

Será que Deus não responde minhas orações?

(1) Você está correta em buscar em Deus as respostas que deseja. Vejo que você tem orado, jejuado e buscado a compreensão na Palavra de Deus. Em tudo isto está agindo corretamente. O grande problema está em sua ansiedade. Creio que a resposta que você deseja seja muito importante para você, porém, você precisa compreender que o tempo de Deus não é igual ao nosso. O salmista em um momento de crise declara a Deus:“Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego.” (Salmos 22. 2).

Aparentemente o salmista passava pela mesma busca que você e também se sentia ansioso por uma resposta de Deus que resolvesse a sua demanda.

Porém, ele não se deixou levar por esse desânimo inicial e nem pela pressa, pois sabia quem era o Deus que o acompanhava: “Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel. Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste. A ti clamaram e se livraram; confiaram em ti e não foram confundidos.” (Salmos 22.3-5).

O salmista relembra quem é Deus e os seus feitos na história para fortalecer sua fé e confiança. Devemos sempre relembrar que o nosso Deus é um Deus que agiu no passado, que age no presente e que agirá no futuro em favor de Seus servos. Ele responde nossas orações!

(2) Uma segunda atitude importante é confiar em Deus mesmo que as circunstâncias estejam desfavoráveis. O salmista recebe de Deus uma palavra importante a fim de que sua ansiedade fosse minimizada: Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra.” (Salmos 46. 10). É importante que aprendamos a aquietar o nosso coração enquanto Deus faz a obra em nossa vida.

(3) Uma coisa que sempre aprendi desde pequeno, baseada em diversos exemplos bíblicos, é que Deus pode nos dar três respostas aos nossos pedidos: Sim, que a resposta que todos nós sempre buscamos; não; e espere.

Muitas vezes o silêncio de Deus é interpretado como uma falta de resposta, quando na realidade pode significar um não ou um espere. Precisamos construir uma sensibilidade para captar isso. E essa sensibilidade é edificada através da fé plena na soberania de Deus sobre nossas vidas. Se crermos que Deus é soberano cremos que Ele está nos conduzindo ao melhor caminho. O salmista declara isso de forma apaixonada: “Pois em ti, SENHOR, espero; tu me atenderás, Senhor, Deus meu.” (Salmos 38.15). Esperança e confiança são as chaves para acalmar o nosso coração enquanto esperamos a ação de Deus e a compreensão da resposta Dele aos nossos pedidos.

Agora, nunca é demais saber que Deus somente promete conceder o que pedimos em oração quando pedimos de acordo com Sua vontade. I João 5: 14-15 nos diz: “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos.”

O que significa orar de acordo com a vontade de Deus? Orar de acordo com a vontade de Deus é orar por coisas que honram e glorificam a Deus e/ou orar por coisas que a Bíblia claramente revela serem da vontade de Deus que tenhamos.

Se orarmos por coisas que não honram a Deus ou que não sejam da vontade de Deus para nossas vidas, Deus não nos dará o que pedimos.

Como podemos saber qual a vontade de Deus? Deus promete nos dar sabedoria quando por ela pedirmos. Tiago 1:5 proclama: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.”

Familiarize-se com o que diz a Bíblia sobre a vontade de Deus para sua vida.

Quanto mais entendermos a Palavra de Deus, melhor saberemos o que pedir.

Quanto mais soubermos o que pedir em oração, mais efetiva será nossa vida de oração.

Pb. André Sanchez 

Pb. João Placoná

terça-feira, 12 de abril de 2016

8 Minutos para a Eternidade

trajédia de avião

No dia 24.03.15, o mundo tomou conhecimento da tragédia que encheu os nossos corações de dor e consternação.

Um indivíduo, alegadamente sofrendo de problemas psicológicos graves, decidiu acabar com a sua vida e a de mais 149 pessoas, arremetendo o avião que pilotava contra uma montanha dos Alpes franceses.

As imagens do sofrimento, dor e revolta nas faces e expressões dos familiares, amigos e da população em geral têm corrido o mundo e são marcantes e angustiantes.

A incontrolável saudade, os gritos de dor e as recordações tornam-se a tortura diária das centenas de pessoas que perderam algum familiar, amigo ou conhecido naquela indescritível tragédia.

