sexta-feira, 11 de dezembro de 2020
domingo, 15 de novembro de 2020
MAGNÍFICO - Cantor Viana
Música linda! repousante, tranquilizante...
sábado, 7 de novembro de 2020
Quem é Deus?
QUEM É DEUS?
Por experiência pessoal esta resposta pode ser muito
complexa ou muito simples...
Você pode simplesmente dizer que Deus é o alfa e o ômega
(início e fim), é o criador de todas as coisas, do céu e de seus fundamentos da
terra e de tudo o que nela há...não nasceu, não morreu, mas é eterno. Deus é
trino, pai, filho e espírito, tudo vê, tudo sabe, é amor, mas também é justiça.
Deus é aquele que bate à porta para entrar na casa (vida) de
alguém, Ele não faz bagunça e nunca desampara aquele que o busca, Ele nos ama
tanto que deu seu único filho pra morrer na cruz pela remissão dos nossos
pecados.
E olha que incrível... se convidado irá conosco para as
entrevistas de emprego, para as provas da faculdade, para a lanchonete para a
fila do banco,
estará conosco todos os dias de nossas vidas.., por tudo
isso digo simplesmente que Deus é AMOR.
Ou estudando mais profundamente você pode perder(ganhando)
muito tempo da vida explorando a bíblia e explicando de fato quem é Deus.
Quem é Deus? - O fato
O fato da existência de Deus é tão visível, tanto através da
criação quanto através da consciência do homem, que a Bíblia chama o ateu de
"tolo" (Salmo 14:1). Assim, a Bíblia nunca tenta provar a existência
de Deus, antes, ela supõe a Sua existência desde o início (Gênesis 1:1). O que
a Bíblia faz é revelar a natureza, o caráter e a obra de Deus.
Quem é Deus? – A Definição
Pensar corretamente sobre Deus é de extrema importância
porque uma falsa ideia sobre Deus é idolatria. Em Salmo 50:21, Deus reprova o
ímpio com esta acusação: "Você pensa que eu sou como você?" Para
começar, uma boa e resumida definição de Deus é "o Ser Supremo, o Criador
e Regente de tudo o que existe; o Ser autoexistente que é perfeito em poder,
bondade e sabedoria."
Quem é Deus? - Sua Natureza
Sabemos que certas coisas acerca de Deus são verdadeiras por
uma razão: em Sua misericórdia Ele condescendeu a revelar algumas de Suas
qualidades para nós. Deus é espírito, intangível por natureza (João 4:24). Deus
é Um, mas existe como três pessoas: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo
(Mateus 3:16-17). Deus é infinito (1 Timóteo 1:17), incomparável (2 Samuel
7:22) e imutável (Malaquias 3:6). Deus existe em todos os lugares (Salmos
139:7-12), sabe tudo (Mateus 11:21) e tem todo o poder e autoridade (Efésios 1;
Apocalipse 19:6).
Quem é Deus? – Seu Caráter
Aqui estão algumas das características de Deus como
reveladas na Bíblia: Deus é justo (Atos 17:31), amoroso (Efésios 2:4-5),
verdadeiro (João 14:6) e santo (1 João 1:5). Deus mostra compaixão (2 Coríntios
1:3), misericórdia (Romanos 9:15) e graça (Romanos 5:17). Deus julga o pecado
(Salmos 5:5), mas também oferece o perdão (Salmos 130:4).
Quem é Deus? - Sua Obra
Não podemos compreender Deus longe de suas obras porque o
que Deus faz flui de quem Ele é. Aqui está uma lista resumida das obras de
Deus, passadas, presentes e futuras: Deus criou o mundo (Gênesis 1:1, Isaías
42:5); Ele ativamente sustenta o mundo (Colossenses 1:17); Ele está executando
o Seu plano eterno (Efésios 1:11) que envolve a redenção do homem da maldição
do pecado e da morte (Gálatas 3:13-14); Ele atrai as pessoas para Cristo (João
6:44); Ele disciplina os Seus filhos (Hebreus 12:6) e Ele julgará o mundo
(Apocalipse 20:11-15).