8 minutos para a eternidade

Segundo os dados técnicos disponíveis, a tragédia iniciou-se 8 minutos antes da colisão, quando o infeliz copiloto decidiu iniciar a queda abrupta e constante do avião até o choque final com a montanha rochosa.

Entretanto, de acordo com as informações que vêm chegando, as suas 149 vítimas só perceberam a realidade trágica que delas se aproximava a escassos momentos da colisão do avião contra a montanha. Segundo registros gravados, só se ouviram os gritos das vítimas, momentos antes do desastre.

Não imagino o que seja ver a morte à frente sem poder fazer nada para escapar. Uma coisa é certa: todos aqueles passageiros, que naquela fatídica manhã entraram naquela aeronave em Barcelona, acreditavam que a mesma os levaria em plena segurança até a cidade de Düsseldorf, na Alemanha. Ninguém ali escolheu a tragédia, muito menos contava com ela.

Quantos risos, alegrias, esperanças e expectativas foram partilhadas durante os minutos de voo anteriores à tragédia? Certamente muitos.

Mas, a certa altura, alguém colocou o relógio daquelas vidas numa contagem regressiva de 8 minutos. 8 minutos até à colisão fatal. 8 minutos finais de uma existência desejada, mas bruscamente interrompida.

Qual é a maior tragédia?

A questão crucial nesta história não deve ser a das causas que levaram aquele copiloto a provocar uma tragédia destas – ainda que mereça muita atenção e reflexão – mas saber em que condições espirituais estavam todas aquelas vidas.

É melhor estar sempre preparado

Toda a nossa vida é uma verdadeira viagem para um destino previamente escolhido. Se eu escolho viver com Deus e relacionar-me com Ele através da Pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, tenho a vida eterna, estando por isso preparado para, em qualquer momento da viagem, partir para a presença de Deus, em paz e segurança, sabendo que Ele me receberá nos Seus braços de amor e perdão.

Mas se escolho viver independentemente de Deus, não dando valor ou sentido aos Seus convites e apelos para que me reconcilie com Ele através do reconhecimento e confissão dos meus pecados, estarei despreparado, arriscando-me a enfrentar a condenação e separação eterna a qualquer momento em que a viagem da vida seja interrompida.

É por isso que Deus nos alerta: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias...”. “Prepara-te para te encontrares com Deus”.

Ninguém é o senhor do seu destino. Ninguém consegue adivinhar o dia ou a maneira em que vai partir para a eternidade através da morte física.

É melhor estar preparado para quando essa interrupção se der. É melhor entregar a sua vida nas mãos de Deus e depender dEle, confiando na Sua capacidade de nos guardar de todo mal, ou preparar-nos para enfrentá-lo com plena confiança e certeza do destino maravilhoso que Deus tem preparado para todos aqueles que O amam.

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará” – Salmo 37.5.

Pense nisso!

Pr. Donizeti Alves Batista

Pb. João Placoná

quarta-feira, 2 de março de 2016

Prosperidade segundo a falsa e a verdadeira teologia.

prosperidade

“Determina!”, “Profetiza!”, “Receba!” Mesmo que você nunca tenha participado de uma marcha para Jesus ou frequentado os misteriosos encontros do G12/M12, eu tenho certeza que você já ouviu essas repetitivas expressões pronunciadas aos gritos pelos pregadores do movimento da fé, também conhecido como “teologia” da prosperidade.

Trata-se de oratória repetitiva com prévia intenção de exercer manipulação mental, gerar histeria, despertar a ambição material no ouvinte e por fim beneficiar financeiramente o astuto pregador.

A chamada teologia da prosperidade é umas mais absurdas e diabólicas heresias que já se instalaram no meio cristão.

Algo discrepante e até mesmo desrespeitoso à essência do evangelho e que por não achar o menor apoio bíblico, causa-nos profundo espanto o fato de ser tão largamente aceita justamente pelo povo que afirma viver e seguir as Escrituras.

No evangelho da prosperidade, também conhecido como a religião “Palavra da Fé”, o fiel é encorajado a usar a Deus, enquanto a verdade do Cristianismo bíblico é justamente o contrário – Deus usa o fiel.