Quem é Deus? - Um Relacionamento com Ele
Na pessoa do Filho, Deus se encarnou (João 1:14). O Filho de
Deus se tornou o Filho do homem e é, portanto, a "ponte" entre Deus e
o homem (João 14:6, 1 Timóteo 2:5). É somente através do Filho que podemos ter
o perdão dos pecados (Efésios 1:7), a reconciliação com Deus (João 15:15,
Romanos 5:10) e a salvação eterna (2 Timóteo 2:10). Em Jesus Cristo,
"habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Colossenses
2:9). Assim, para saber realmente quem é Deus, tudo que temos que fazer é olhar
para Jesus.
Universalidade da Bíblia
Pb. João Placoná
domingo, 25 de outubro de 2020
A história de Maria, mãe de Jesus.
A história de Maria, mãe de Jesus.
Maria, mãe de Jesus, foi a mulher escolhida soberanamente
por Deus pela qual nosso Senhor e Salvador veio ao mundo. Ela também é
conhecida como Maria de Nazaré. Pouco se sabe sobre quem foi Maria, mãe de
Jesus, especialmente com respeito a detalhes biográficos, nem o nome dos pais
de Maria são mencionados. Mas a história de Maria, conforme narrada nos
Evangelhos, já é suficiente para entendermos a importância dessa mulher.
Maria era uma jovem virgem que vivia em Nazaré da Galileia.
Ela era noiva de um carpinteiro chamado José (Lucas 1:26s). Assim como José, é
amplamente aceito que Maria era da linhagem de Davi.
A história da jovem virgem Maria
Mateus interpreta que Maria era a virgem da qual profetizou
o profeta Isaías (Mateus 1:23; cf. Isaías 7:14). Embora essa profecia seja alvo
de muitos debates teológicos, é inegável que seu cumprimento pleno se deu no
nascimento de Jesus Cristo. Portanto, a virgem de quem falou Isaías é Maria; e
seu filho, o Emanuel, é Jesus.
Maria, mãe de Jesus, deve ser distinguida de outras mulheres
que são citadas no Novo Testamento com esse mesmo nome. Algumas dessas mulheres
foram: Maria, mãe de João Marcos (At 12:12); Maria de Betânia (Lucas 10:42;
João 11:1); a mãe de Tiago e José (Mateus 27:61); e Maria Madalena (Lucas 8:2).
Maria é mencionada nas passagens bíblicas que fazem
referência a infância e juventude de Jesus (Mateus 1:18-25; 2:11-21; Lucas
1:26-56; 2:1-51). Depois, ela também é mencionada direta e indiretamente em
outras referências neotestamentária (Mateus 12:46-50; João 2:1-11; 19:25-27;
Atos 1:12-14; Gálatas 4:4).
Maria recebe a visita de um Anjo
O mesmo anjo, Gabriel, que havia predito o nascimento do
profeta João Batista, também foi enviado a Nazaré para predizer o nascimento de
Jesus. Naquela pequena aldeia da Galileia, vivia Maria de Nazaré. Ela era uma
virgem prometida em casamento a um homem que vivia na mesma aldeia.
É interessante que a cidade de Nazaré não é mencionada uma
única vez no Antigo Testamento, de modo que aquele pequeno vilarejo era visto
até mesmo com desdém por alguns (João 1:46). Mas nos planos soberanos de Deus
havia ali uma virgem a qual traria ao mundo a concretização da promessa da
encarnação do Salvador.
Em sua visita, Gabriel saudou Maria como uma mulher
agraciada. Sua salvação significava simplesmente que ela era a destinatária do
favor de Deus, escolhida para ser a mãe de Jesus (Lucas 1:28). Diante de tal
saudação, ela demonstrou temor e perplexidade (Lucas 1:28).
O anjo então tranquilizou Maria. Ele lhe assegurou que ela
havia achado graça diante de Deus, e lhe anunciou que ela ficaria grávida e
daria a luz ao “filho do Altíssimo” (Lucas 1:30-33). Ao ouvir tais palavras,
Maria pediu uma explicação ao anjo. Ela não entendia como isso seria possível,
já que ainda não havia conhecido homem algum (Lucas 1:34).
Gabriel lhe explicou que sua concepção resultaria de uma
ação divina e não humana. Portanto, o próprio Espírito Santo produziria em seu
ventre esse milagre extraordinário (Lucas 1:35-37). Diante da explicação dada
pelo anjo, Maria prontamente se mostrou humilde e sinceramente rendida a
tamanha dignidade que soberanamente Deus havia-lhe concedido ao escolhê-la
(Lucas 1:38).
No período em que ficou grávida, Maria já estava desposada
legalmente com José. O casal estava aguardando apenas a festa de núpcias e o
início da vida em comum. Foi por isso que José teve dificuldade em aceitar a
repentina gravidez de Maria.
Foi preciso que um anjo do Senhor lhe aparecesse em sonho
para explicar-lhe o que de fato havia acontecido (Mateus 1:19,20). Após ter
sido confortado e encorajado pelo anjo, José não hesitou em assumir Maria e a
recebê-la como sua esposa (Mateus 1:21).
Maria dá à luz a Jesus
Maria deu à luz a Jesus em Belém. Naquela ocasião ela estava
acompanhando seu esposo, José, o qual havia ido até Belém a fim de cumprir o
alistamento decretado por César Augusto em todo Império Romano (Lucas 2:1-5).
Essa viagem certamente foi muito exaustiva para Maria,
considerando que eles percorreram uma distância aproximada de 140 quilômetros.
Provavelmente devido ao senso que estava ocorrendo, o casal não encontrou vaga
na estalagem. Isso deve ter ocorrido porque certamente havia muitos oficiais e
soldados romanos hospedados na cidade. Então José e Maria abrigaram-se no
estábulo que talvez ficasse numa gruta. Foi ali que Maria deu à luz a Jesus
Cristo.
A vida de Maria após o nascimento de Jesus
São poucos os detalhes sobre a história de Maria após o
nascimento de Jesus. Sabe-se que sua família viveu em Nazaré, com exceção do
tempo em que passaram no Egito se refugiando da ira de Herodes.
Sobre a infância de Jesus, a Bíblia nos informa apenas sobre
o episódio em que Ele, já com doze anos, ficou em Jerusalém após a celebração
da Páscoa. Quando perceberam que Jesus não estava com eles, José e Maria
voltaram a Jerusalém e o encontraram no Templo entre os doutores.
Maria foi quem expressou toda sua preocupação. Ela
questionou Jesus sobre o porquê de Ele ter feito aquilo. Como resposta, ela
escutou dele as conhecidas palavras: “Não sabeis que me convém tratar dos
negócios de meu Pai?” (Lucas 2:49).
Maria durante o ministério de Jesus
Pouquíssimas vezes Maria é citada durante o ministério de
Jesus. Provavelmente ela não o acompanhava em suas viagens missionárias, pelo
menos não frequentemente. No entanto, ela esteve presente no primeiro milagre
de Jesus registrado nos Evangelhos, quando Ele transformou água em vinho em um
casamento celebrado em Caná (João 2:1s).
Mais tarde, em outra ocasião, Maria e os irmãos de Jesus
foram lhe chamar. Ao ser comunicado disso, Jesus enfatizou que a fidelidade
espiritual está acima dos laços familiares. Então Ele olhou para a multidão e
disse: “Eis aqui minha mãe e meus irmãos. Porquanto, qualquer que fizer a
vontade de Deus, esse é meu irmão, e minha irmã, e minha mãe” (Marcos 3:34,35).
Depois disso, Maria, mãe de Jesus, aparece novamente no
texto bíblico já no relato da crucificação. Ela ficou aos pés da cruz onde
Cristo estava, e foi amorosamente recomendada ao apóstolo João pelo Senhor
Jesus (João 19:25-27). Essa recomendação foi uma das sete frases ditas por
Jesus na cruz, e demonstrou a humanidade de Jesus e sua preocupação por sua
querida mãe naquela hora de agonia.
Fora dos Evangelhos, Maria é citada nominalmente apenas no
livro de Atos dos Apóstolos. O livro de Atos conta que a mãe de Jesus estava
juntamente com os discípulos perseverando “unânimes em oração” (Atos 1:14).
Maria, mãe de Jesus, teve outros filhos?