A Palavra da Fé ou Teologia da Prosperidade enxerga o Espírito Santo como um poder a ser usado para qualquer coisa que o crente queira alcançar.

O Movimento do Evangelho da Prosperidade muito se parece com a ganância tão destrutiva que infiltrou a igreja primitiva. Paulo e os outros apóstolos não tentaram conciliar sua teologia com a dos falsos mestres que tentaram propagar tal heresia. Eles os identificaram como mestres falsos e perigosos e muito encorajaram os Cristãos a evitá-los.

Paulo advertiu Timóteo sobre: "Contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a paciência, a mansidão." (1 Timóteo 6:5; 9-11)

Paulo disse que avareza é idolatria (Efésios 5:5) e instruiu os crentes de Efésios a evitarem qualquer pessoa que trouxesse uma mensagem de imoralidade ou avareza (Efésios 5:6-7).

O ensino de prosperidade impede que Deus trabalhe sozinho, quer dizer, Deus não é o Senhor de tudo porque Ele não pode trabalhar até darmos a Ele a autoridade para assim fazer.

Fé, de acordo com a doutrina da Palavra da Fé, não é confiança subserviente a Deus; fé é uma fórmula pela qual manipulamos as leis espirituais, as quais os professores da prosperidade acreditam que governam o universo.

Assim como o nome "Palavra da Fé" implica, esse movimento ensina que a fé é só uma questão do que dizemos, mais do que em quem confiamos ou quais verdades adotamos e afirmamos em nossos corações.

Qualquer semelhança com os princípios esotéricos da neolinguística não é mera coincidência, pois flagrantemente é de lá que se inspiram os adeptos deste plágio místico.

Um termo favorito no movimento Palavra da Fé é "confissão positiva". Refere-se ao ensino de que palavras têm poder criativo.

O que você diz, assim os mestres da Palavra da Fé afirmam, determina tudo o que acontece com você. Suas confissões, especialmente os favores que você exige de Deus, devem ser afirmados positivamente e sem qualquer dúvida de que vão acontecer. Então Deus tem a responsabilidade de responder a tal pedido (como se o homem pudesse exigir qualquer coisa de Deus!).

Portanto, a habilidade de Deus de nos abençoar supostamente depende da nossa fé. Tiago 4:13-16 claramente contradiz esse ensinamento: "Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece. Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas agora vos gloriais em vossas presunções; toda a glória tal como esta é maligna".

Longe de enfatizar a importância de riquezas, a Bíblia nos adverte contra ir atrás de bens. Os crentes, principalmente os líderes da igreja (1 Timóteo 3:3), devem se livrar do amor ao dinheiro (Hebreus 13:5).

O amor ao dinheiro leva a várias formas de mal (1 Timóteo 6:10). Jesus advertiu: " Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui" (Lucas 12:15).

Em grande contraste à ênfase da Palavra da Fé em ganhar dinheiro e ter muitas posses nessa vida, Jesus disse: "Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam" (Mateus 6:19).

A contradição irreconciliável entre o ensino do evangelho da prosperidade e o evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo é resumido nas palavras de Jesus em Mateus 6:24: "Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará a um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro."

Nesses dias em que muitas portas se abrem com o discurso de que representam o nome de Jesus, devemos ter a sobriedade de perceber que por muitas delas jamais devemos entrar. E para aqueles que já entraram, mas que percebem pela clara e simples exposição bíblica, que estão sendo ludibriados, nosso conselho é: Saia de lá.

Pois todos aqueles que buscam a glória deste mundo e justificam sua fé visando apenas “comer o melhor desta terra”, estejam certos de que por aqui mesmo terão deixado o ponto final do seu destino. Mas para aqueles cujos olhos da fé se voltam para o alto, para aqueles cuja verdadeira prosperidade consiste em ter paz e salvação em Cristo – estes muito em breve se reunirão para o encontro nos ares com o Salvador, onde com toda certeza, nenhum falso profeta dessa falsa teologia estará presente!

Pr. Reinaldo Ribeiro

Pb. João Placoná