A Bíblia oferece algumas evidências de que Maria, mãe de
Jesus, teve outros filhos após seu nascimento. A Bíblia afirma categoricamente
que ela permaneceu virgem até dar à luz a Jesus. No entanto, a Bíblia não
menciona nada a respeito de ela ter permanecido nessa condição após o
nascimento de Jesus (Mateus 1:24,25).
No Evangelho de Lucas é dito que Jesus foi o primogênito de
Maria (Lucas 2:7). É verdade que apenas essa passagem não é suficiente para se
provar que Jesus teve irmãos uterinos. Mas o Novo Testamento também menciona em
outras passagens os irmãos e irmãs de Jesus. Portanto, a harmonia de tais
passagens parece se tornar conclusiva (Mateus 12:46,47; Marcos 3:31,32; 6:32;
Lucas 8:19,20; João 2:12; 7:3,5,10; Atos 1:14).
Além disso, defender que os irmãos de Jesus citados no Novo
Testamento são apenas filhos de José, é inferir algo que não está no texto.
Também o argumento de que os irmãos citados na verdade eram seus primos, não se
sustenta à luz do idioma grego, o qual foi escrito o Novo Testamento.
A morte de Maria, mãe de Jesus
A Bíblia não fala nada a respeito da morte de Maria, mãe de
Jesus. No entanto, desde os tempos mais antigos da Igreja Cristã, surgiu-se uma
tradição acerca de sua suposta ascensão ao céu.
Na verdade, essa tradição se divide em duas posições
diferentes. A primeira defende a ascensão de Maria, mãe de Jesus, ainda em
vida. A segunda defende a ascensão de seu corpo após a morte. Novamente vale
reforçar que isso se trata apenas de uma tradição, ou seja, não é uma doutrina
fundamentada nas Escrituras.
Em 1950, o Papa Pio XII promulgou esse dogma na Igreja
Católica. No entanto, sua bula não é exatamente conclusiva para apontar qual
das duas vertentes foi realmente adotada pela teologia católica.
Maria, mãe de Jesus, deve ser adorada?
Obviamente Maria, mãe de Jesus, não deve ser adorada. Nossa
adoração deve ser direcionada apenas a Deus (Êxodo 20:2-5; Lucas 4:8). Também
vale dizer que não há qualquer base bíblica para defender que Maria ocupa uma
posição de destaque ao lado de Jesus, como um tipo de intercessora. Segundo a
Bíblia, o próprio Cristo é o único mediador entre Deus e o homem (1 Timóteo
2:5,6).
Além disso, a Bíblia é bastante clara em dizer que todos os
seres humanos pecaram e carecem da graça de Deus (Romanos 3:23; Efésios 2:8).
Nesse caso Maria não é uma exceção, ou seja, biblicamente a doutrina da
impecabilidade de Maria não faz qualquer sentido. Portanto, dizer que Maria,
mãe de Jesus, nasceu sem estar contaminada pelo pecado original, é ir além do
que as Escrituras dizem.
A Bíblia testemunha apenas sobre Um que nunca pecou, a
saber, Jesus Cristo, sobre o qual o escritor do livro de Hebreus enfatizou que
Ele “foi tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado”
(Hebreus 4:15; cf. 7:26). O mesmo também foi dito pelo apóstolo Pedro, ao
escrever que Ele não cometeu pecado (1 Pedro 2:21-25).
Apesar disso, vale dizer que Maria, mãe de Jesus, deve ser
muito respeitada. Ela foi uma mulher bem-aventurada e digna de ser imitada,
pelo seu exemplo de humildade, fidelidade e abnegação diante dos planos de
Deus.
Infelizmente algumas pessoas, na tentativa de reprimir os
erros da teologia católica, acabam igualmente errando de forma inversa. Elas
menosprezam e subestimam completamente a mulher a quem Deus escolheu
soberanamente para receber a incalculável honra de dar à luz a Jesus Cristo.
Daniel Conegero
Pb. João Placoná
quarta-feira, 21 de outubro de 2020
Pai Nosso Meditado
Acompanhe o desenrolar deste Pai Nosso, muito esclarecedor!
CRISTÃO: Pai nosso que estais no céu...
DEUS: Sim? Estou aqui.
CRISTÃO: Por favor, não me interrompa, estou rezando!
DEUS: Mas você me chamou!
CRISTÃO: Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando. Pai
nosso que estais no céu...
DEUS: Aí, você chamou de novo.
CRISTÃO: Fiz o que?
DEUS: Me chamou. Você disse: Pai nosso que estais no céu.
Estou aqui. Como é que posso ajudá-lo?
CRISTÃO: Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando.
Rezo o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem rezando assim. É como se fosse um
dever. E não me sinto bem até cumpri-lo...
DEUS: Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos
são seus irmãos, como podes dizer que estais no céu, se você não sabe que o céu
é a paz, que o céu é amor a todos?
CRISTÃO: É, realmente ainda não havia pensado nisso.
DEUS: Mas, prossiga sua oração.
CRISTÃO: Santificado seja o Vosso nome...
DEUS: Espere aí! O que você quer dizer com isso?
CRISTÃO: Quero dizer... quer dizer, é... sei lá o que
significa. Como é que vou saber? Faz parte da oração, só isso!
DEUS: Santificado significa digno de respeito, Santo,
Sagrado.
CRISTÃO: Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido
dessa palavra
SANTIFICADO ... "Venha a nós o vosso reino, seja feita
a vossa vontade, assim na terra como no céu..."
DEUS: Está falando sério?
CRISTÃO: Claro! Porque não?
DEUS: E o que você faz para que isso aconteça?
CRISTÃO: O que faço? Nada! É que faz parte da oração, além
disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontecesse no
céu e na terra também.
DEUS: Tenho controle sobre você?
CRISTÃO: Bem, eu frequento a igreja!
DEUS: Não foi isso que Eu perguntei. Que tal o jeito que
você trata os seus irmãos, a maneira com que você gasta o seu dinheiro, o muito
tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás, e o pouco
tempo que você dedica à Mim?
CRISTÃO: Por favor. Pare de criticar!
DEUS: Desculpe. Pensei que você estava pedindo para que
fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que
rezam, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a
comunidade.
CRISTÃO: Está certo, tens razão. Acho que nunca aceito a sua
vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda o sol reclamo
do calor, se manda frio, continuo reclamando, se estou doente peço saúde, não
cuido dela, deixo de me alimentar ou como muito...
DEUS: Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos eu
e você, mas olha, vamos ter vitórias e derrotas. Eu estou gostando dessa nova
atitude sua.
CRISTÃO: Olha Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está
demorando muito mais do que costuma ser. Vou continuar: "o pão nosso de
cada dia nos daí hoje..."
DEUS: Pare aí! Você está me pedindo pão material? Não só de
pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pedires o pão,
lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser, desde que
me veja como um Pai Amoroso! Eu estou interessado na próxima parte de sua
oração. Continue!
CRISTÃO: "Perdoai as nossas ofensas, assim como nós
perdoamos a quem nos tem ofendido"
DEUS: E o seu irmão desprezado?
CRISTÃO: Está vendo? Olhe Senhor, ele já criticou várias
vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me
vingar.
DEUS: Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você
me chamou, e eu estou aqui, quero que saias daqui transfigurado, estou gostando
de você ser honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não
acha?
CRISTÃO: Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
DEUS: Não vai não! Vai se sentir pior. A vingança não é tão
doce quanto parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza
agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.
CRISTÃO: Pode? Mas como?
DEUS: Perdoe seu irmão, Eu perdoarei você e te aliviarei
CRISTÃO: Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo.
DEUS: Então não me peças perdão também!
CRISTÃO: Mais uma vez está certo! Mais do que quero
vingar-me, quero a paz com o Senhor. Está bem, está bem; eu perdoo a todos, mas
ajude-me Senhor. Mostre-me o caminho certo para mim e meus inimigos.
DEUS: Isto que você pede é maravilhoso, estou muito feliz
com você. E você como está se sentindo?
CRISTÃO: Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade, nunca
havia me sentido assim! É tão bom falar com Deus.
DEUS: Ainda não terminamos a oração. Prossiga...
CRISTÃO: "E não deixeis cair em tentações, mas
livrai-nos do mal..."
DEUS: Ótimo, vou fazer justamente isso, mas não se ponha em
situações onde possa ser tentado.
CRISTÃO: O que quer dizer com isso?
DEUS: Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a
participar de coisas sujas, intrigas, fofocas. Abandone a maldade, o ódio. Isso
tudo vai levá-lo para o caminho errado. Não use tudo isso como saída de
emergência!
CRISTÃO: Não estou entendendo!
DEUS: Claro que entende! Você já fez isso comigo várias
vezes. Entra no erro, depois corre me pedir socorro.
CRISTÃO: Puxa, como estou envergonhado!
DEUS: Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar
de novo, para mais uma vez vir fazer negócios comigo!
CRISTÃO: Estou com muita vergonha, perdoe-me Senhor!
DEUS: Claro que perdoo! Sempre perdoo a quem está disposto a
perdoar também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa,
medite cada palavra que fala! Termine sua oração.
CRISTÃO: Terminar? Há, sim, "Amém!"
DEUS: O que quer dizer amém?
CRISTÃO: Não sei. É o final da oração.
DEUS: Você só deve dizer amém quando aceita dizer tudo o que
eu quero, quando concorda com minha vontade, quando segue os meus mandamentos,
porque AMÉM! Quer dizer: assim seja, concordo com tudo que orei.
CRISTÃO: Senhor, obrigado por ensinar-me esta oração e agora
obrigado por fazer-me entendê-la.
DEUS: Eu amo cada um dos meus filhos, amo mais ainda aqueles
que querem sair do erro, quer ser livre do pecado. Abençoo-te e fica com minha
paz!
CRISTÃO: Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que és
meu melhor amigo.
No Amor de Cristo. Jesus!
Universalidade da Bíblia
Pb. João Placoná
terça-feira, 20 de outubro de 2020
Confortando a Alma
Eu
sei que a caminhada não tem sido fácil, às vezes pensamos em parar e desistir,
mas o que tenho para te dizer hoje é:
"Continue".
A
gente acha que não consegue atravessar o deserto da tristeza, que a tempestade
nunca acaba, que a lágrima não cessa, que a dor não passa...
Mas,
aí Deus vem e nos dá calma pra tristeza, ameniza a tempestade, consola a
lágrima, tranquiliza o coração e pacifica o nosso ser, mesmo quando achamos que
tudo é impossível.
Deus
conhece bem o nosso coração, sabe até onde ele poderá aguentar, sabe até onde
seus pés podem caminhar e quais pesos nossos ombros podem suportar.
Continue mesmo sem entender o que está
acontecendo, tudo é plano de Deus para que se cumpra o melhor em sua vida.
Creia,
Deus vai te surpreender!
Nada
de tristeza, nada de lamentação, nada de problemas... Deus te colocou de pé e
te deu um dia novinho em folha, agora só depende de você fazer dele o melhor de
todos!
Nenhuma
felicidade é maior do que a Paz de espírito. Se estiver nos planos de Deus, vai
acontecer.
Não
importa o que as pessoas dizem, não importa o que o mundo pensa. NADA, absolutamente nada impede o agir
de DEUS!
Nunca te arrependas de um dia de tua vida. Os bons dias te dão felicidade. Os maus te dão experiência.
Ambos são essenciais
para a vida. A felicidade te faz doce. Os
problemas te mantêm forte. As penas te mantêm humano. As quedas te mantêm
humilde. O bom êxito te mantém brilhante. Mas, só Deus te mantém caminhando.
Trilhe
o caminho da paciência, busque a melhor resolução até nos piores momentos.
Abrace
com carinho a persistência, as situações difíceis são oportunidades para
crescer.
Entrega
seus problemas nas mãos do Senhor Jesus, e Ele cuidará de ti.
Não
busque soluções para nada, sem antes orar para o Senhor, porque às vezes ele
não estará no desejo do seu coração.
Portanto
vigiai e orai sem cessar, só assim vencerás todos os tropeços que aparecerem em
seu caminho.
Lembre-se sempre, o cair é do homem, mas o levantar é de Deus, o Senhor sustém os que vacilam e apruma todos os prostrados. Salmo 145.14.
Confie no Senhor em todas as
situações ele estará sempre contigo!
Deus
te coloca no deserto, mas não te desampara!
Em
todo momento Ele está contigo, te cuidando, guardando-o, protegendo-o de todo
mal.
Afinal
você é filho D’Ele!
João Placoná




